Após atuações irregulares na temporada, Juninho fez boas defesas contra oRodrigo Fonseca - Portal Uai
Recém-chegado ao Atlético, Celso Roth não é o único que é visto com desconfiança por parte da torcida. Antes dele, alguns jogadores já vinham sofrendo com o questionamento dos torcedores. Coincidentemente, esses atletas foram fundamentais para o triunfo por 3 a 0 sobre o Vitória, que levou a decisão da vaga às quartas-de-final da Copa do Brasil para os pênaltis, nos quais os baianos levaram a melhor. Ao comentar a situação, o treinador saiu em defesa dos comandados:
“Temos que ter cuidado porque esses são os nossos soldados. E não se mata soldado. Estamos iniciando um Campeonato Brasileiro, estamos machucados. É um campeonato que tivemos dificuldade no ano passado. O torcedor tem que ter noção disso. Se a cada jogo a gente pegar no pé de alguém, vai sobrar quem? A gente sabe que o torcedor tem razão, está também muito machucado, mas vamos fazer de tudo para melhorar nossa situação”, disse Celso Roth.
Com apenas três dias de clube, o técnico percebeu a apreensão do torcedor quando determinado atleta recebe a bola: “Eu senti o silêncio da torcida quando alguns jogadores pegam na bola. Quero dizer para o torcedor que o jogador também sente isso. Sei que tem toda uma história, mas é muito importante que o torcedor acredite. Se ele não acreditar, fica difícil para o jogador ter segurança”.
Entre os questionados estão o goleiro Juninho, o zagueiro Welton Felipe, o lateral-esquerdo Thiago Feltri e o meia Tchô, jogadores que ainda não conseguiram convencer o torcedor, mas que tiveram boa participação contra o Vitória. “Se o Juninho não tivesse pego o pênalti (no tempo regulamentar), nós não teríamos chegado na decisão por pênaltis. O torcedor viu isso. Já o Welton é um jogador que tem qualidade técnica”, disse Roth.
O treinador atleticano revelou, por exemplo, que, assim que chegou ao clube, deu atenção especial ao armador Tchô: “Tenho acompanhado o Tchô há muito tempo. Cheguei no Atlético e falei com o Tchô. Ele hoje veio me abraçar porque eu fui muito duro com ele. Um jogador que tem a qualidade dele não pode ficar fora de uma equipe como a do Atlético”, disse Roth, que não deixou de cobrar nova postura do jogador: “Mas ele tem que brigar para chegar lá. Tem que participar, não pode só ficar dentro da qualidade técnica dele”, disse.
Celso Roth fez questão de defender também o zagueiro Leandro Almeida, que cobrou o pênalti espalmado pelo goleiro Viáfara, que valeu a eliminação do Galo da Copa do Brasil: “O Leandro, que jogou muito bem, não pode agora ser crucificado ou marcado porque perdeu o pênalti”.
“Temos que ter cuidado porque esses são os nossos soldados. E não se mata soldado. Estamos iniciando um Campeonato Brasileiro, estamos machucados. É um campeonato que tivemos dificuldade no ano passado. O torcedor tem que ter noção disso. Se a cada jogo a gente pegar no pé de alguém, vai sobrar quem? A gente sabe que o torcedor tem razão, está também muito machucado, mas vamos fazer de tudo para melhorar nossa situação”, disse Celso Roth.
Com apenas três dias de clube, o técnico percebeu a apreensão do torcedor quando determinado atleta recebe a bola: “Eu senti o silêncio da torcida quando alguns jogadores pegam na bola. Quero dizer para o torcedor que o jogador também sente isso. Sei que tem toda uma história, mas é muito importante que o torcedor acredite. Se ele não acreditar, fica difícil para o jogador ter segurança”.
Entre os questionados estão o goleiro Juninho, o zagueiro Welton Felipe, o lateral-esquerdo Thiago Feltri e o meia Tchô, jogadores que ainda não conseguiram convencer o torcedor, mas que tiveram boa participação contra o Vitória. “Se o Juninho não tivesse pego o pênalti (no tempo regulamentar), nós não teríamos chegado na decisão por pênaltis. O torcedor viu isso. Já o Welton é um jogador que tem qualidade técnica”, disse Roth.
O treinador atleticano revelou, por exemplo, que, assim que chegou ao clube, deu atenção especial ao armador Tchô: “Tenho acompanhado o Tchô há muito tempo. Cheguei no Atlético e falei com o Tchô. Ele hoje veio me abraçar porque eu fui muito duro com ele. Um jogador que tem a qualidade dele não pode ficar fora de uma equipe como a do Atlético”, disse Roth, que não deixou de cobrar nova postura do jogador: “Mas ele tem que brigar para chegar lá. Tem que participar, não pode só ficar dentro da qualidade técnica dele”, disse.
Celso Roth fez questão de defender também o zagueiro Leandro Almeida, que cobrou o pênalti espalmado pelo goleiro Viáfara, que valeu a eliminação do Galo da Copa do Brasil: “O Leandro, que jogou muito bem, não pode agora ser crucificado ou marcado porque perdeu o pênalti”.
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