Éder Luís tem o apoio de Celso RothAtacante admite má fase, mas ressalta que tem cumprido função em campo. Ele quer transformar as vaias da torcida em aplausos
Quando o gol não sai e as jogadas individuais quase sempre em nada resultam, a vaia é certa. Foi o que ouviu Éder Luís sábado passado no Mineirão. Sem balançar as redes desde 14 de abril, ele não foi perdoado pela torcida em seus erros. O atacante admite a má fase, mas ressalta que tem cumprido uma função em campo. Sabe que se voltar a marcar tem grandes chances de transformar as vaias em aplausos.
“Se estou agradando o treinador é porque estou jogando para o time. Às vezes, deixo de jogar para a torcida pensando na equipe. Independente de ir bem ou não, o que quero é que o time saia com os três pontos. Sei que não estou num momento bom. Preciso fazer gols. Vou continuar trabalhando. É muito importante esse apoio que o treinador está me dando. Sei que os mesmos que me vaiaram vão me aplaudir futuramente”, acredita o atacante.
Seu último gol foi na partida de ida contra o Rio Branco, pelas semifinais do Campeonato Mineiro. Depois disso, passou em branco nos oito jogos em que esteve em campo. A paciência da torcida acabou no sábado passado, contra o Grêmio. Vaiado, foi substituído por Alessandro.
“Naquele momento do jogo, eu devia te saído mesmo. Não estava bem, e o time precisava muito da vitória. O treinador deu oportunidade ao Alessandro. Para mim é tranquilo. Procuro sempre acertar, mas, se vou acertar ou não, é outra cosia. O adversário sempre está bem preparado e dificultando o que vamos fazer. A torcida fica impaciente e quer ver o resultado”, disse Éder.
O técnico Celso Roth ratificou seu apoio ao atacante: “O Éder é um jogador tática e tecnicamente fantástico. Me surpreendeu a manifestação do torcedor ainda no primeiro tempo. O Éder errou uma decisão que todo jogador tem que ter, principalmente os atacantes. Eu peço para que tentem as jogadas individuais a todo instante. Se existe alguma coisa que desmancha qualquer esquema tático, é e vitória pessoal, o drible”, disse Roth.
Para o treinador, o atacante não pode desanimar com os erros: “Na primeira ou na segunda tentativa, pode dar errado, mas que insistir. Peço sempre aos jogadores que tenham atitude. É muito difícil termos habilidade e atitude no mesmo jogador. Temos isso no Éder. Se a torcida criticar o jogador que está tentando, fica difícil. É essa compreensão que peço ao torcedor”, acrescentou.
“Se estou agradando o treinador é porque estou jogando para o time. Às vezes, deixo de jogar para a torcida pensando na equipe. Independente de ir bem ou não, o que quero é que o time saia com os três pontos. Sei que não estou num momento bom. Preciso fazer gols. Vou continuar trabalhando. É muito importante esse apoio que o treinador está me dando. Sei que os mesmos que me vaiaram vão me aplaudir futuramente”, acredita o atacante.
Seu último gol foi na partida de ida contra o Rio Branco, pelas semifinais do Campeonato Mineiro. Depois disso, passou em branco nos oito jogos em que esteve em campo. A paciência da torcida acabou no sábado passado, contra o Grêmio. Vaiado, foi substituído por Alessandro.
“Naquele momento do jogo, eu devia te saído mesmo. Não estava bem, e o time precisava muito da vitória. O treinador deu oportunidade ao Alessandro. Para mim é tranquilo. Procuro sempre acertar, mas, se vou acertar ou não, é outra cosia. O adversário sempre está bem preparado e dificultando o que vamos fazer. A torcida fica impaciente e quer ver o resultado”, disse Éder.
O técnico Celso Roth ratificou seu apoio ao atacante: “O Éder é um jogador tática e tecnicamente fantástico. Me surpreendeu a manifestação do torcedor ainda no primeiro tempo. O Éder errou uma decisão que todo jogador tem que ter, principalmente os atacantes. Eu peço para que tentem as jogadas individuais a todo instante. Se existe alguma coisa que desmancha qualquer esquema tático, é e vitória pessoal, o drible”, disse Roth.
Para o treinador, o atacante não pode desanimar com os erros: “Na primeira ou na segunda tentativa, pode dar errado, mas que insistir. Peço sempre aos jogadores que tenham atitude. É muito difícil termos habilidade e atitude no mesmo jogador. Temos isso no Éder. Se a torcida criticar o jogador que está tentando, fica difícil. É essa compreensão que peço ao torcedor”, acrescentou.
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