Celso Roth quer Diego Tardelli desempenhando sua função no ataqueRodrigo Fonseca - Portal Uai
Artilheiro do Estadual, com 16 gols, atacante não marca gol há cinco jogos. Treinador mexe no time para redesenhar o caminho do gol
Cinco jogos sem marcar gol é um jejum que começa a incomodar qualquer atacante, ainda mais se tratando do artilheiro do time. É o caso de Diego Tardelli, do Atlético. Depois de balançar as redes 16 vezes no Campeonato Mineiro, o atacante passou em branco nas cinco últimas partidas.
Ao analisar a situação, o técnico Celso Roth destacou as qualidades de Tardelli e ressaltou que a maior preocupação é acertar o time para que o artilheiro volte a marcar. O principal ajuste é no meio-campo. Nas últimas partidas, o Galo sentiu a falta de um organizador das jogadas. Como a bola não chegava ao ataque, Diego Tardelli precisou deixar a área e cumprir a função de armador. Para o jogo contra o Grêmio, neste sábado, no Mineirão, Roth vai deslocar o experiente Júnior para o meio-campo.
“O Tardelli tem uma importância fundamental no time. Além de ser inteligente e altamente técnico, ele é muito rápido. Independentemente de ele fazer gol ou não, o importante é a participação dele. Ele acostumou vocês (imprensa) e a torcida do Galo mal, porque ele fazia gol em todos os jogos. Agora ele passa um período sem marcar e já vem o questionamento, o que é absolutamente normal por parte de vocês. O que me preocupa é que tenhamos o equilíbrio para que o Tardelli desempenhe a função dele. Uma hora, e espero que seja no próximo jogo, ele vai retomar o caminho dos gols. É o que ele sabe fazer”, disse Roth.
Enquanto não volta a balançar as redes, Diego Tardelli garante que não se sente pressionado. “Uma hora vai sair, assim como saiu no Campeonato Mineiro. Passei três ou quatro rodadas sem fazer e, de repente, fiz dois ou três gols. Estou tranquilo”.
Porém, dentro de campo, o atacante nem sempre mantém a calma, principalmente quando um companheiro deixa de tocar a bola para tentar a jogada individual. No intervalo do jogo contra o Avaí (2 a 2 ), no fim de semana passado, Tardelli deixou o gramado reclamando do individualismo de alguns jogadores, sem citar nomes. Depois de uma conversa com o técnico Celso Roth, o atacante ficou mais tranquilo: “Às vezes, tem um jogador que quer fazer um lance ou tem outro melhor posicionado. Quem está ali dentro sabe o quanto é difícil. São coisas do jogo. Estávamos perdendo de um a zero, e estava um pouco de cabeça quente. Mas já passou”.
Ao analisar a situação, o técnico Celso Roth destacou as qualidades de Tardelli e ressaltou que a maior preocupação é acertar o time para que o artilheiro volte a marcar. O principal ajuste é no meio-campo. Nas últimas partidas, o Galo sentiu a falta de um organizador das jogadas. Como a bola não chegava ao ataque, Diego Tardelli precisou deixar a área e cumprir a função de armador. Para o jogo contra o Grêmio, neste sábado, no Mineirão, Roth vai deslocar o experiente Júnior para o meio-campo.
“O Tardelli tem uma importância fundamental no time. Além de ser inteligente e altamente técnico, ele é muito rápido. Independentemente de ele fazer gol ou não, o importante é a participação dele. Ele acostumou vocês (imprensa) e a torcida do Galo mal, porque ele fazia gol em todos os jogos. Agora ele passa um período sem marcar e já vem o questionamento, o que é absolutamente normal por parte de vocês. O que me preocupa é que tenhamos o equilíbrio para que o Tardelli desempenhe a função dele. Uma hora, e espero que seja no próximo jogo, ele vai retomar o caminho dos gols. É o que ele sabe fazer”, disse Roth.
Enquanto não volta a balançar as redes, Diego Tardelli garante que não se sente pressionado. “Uma hora vai sair, assim como saiu no Campeonato Mineiro. Passei três ou quatro rodadas sem fazer e, de repente, fiz dois ou três gols. Estou tranquilo”.
Porém, dentro de campo, o atacante nem sempre mantém a calma, principalmente quando um companheiro deixa de tocar a bola para tentar a jogada individual. No intervalo do jogo contra o Avaí (2 a 2 ), no fim de semana passado, Tardelli deixou o gramado reclamando do individualismo de alguns jogadores, sem citar nomes. Depois de uma conversa com o técnico Celso Roth, o atacante ficou mais tranquilo: “Às vezes, tem um jogador que quer fazer um lance ou tem outro melhor posicionado. Quem está ali dentro sabe o quanto é difícil. São coisas do jogo. Estávamos perdendo de um a zero, e estava um pouco de cabeça quente. Mas já passou”.
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