Galo soma sete partidas sem conseguir vencer
LANCEPRESS!
A goleada imposta pelo Internacional sacramentou uma marca negativa do Atlético. O time alvinegro não vence há um mês. O último triunfo aconteceu diante do Coritiba, por 3 a 2, no Mineirão, no dia 2 de agosto.
De lá para cá, são sete partidas sem conhecer o sabor do triunfo. São três derrotas e quatro empates. Uma das igualdades aconteceu em compromisso válido pela Copa Sul-Americana, contra o Goiás (1 a 1).
Pior do que isso é a queda assustadora no Campeonato Brasileiro. Antes da série negativa, o Galo ocupava a vice-liderança na tabela de classificação. Agora, além de se distanciar da briga pelo título, começa a se complicar também na disputa por uma vaga na Libertadores.
O jejum coincide com a seca de gols do artilheiro Diego Tardelli. Com 32 bolas na rede em 2009, ele não deixa sua marca também há um mês, quando fez, de cabeça, um dos tentos diante do Coxa.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Atlético-MG reforçado na próxima semana Publicada em 2/9/2009 às 17:15
Jogadores podem estrear e se recuperar de lesões
LANCEPRESS!
A maré de azar pode estar indo embora do Atlético. O técnico Celso Roth já deverá contar na próxima semana com a presença de jogadores importantes que poderão encorpar o time na reta final do Campeonato Brasileiro.
Entre estreantes e recuperados de lesões, o time alvinegro poderá ter diante do Atlético-PR, no Mineirão, sete jogadores que não estavam em campo nas rodadas passadas.
Os contratados Carini, Coelho, Jorge Luiz e Benítez já deverão estar regularizados e em condições de entrar em campo pelo Galo.
Do departamento médico, poderão ser liberados Aranha, Jonilson e Márcio Araújo. O goleiro fará novo exame para saber se o estiramento na coxa está cicratizado. Já os volantes estarão aptos a fazer trabalhos físicos e, possivelmente, com bola.
Já Serginho, segue em tratamento de um estiramento no ligamento cruzado anterior. O jogador vem evoluindo bem e poderá ser liberado gradativamente para atividades físicas e técnicas. Se suportar a carga de trabalho, estará afastada a possibilidade de uma nova cirurgia no local, podendo reforçar o Alvinegro ainda este ano.
Nas últimas rodadas, o comandante alvinegro tem sofrido com a falta de opção no grupo para formar uma equipe competitiva, assim como aconteceu em boa parte do primeiro turno do Brasileirão.
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A maré de azar pode estar indo embora do Atlético. O técnico Celso Roth já deverá contar na próxima semana com a presença de jogadores importantes que poderão encorpar o time na reta final do Campeonato Brasileiro.
Entre estreantes e recuperados de lesões, o time alvinegro poderá ter diante do Atlético-PR, no Mineirão, sete jogadores que não estavam em campo nas rodadas passadas.
Os contratados Carini, Coelho, Jorge Luiz e Benítez já deverão estar regularizados e em condições de entrar em campo pelo Galo.
Do departamento médico, poderão ser liberados Aranha, Jonilson e Márcio Araújo. O goleiro fará novo exame para saber se o estiramento na coxa está cicratizado. Já os volantes estarão aptos a fazer trabalhos físicos e, possivelmente, com bola.
Já Serginho, segue em tratamento de um estiramento no ligamento cruzado anterior. O jogador vem evoluindo bem e poderá ser liberado gradativamente para atividades físicas e técnicas. Se suportar a carga de trabalho, estará afastada a possibilidade de uma nova cirurgia no local, podendo reforçar o Alvinegro ainda este ano.
Nas últimas rodadas, o comandante alvinegro tem sofrido com a falta de opção no grupo para formar uma equipe competitiva, assim como aconteceu em boa parte do primeiro turno do Brasileirão.
Após goleada, Celso Roth é freguês de Tite Publicada em 3/9/2009 às 11:52
Tite leva a melhor em confrontos contra Celso RothHá oito duelos, técnico do Inter não perde para comandante do Atlético-MG
LANCEPRESS!
Depois da goleada por 3 a 0 em cima do Atlético-MG, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, o técnico Tite já pode dizer que tem um freguês no futebol. Nos últimos oitos duelos contra Celso Roth, o treinador não perdeu nenhum deles.
