Kalil: consequências gravesO presidente do Atlético, Alexandre Kalil, se reuniu na sexta-feira com o chefe da comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Sérgio Correia, na sede da entidade, no Rio. Kalil relatou a Correia sua insatisfação com a arbitragem mineira. “Eu quis dizer pessoalmente a ele o que aconteceu em Minas Gerais”, disse o presidente do Galo, em entrevista à Rádio Itatiaia. “O que aconteceu em Belo Horizonte, na arbitragem mineira é muito grave. As consequências provavelmente deverão ser muito graves”, acrescentou. A revolta de Kalil começou no clássico vencido pelo Cruzeiro por 2 a 1, dia 15 de fevereiro, pelo Estadual. Por causa dos erros da arbitragem, o dirigente disse que existia uma quadrilha na arbitragem da Federação, chefiada por Lincoln Afonso Bicalho (presidente da comissão de arbitragem), além de chamar de ‘ladrão velho’ o árbitro da partida, Alício Pena Júnior. O dirigente acabou denunciado pela procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), com a ameaça de levar uma pena de até 660 dias de suspensão. Como nem Lincoln Afonso Bicalho nem Alício Pena Júnior formalizaram queixa no TJD, Kalil foi suspenso por apenas 60 dias. Logo após o julgamento, ele disse que tem uma equipe levantando documentos para apresentar denúncia ao Ministério Público. Segundo o presidente do Atlético, o encontro com Sérgio Correia teve também como objetivo pedir uma atenção especial ao clube as questões de arbitragem: “Eu quero que o Atlético seja tratado com o que há de melhor na arbitragem brasileira. Não quero o que aconteceu com o Simon contra o Botafogo”. Kalil se referiu ao erro do árbitro Carlos Eugênio Simon nas quartas-de-final da Copa do Brasil de 2007, quando ele não marcou um pênalti claro no armador Tchô e o Galo foi eliminado pelos cariocas. “Penso que ele (Simon) vai se aposentar sem apitar jogo do Atlético. Mas não viemos aqui vetar ninguém, nem
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