40% dos gols sofridos em 2009 foram em jogadas aéreas
LANCEPRESS!
A fragilidade da defesa do Atlético-MG nas jogadas de bola aérea se tornou evidente nos dois últimos jogos. Foram dois gols sofridos desta forma para o Cruzeiro e três para o Vitória. Mas essa é uma falha que já atormenta há algum tempo o time do técnico Emerson Leão.
Na temporada, foram outros quatro gols sofridos desta maneira antes do primeiro jogo da decisão do Campeonato Mineiro.
O primeiro foi no empate contra o Tupi por 2 a 2, fora de casa. Após cobrança de escanteio, Daniel marcou para o Galo Carijó.
Depois, foi na derrota para o Cruzeiro na primeira fase do Campeonato Mineiro. Após cruzamento de Jancarlos, o volante Ramires marcou de cabeça e abriu o placar.
Democrata e Ituiutaba ainda aproveitaram a deficiência da defesa atleticana em 2009 e conseguiram balançar as redes alvinegras em jogadas aéreas.
No entanto, a defesa alvinegra se mantinha firme, como a melhor do Campeonato Mineiro. Mas o setor acabou tendo os seus pontos fracos expostos ao enfrentar adversários de maior poder ofensivo, como Cruzeiro e Vitória.
Para o volante Renan, que participou da jogada do segundo gol baiano na partida de quarta-feira, é hora de esquecer o mau momento e focar o pensamento no futuro.
– Um time como o nosso, que tinha uma defesa muito forte, a melhor do Campeonato Mineiro, sofreu oito gols em dois jogos. Foram quatro só em jogadas de bola parada. Agora temos de levantar a cabeça e assumir a responsabilidade – afirmou o camisa 5, que será desfalque para domingo, já que recebeu cartão vermelho no primeiro jogo da final.
DEFESA ALTAUm ponto interessante a ser abordado é a altura da defesa atleticana. Na contramão dos gols sofridos em jogadas de bola aérea, os três principais zagueiros do grupo alvinegro têm boa estatura.
O antigo titular, Welton Felipe, é o mais alto, com 1,94m. Leandro Almeida tem 1,88m. O capitão Marcos, por sua vez, tem 1,83m.
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