No Inter desde junho do ano passado, o primeiro encontro de Tite com Roth, que comandava o Grêmio, foi no Brasileirão. No primeiro turno, empate em 1 a 1. No segundo, goleada colorada por 4 a 1.
Ainda em 2008, o Gre-Nal voltou a acontecer na primeira fase da Copa Sul-Americana. Empates em 1 a 1 e 2 a 2 eliminaram o Tricolor gaúcho. Depois de bater o rival, o Inter foi o primeiro clube brasileiro a levar o título da Sul-Americana.
Este ano, a freguesia aumentou no Campeonato Gaúcho. Três vitória do Internacional pelo mesmo placar: 2 a 1 no primeiro turno, na final do primeiro turno e no segundo turno. Colorado campeão gaúcho.
No Brasileirão 2009, vitória nesta quarta-feira e título do primeiro turno para o time de Tite que está a apenas um ponto do líder Palmeiras. Será que no returno o técnico colorado vencerá novamente o freguês Celso Roth?
Confira os duelos entre Tite e Roth:
Brasileirão 2009
Internacional 3 x 0 Atlético-MG
Campeonato Gaúcho 2009
Grêmio 1 x 2 InternacionalInternacional 2 x 1 Grêmio Internacional 2 x 1 Grêmio
Brasileirão 2008
Grêmio 1 x 1 Internacional Internacional 4 x 1 Grêmio
Copa Sul-Americana 2008
Internacional 1 x 1 Grêmio Grêmio 2 x 2 Internacional
Depois da goleada por 3 a 0 em cima do Atlético-MG, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, o técnico Tite já pode dizer que tem um freguês no futebol. Nos últimos oitos duelos contra Celso Roth, o treinador não perdeu nenhum deles.
No Inter desde junho do ano passado, o primeiro encontro de Tite com Roth, que comandava o Grêmio, foi no Brasileirão. No primeiro turno, empate em 1 a 1. No segundo, goleada colorada por 4 a 1.
Ainda em 2008, o Gre-Nal voltou a acontecer na primeira fase da Copa Sul-Americana. Empates em 1 a 1 e 2 a 2 eliminaram o Tricolor gaúcho. Depois de bater o rival, o Inter foi o primeiro clube brasileiro a levar o título da Sul-Americana.
Este ano, a freguesia aumentou no Campeonato Gaúcho. Três vitória do Internacional pelo mesmo placar: 2 a 1 no primeiro turno, na final do primeiro turno e no segundo turno. Colorado campeão gaúcho.
No Brasileirão 2009, vitória nesta quarta-feira e título do primeiro turno para o time de Tite que está a apenas um ponto do líder Palmeiras. Será que no returno o técnico colorado vencerá novamente o freguês Celso Roth?
Confira os duelos entre Tite e Roth:
Brasileirão 2009
Internacional 3 x 0 Atlético-MG
Campeonato Gaúcho 2009
Grêmio 1 x 2 InternacionalInternacional 2 x 1 Grêmio Internacional 2 x 1 Grêmio
Brasileirão 2008
Grêmio 1 x 1 Internacional Internacional 4 x 1 Grêmio
Copa Sul-Americana 2008
Internacional 1 x 1 Grêmio Grêmio 2 x 2 Internacional
A cada fracasso, Galo fica mais pressionado Publicada em 3/9/2009 às 10:14
Volante Renan admite que pressão está aumentando
LANCEPRESS!
A derrota para o Internacional representou para o Atlético um mês inteiro sem conseguir sequer uma vitória. O úlrimo triunfo foi no dia 2 de agosto, diante do Coritiba, por 3 a 2, no Mineirão. Já são seis jogos sem resultados positivos no Brasileirão e um na Sul-Americana.
O volante Renan destacou que a fase ruim tem feito com que a pressão fique cada vez maior em cima do grupo de jogadres do Galo. O camisa 5 quer mudar a situação o mais rapidamente possível. A próxima oportunidade de quebrar o jejum será diante do Santro André, neste domingo, no ABC Paulista.
