Juninho admitiu ter se acomodado, mas diz que ultimamente tem se dedicado bastanteDo UOL Esporte Em Belo Horizonte
Sacado do time durante os coletivos da semana que antecedeu a partida contra o Grêmio, o goleiro Juninho acabou, no entanto, mantido no time que venceu o tricolor gaúcho por 2 a 1, sábado passado, no Mineirão, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.
Depois de ser barrado por Edson, que foi titular nos coletivos e chegou a acreditar que voltaria ao time contra o Grêmio, Juninho disse que não desanimou. Pelo contrário. O goleiro crê que a persistência fez com que o técnico Celso Roth voltasse atrás na decisão de sacá-lo da equipe."Fico feliz de estar trabalhando, não desistindo. Essa semana eu fui para a reserva, não abaixei a cabeça, continuei trabalhando. Eu acho que isso criou dúvida no professor Roth e ele decidiu para eu atuar novamente", observou Juninho.Cobrado pela torcida, assim como o reserva Edson, Juninho disse que tem se esforçado para se manter na forma ideal. "Estou aqui sendo pago pelo Atlético, então vou trabalhar até o final, porque eu acho que, independente de tudo, a gente tem de tentar buscar a melhor forma, e o Juninho está tentando fazer isso", afirmou.Depois de se destacar na reta final do Brasileirão 2007, Juninho não repetiu as boas atuações daquela temporada e chegou perder a posição. O goleiro admitiu que relaxou e por isso oscilou em alguns momentos. O puxão de orelhas não veio apenas de dentro do clube, mas partiu de familiares."Cheguei aqui buscando meu espaço, sei que de 2008 para cá tiveram altos e baixos. Às vezes pode ter sido comodismo do Juninho, mas acho que agora tive duras em casa, duras da mãe também, porque vocês me viram em 2007, um tipo de jogador, e não pode ter desaparecido", ressaltou Juninho.
Sacado do time durante os coletivos da semana que antecedeu a partida contra o Grêmio, o goleiro Juninho acabou, no entanto, mantido no time que venceu o tricolor gaúcho por 2 a 1, sábado passado, no Mineirão, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.
Depois de ser barrado por Edson, que foi titular nos coletivos e chegou a acreditar que voltaria ao time contra o Grêmio, Juninho disse que não desanimou. Pelo contrário. O goleiro crê que a persistência fez com que o técnico Celso Roth voltasse atrás na decisão de sacá-lo da equipe."Fico feliz de estar trabalhando, não desistindo. Essa semana eu fui para a reserva, não abaixei a cabeça, continuei trabalhando. Eu acho que isso criou dúvida no professor Roth e ele decidiu para eu atuar novamente", observou Juninho.Cobrado pela torcida, assim como o reserva Edson, Juninho disse que tem se esforçado para se manter na forma ideal. "Estou aqui sendo pago pelo Atlético, então vou trabalhar até o final, porque eu acho que, independente de tudo, a gente tem de tentar buscar a melhor forma, e o Juninho está tentando fazer isso", afirmou.Depois de se destacar na reta final do Brasileirão 2007, Juninho não repetiu as boas atuações daquela temporada e chegou perder a posição. O goleiro admitiu que relaxou e por isso oscilou em alguns momentos. O puxão de orelhas não veio apenas de dentro do clube, mas partiu de familiares."Cheguei aqui buscando meu espaço, sei que de 2008 para cá tiveram altos e baixos. Às vezes pode ter sido comodismo do Juninho, mas acho que agora tive duras em casa, duras da mãe também, porque vocês me viram em 2007, um tipo de jogador, e não pode ter desaparecido", ressaltou Juninho.
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