
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Desde que assumiu o gol do Atlético, há três jogos, o goleiro Aranha não sabe o que é buscar a bola nas redes. São mais de 270 minutos sem levar gol. Marca que ajudou a levar o Galo à liderança do Campeonato Brasileiro. O goleiro sabe que não tem jeito: uma hora o gol adversário vai sair. A meta então é adiar o máximo possível esse momento:
“A gente sabe que uma hora vai acontecer, mas a gente trabalha para adiar isso. Nossa equipe vem se defendendo bem, se posicionando bem. Isso ajuda bastante. Espero que o time faça mais um jogo equilibrado, com boas chances de gol, concluindo bem e defendendo muito bem”, disse.
Aranha foi contratado da Ponte Preta no final de maio. Chegou ao Atlético e encontrou um ambiente desfavorável aos goleiros já presentes no elenco. Tanto Juninho quanto Édson não tinham o apoio da maior parte da torcida. Precisou de apenas dois dias para ganhar a posição de Juninho, que mais tarde acabou deixando o Galo.
Estreou no empate sem gols com o Santo André. Depois, participou das vitórias sobre o Atlético-PR (4 a 0) e Náutico (3 a 0). Um ótimo começo de trabalho, mas que não permite empolgação: “A gente procura ficar com os pés no chão, focado. A gente tem muitos jogos pela frente ainda”, disse.
Com a camisa do Atlético, Aranha espera evoluir ainda mais o desempenho que chamou a atenção na Ponte Preta: “Foi criada uma expectativa muita grande e muito boa em torno da minha vinda para cá. Eu tinha a preocupação de não decepcionar. Eu sabia que se desse sequência ao que vinha fazendo em Campinas, tinha tudo para dar certo aqui. Estou trabalhando para fazer mais do que fazia lá. Quando você tem o reconhecimento, você vê que seu trabalho está crescendo”.
“A gente sabe que uma hora vai acontecer, mas a gente trabalha para adiar isso. Nossa equipe vem se defendendo bem, se posicionando bem. Isso ajuda bastante. Espero que o time faça mais um jogo equilibrado, com boas chances de gol, concluindo bem e defendendo muito bem”, disse.
Aranha foi contratado da Ponte Preta no final de maio. Chegou ao Atlético e encontrou um ambiente desfavorável aos goleiros já presentes no elenco. Tanto Juninho quanto Édson não tinham o apoio da maior parte da torcida. Precisou de apenas dois dias para ganhar a posição de Juninho, que mais tarde acabou deixando o Galo.
Estreou no empate sem gols com o Santo André. Depois, participou das vitórias sobre o Atlético-PR (4 a 0) e Náutico (3 a 0). Um ótimo começo de trabalho, mas que não permite empolgação: “A gente procura ficar com os pés no chão, focado. A gente tem muitos jogos pela frente ainda”, disse.
Com a camisa do Atlético, Aranha espera evoluir ainda mais o desempenho que chamou a atenção na Ponte Preta: “Foi criada uma expectativa muita grande e muito boa em torno da minha vinda para cá. Eu tinha a preocupação de não decepcionar. Eu sabia que se desse sequência ao que vinha fazendo em Campinas, tinha tudo para dar certo aqui. Estou trabalhando para fazer mais do que fazia lá. Quando você tem o reconhecimento, você vê que seu trabalho está crescendo”.
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