
Celso Roth busca alternativas para fugir da marcação dos adversários
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Treinador entende que devido às últimas vitórias, time do Galo passou a ser observado e melhor marcado pelos rivais
O Santo André parou o Atlético. Não deixou o time alvinegro explorar suas melhores jogadas, como a velocidades dos atacantes e as descidas à linha de fundo dos laterais e meias. A explicação para isso, segundo o técnico Celso Roth, são as duas vitórias da equipe no Campeonato Brasileiro. O Galo, que há poucas semanas vivia dias turbulentos, já estaria visado, apesar da competição ainda estar no início.
“O Atlético começa a ganhar jogo, as equipes começam a perceber, começa a nos marcar. Foi isso que aconteceu. Eles sabiam das nossas jogadas, sabiam como se posicionar, o que tinham de explorar”, disse.
Depois de vencer duas partidas seguidas (2 a 1 no Grêmio e 3 a 2 no Sport), o Galo não passou de um empate sem gols com o Santo André, sábado à noite no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro.
Mais uma vez, Diego Tardelli esteve longe das atuações que o fizeram artilheiro do Campeonato Mineiro. Para Celso Roth, assim como o time atleticano, a atacante passou a ser mais visado no Brasileirão.
“O Diego é um jogador que a tem possibilidade de fazer, e fez muito no primeiro semestre, principalmente no campeonato regional. Ele marcou bem a sua presença como goleador, mas agora estamos enfrentando outros adversários, que o conhecem muito bem”, disse o treinador.
Enquanto busca alternativas para escapar da marcação dos adversários, Roth não deve alterar o time para o próximo jogo, domingo que vem, contra o Atlético Paranaense, em Curitiba. O técnico disse que a atual formação, que tem dois jogadores improvisados (o volante Carlos Alberto na lateral direita, e o lateral-esquerdo Júnior no meio-campo) tem se mostrado a ideal, já que ainda não foi derrotada:
“Esse time até agora é o ideal porque não perdeu. O ideal sempre é o que ganha jogo. Esse negócio de projetar o time ideal mais adiante é fictício. Podemos ter nome teoricamente ideais, mas que na prática não te dão retorno. O ideal é o que ganha jogo, está equilibrado, que faz boas apresentações”, disse.
“O Atlético começa a ganhar jogo, as equipes começam a perceber, começa a nos marcar. Foi isso que aconteceu. Eles sabiam das nossas jogadas, sabiam como se posicionar, o que tinham de explorar”, disse.
Depois de vencer duas partidas seguidas (2 a 1 no Grêmio e 3 a 2 no Sport), o Galo não passou de um empate sem gols com o Santo André, sábado à noite no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro.
Mais uma vez, Diego Tardelli esteve longe das atuações que o fizeram artilheiro do Campeonato Mineiro. Para Celso Roth, assim como o time atleticano, a atacante passou a ser mais visado no Brasileirão.
“O Diego é um jogador que a tem possibilidade de fazer, e fez muito no primeiro semestre, principalmente no campeonato regional. Ele marcou bem a sua presença como goleador, mas agora estamos enfrentando outros adversários, que o conhecem muito bem”, disse o treinador.
Enquanto busca alternativas para escapar da marcação dos adversários, Roth não deve alterar o time para o próximo jogo, domingo que vem, contra o Atlético Paranaense, em Curitiba. O técnico disse que a atual formação, que tem dois jogadores improvisados (o volante Carlos Alberto na lateral direita, e o lateral-esquerdo Júnior no meio-campo) tem se mostrado a ideal, já que ainda não foi derrotada:
“Esse time até agora é o ideal porque não perdeu. O ideal sempre é o que ganha jogo. Esse negócio de projetar o time ideal mais adiante é fictício. Podemos ter nome teoricamente ideais, mas que na prática não te dão retorno. O ideal é o que ganha jogo, está equilibrado, que faz boas apresentações”, disse.
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