Corrêa falou com exclusividade ao LANCENET! sobre acerto com o Atlético (Crédito: NELSON ALMEIDA)Volante deve chegar nesta quinta-feira a Belo Horizonte
Felipe Ribeiro MINAS GERAIS Entre em contato
O volante Corrêa já está de malas prontas para deixar a Ucrânia e se dirigir a Belo Horizonte, onde fará exames médicos, assinar contrato e passará a ser o novo reforço do Atlético para o Campeonato Brasileiro. O LANCENET! entrou em contato com o jogador que estava no aeroporto de Kiev, aguardando voo para Amsterdã, na Holanda, onde dormirá desta terça para quarta-feira e depois seguirá para o Brasil.
Corrêa não escondeu a satisfação de voltar ao futebol de seu país, disputar novamente o Brasileirão e vestir a camisa de um grande clube, que apesar dos últimos tropeços, ainda está na briga pelas primeira posições da competição nacional. A ansiedade é grande para chegar a Cidade do Galo, começar a treinar e poder entrar em campo pelo Galo. Confira a entrevista:
Você ficou satisfeito com o acerto com o Atlético?Estou muito feliz de ter chegado a um acordo com o Atlético. Poder voltar a jogar no Brasil, numclube de ponta, que se encontra nas primeiras colocações no Campeonato Brasileiro é uma satisfação muito boa. Não conheço a estrutura do clube, mas as informações são ótimas. O presidente Alexandre Kalil está fazendo um esofçro grande para contratar e manter as principais peças do grupo, então, a expectativa é ótima.
Já está de malas prontas para voltar ao Brasil? Já. Deixei tudo pronto desde ontem (segunda-feira) e estou no aeroporto. Dormirei em Amsterdã esta noite, na quarta-feira embarco para São Paulo e à noite ou no mais tardar na manhã de quinta-feira, chego a Belo Horizonte para fazer os exames e me apresentar ao Atlético.
Você estava em atividade pelo Dínamo de Kiev? Eu vinha jogando. Fiz quatro jogos já neste início de temporada e só não joguei os outros dois porque estava em negociação. Mesmo assim, continuei me cuidando, correndo, enfim, me preparando porque sabia que há qualquer momento a negociação aconteceria.
Em quanto tempo você poderá entrar em campo pelo Galo? Não dá para garantir nada, porque estava há três anos fora do Brasil. Mas a vontade é muito grande. Assim que chegar e começar a treinar, vou dar um gás a mais para poder estar à disposição do treinador o mais rapidamente possível.
Dois titulares da posição estão lesionados. Você já chega para jogar? A intenção é essa. Claro que eu vou respeitar muito os meus companheiros do grupo, mas espero me adaptar, entrosar com os demais jogadores e poder jogar pelo Atlético.
Em qual posição você vinha jogando? Volate ou lateral? Vinha jogando na minha, como volante. Aquele segundo volante que marca, mas também tem a liberdade para sair jogando. Também cheguei a atuar como tercerio volante, quase como meia, chegando bem ao ataque. Mas a posição que vou jogar dependerá do Celso Roth.
E a perna direita, está calibrada? Sempre procuro treinar muito a questão dos chutes a gol. Tento caprichar muito neste detalhe, porque sei que pode ser decisivo nas partidas. Vamos ver na hora em que eu chegar ao Atlético e colocar em prática.
Conversou com Leandro Almeida, ex-Galo e seu companheiro no Dínamo? Falei muito com Leandro sobre a minha vinda para o Atlético. Ele acabou virando muito meu amigo. Procurei ajudá-lo na questão da adaptação à Ucrânia, porque sei que é complicado para quem está chegando. Ele ficou um tempo na minha casa, inclusive. Leandro me passou ótimas informações sobre o clube, disse que a estrutura é excelente. As informações são as melhores de todos os lados que procuro saber. A ansiedade é grande para chegar e vestir a camisa do Atlético.
Corrêa não escondeu a satisfação de voltar ao futebol de seu país, disputar novamente o Brasileirão e vestir a camisa de um grande clube, que apesar dos últimos tropeços, ainda está na briga pelas primeira posições da competição nacional. A ansiedade é grande para chegar a Cidade do Galo, começar a treinar e poder entrar em campo pelo Galo. Confira a entrevista:
Você ficou satisfeito com o acerto com o Atlético?Estou muito feliz de ter chegado a um acordo com o Atlético. Poder voltar a jogar no Brasil, numclube de ponta, que se encontra nas primeiras colocações no Campeonato Brasileiro é uma satisfação muito boa. Não conheço a estrutura do clube, mas as informações são ótimas. O presidente Alexandre Kalil está fazendo um esofçro grande para contratar e manter as principais peças do grupo, então, a expectativa é ótima.
Já está de malas prontas para voltar ao Brasil? Já. Deixei tudo pronto desde ontem (segunda-feira) e estou no aeroporto. Dormirei em Amsterdã esta noite, na quarta-feira embarco para São Paulo e à noite ou no mais tardar na manhã de quinta-feira, chego a Belo Horizonte para fazer os exames e me apresentar ao Atlético.
Você estava em atividade pelo Dínamo de Kiev? Eu vinha jogando. Fiz quatro jogos já neste início de temporada e só não joguei os outros dois porque estava em negociação. Mesmo assim, continuei me cuidando, correndo, enfim, me preparando porque sabia que há qualquer momento a negociação aconteceria.
Em quanto tempo você poderá entrar em campo pelo Galo? Não dá para garantir nada, porque estava há três anos fora do Brasil. Mas a vontade é muito grande. Assim que chegar e começar a treinar, vou dar um gás a mais para poder estar à disposição do treinador o mais rapidamente possível.
Dois titulares da posição estão lesionados. Você já chega para jogar? A intenção é essa. Claro que eu vou respeitar muito os meus companheiros do grupo, mas espero me adaptar, entrosar com os demais jogadores e poder jogar pelo Atlético.
Em qual posição você vinha jogando? Volate ou lateral? Vinha jogando na minha, como volante. Aquele segundo volante que marca, mas também tem a liberdade para sair jogando. Também cheguei a atuar como tercerio volante, quase como meia, chegando bem ao ataque. Mas a posição que vou jogar dependerá do Celso Roth.
E a perna direita, está calibrada? Sempre procuro treinar muito a questão dos chutes a gol. Tento caprichar muito neste detalhe, porque sei que pode ser decisivo nas partidas. Vamos ver na hora em que eu chegar ao Atlético e colocar em prática.
Conversou com Leandro Almeida, ex-Galo e seu companheiro no Dínamo? Falei muito com Leandro sobre a minha vinda para o Atlético. Ele acabou virando muito meu amigo. Procurei ajudá-lo na questão da adaptação à Ucrânia, porque sei que é complicado para quem está chegando. Ele ficou um tempo na minha casa, inclusive. Leandro me passou ótimas informações sobre o clube, disse que a estrutura é excelente. As informações são as melhores de todos os lados que procuro saber. A ansiedade é grande para chegar e vestir a camisa do Atlético.
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