Para zagueiro Marcos,mudanças de técnico são decididas sempre pelos resultados.Gustavo Andrade Em Belo Horizonte
Um dos mais experientes jogadores do Atlético-MG, o zagueiro Marcos, que é capitão do time, revela a necessidade de uma adaptação rápida ao novo técnico Celso Roth, que iniciou seu trabalho na tarde de segunda-feira, quando comandou um treinamento na Cidade do Galo.
"Temos que receber bem o treinador como fazemos com todos e que nós jogadores venhamos a nos adaptar o mais rápido possível, ao método de trabalho do novo treinador", comentou o zagueiro atleticano.Segundo Marcos, na derrota para o Vitória, por 3 a 0, na quarta-feira passada, pela Copa do Brasil, o Atlético mostrou que não havia absorvido o resultado do primeiro jogo da final, a goleada sofrida por 5 a 0, que gerou muitas expectativas."Machucou muito, embora muita gente ache que a gente não está nem aí e só pense em dinheiro. O grupo nosso é muito profissional, já trabalhamos aqui com situação de quase três meses sem receber, nem por isso deixamos de correr", afirmou o zagueiro atleticano.Marcos contou que logo após o empate em 1 a 1, no segundo jogo da final, que confirmou o título mineiro para o Cruzeiro, conversou rapidamente com Leão. "Ele me disse que ia ter uma conversa com o presidente. Não sabia se ia continuar sendo o treinador do Atlético e pediu que eu passasse essa mensagem ao grupo", comentou."A gente sabe que o resultado é que dita a presença ou não de um treinador em um clube. Leão teve uma segunda passagem com muitos atletas. No meu caso trabalhei com ele, em 2007 e o relacionamento com ele era bom", salientou."Os resultados não ajudaram e o presidente, como maior hierarquia do clube pensou que essa mudança vai trazer algo de positivo. O Celso já deu uma sacudida no grupo, o que passou a gente tem que esquecer ou tentar aprender com isso", complementou Marcos.
Um dos mais experientes jogadores do Atlético-MG, o zagueiro Marcos, que é capitão do time, revela a necessidade de uma adaptação rápida ao novo técnico Celso Roth, que iniciou seu trabalho na tarde de segunda-feira, quando comandou um treinamento na Cidade do Galo.
"Temos que receber bem o treinador como fazemos com todos e que nós jogadores venhamos a nos adaptar o mais rápido possível, ao método de trabalho do novo treinador", comentou o zagueiro atleticano.Segundo Marcos, na derrota para o Vitória, por 3 a 0, na quarta-feira passada, pela Copa do Brasil, o Atlético mostrou que não havia absorvido o resultado do primeiro jogo da final, a goleada sofrida por 5 a 0, que gerou muitas expectativas."Machucou muito, embora muita gente ache que a gente não está nem aí e só pense em dinheiro. O grupo nosso é muito profissional, já trabalhamos aqui com situação de quase três meses sem receber, nem por isso deixamos de correr", afirmou o zagueiro atleticano.Marcos contou que logo após o empate em 1 a 1, no segundo jogo da final, que confirmou o título mineiro para o Cruzeiro, conversou rapidamente com Leão. "Ele me disse que ia ter uma conversa com o presidente. Não sabia se ia continuar sendo o treinador do Atlético e pediu que eu passasse essa mensagem ao grupo", comentou."A gente sabe que o resultado é que dita a presença ou não de um treinador em um clube. Leão teve uma segunda passagem com muitos atletas. No meu caso trabalhei com ele, em 2007 e o relacionamento com ele era bom", salientou."Os resultados não ajudaram e o presidente, como maior hierarquia do clube pensou que essa mudança vai trazer algo de positivo. O Celso já deu uma sacudida no grupo, o que passou a gente tem que esquecer ou tentar aprender com isso", complementou Marcos.
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