Diego Tardelli ainda não marcou nem sequer um gol de cabeça na temporada (Crédito: FELIPE GABRIEL)
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O técnico Celso Roth tem trabalhado um fundamento em especial com o atacante Diego Tardelli: o cabeceio. Na atual temporada, o atacante é o artilheiro do futebol brasileiro com 25 gols marcados. Ele já balançou redes de perna direita, de canhota, de pênalti, de falta, mas de cabeça ainda não aconteceu.
O próprio camisa 9 do Atlético-MG reconhce que o cabeceio é um ponto fraco e que tem tentado aprimorar no dia a dia na Cidade do Galo. Quando a bola chega para ele finalizar em um cabeceio e acaba refugando, o treinador fica na bronca.
- É verdade. O cabeceio é meu pontoArtilheiro do Galo tem receio ao subir para cabecear
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O técnico Celso Roth tem trabalhado um fundamento em especial com o atacante Diego Tardelli: o cabeceio. Na atual temporada, o atacante é o artilheiro do futebol brasileiro com 25 gols marcados. Ele já balançou redes de perna direita, de canhota, de pênalti, de falta, mas de cabeça ainda não aconteceu.
O próprio camisa 9 do Atlético-MG reconhce que o cabeceio é um ponto fraco e que tem tentado aprimorar no dia a dia na Cidade do Galo. Quando a bola chega para ele finalizar em um cabeceio e acaba refugando, o treinador fica na bronca.
- É verdade. O cabeceio é meu ponto fraco. No último jogo eu dei uma cabeçada e depois ganhei três seguidas. É um ponto fraco que eu tenho e quero aperfeiçoar a cada treino. Apesar da minha altura, é importante para o atacante saber jogar com o pé, cabecear - comentou o atacante atleticano.
A razão para a deficiência no cabeceio, porém, é justificável. No ano passado, na partida entre Flamengo e Cruzeiro, no Maracanã, no dia 3 de agosto, pelo Campeonato Brasileiro. Ele havia entrado no lugar de Erick Flores e ao subir para cabecear, acabou caindo de mau jeito, fraturando o antebraço direito.
- Tenho receio por causa do meu braço e é por isso que fico com um pouco de medo de cabecear - explicou o artilheiro.
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