- Essa sequência atrapalha. Ficar uma série de jogos sem vencer, ainda mais para a gente que estava lá em cima, complica. Mas não é apenas o Atlético, é com qualquer time. A pressão por parte da comissão técnica, da diretoria e da torcida é grande, e a gente tem que tentar reverter a partir do jogo contra o Santo André - disse o volante atleticano.
LANCEPRESS!
A derrota para o Internacional representou para o Atlético um mês inteiro sem conseguir sequer uma vitória. O úlrimo triunfo foi no dia 2 de agosto, diante do Coritiba, por 3 a 2, no Mineirão. Já são seis jogos sem resultados positivos no Brasileirão e um na Sul-Americana.
O volante Renan destacou que a fase ruim tem feito com que a pressão fique cada vez maior em cima do grupo de jogadres do Galo. O camisa 5 quer mudar a situação o mais rapidamente possível. A próxima oportunidade de quebrar o jejum será diante do Santro André, neste domingo, no ABC Paulista.
- Essa sequência atrapalha. Ficar uma série de jogos sem vencer, ainda mais para a gente que estava lá em cima, complica. Mas não é apenas o Atlético, é com qualquer time. A pressão por parte da comissão técnica, da diretoria e da torcida é grande, e a gente tem que tentar reverter a partir do jogo contra o Santo André - disse o volante atleticano.
Celso Roth vê título mais distante do Galo Publicada em 3/9/2009 às 10:05
Roth cobra reação do Galo (Crédito: Ricardo Rimoli)Treinador quer reação urgente do grupo no Campeonato Brasileiro
LANCEPRESS!
Durante todo o campeonato Brasileiro o técnico Celso Roth destacou que o objetivo do clube era fazer uma campanha de intermediária para boa e, no ano que vem, brigar pelos títulos. Com a boa campanha no início da competição, a possibilidade de conquistar o Brasileirão, já nesta temporada, acabou virando uma realidade.
Porém, os últimos fracassos da equipe alvinegra, que não vence há um mês, o discurso voltado para a taça começa a perder força. Após a goleada sofrida para o Internacional, nessa quarta-feira, Roth foi questionado se a disputa pelo primeiro lugar começa a ficar complicada. Ele não tiubeou para responder.
- Começa a ficar longe. Temos de reagir logo. Depois do jogo contra o Sport disse que ainda teríamos uma semana de turbulência. Temos todo o segundo turno, mas precisamos acabar com essa situação de não conseguir vitórias. No próximo jogo, mesmo que ainda não tenhamos a equipe toda, temos de melhorar essa situação - disse o treinador atleticano.
Atualmente, já com o mesmo número de jogos do líder Palmeiras, o Galo tem sete pontos de desvantagem na tabela de classificação. Na briga por uma vaga na Copa Libertadores de 2010, o clube mineiro tem três pontos a menos que o São Paulo, último do G4.
Durante todo o campeonato Brasileiro o técnico Celso Roth destacou que o objetivo do clube era fazer uma campanha de intermediária para boa e, no ano que vem, brigar pelos títulos. Com a boa campanha no início da competição, a possibilidade de conquistar o Brasileirão, já nesta temporada, acabou virando uma realidade.
Porém, os últimos fracassos da equipe alvinegra, que não vence há um mês, o discurso voltado para a taça começa a perder força. Após a goleada sofrida para o Internacional, nessa quarta-feira, Roth foi questionado se a disputa pelo primeiro lugar começa a ficar complicada. Ele não tiubeou para responder.
- Começa a ficar longe. Temos de reagir logo. Depois do jogo contra o Sport disse que ainda teríamos uma semana de turbulência. Temos todo o segundo turno, mas precisamos acabar com essa situação de não conseguir vitórias. No próximo jogo, mesmo que ainda não tenhamos a equipe toda, temos de melhorar essa situação - disse o treinador atleticano.
Atualmente, já com o mesmo número de jogos do líder Palmeiras, o Galo tem sete pontos de desvantagem na tabela de classificação. Na briga por uma vaga na Copa Libertadores de 2010, o clube mineiro tem três pontos a menos que o São Paulo, último do G4.
Em Atibaia, Atlético inicia preparação para domingo 03/09/2009 | 18:00
Da Assessoria de Imprensa O grupo atleticano realizou, na tarde desta quinta-feira, em Atibaia, o primeiro treinamento visando o jogo contra o Santo André, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida será disputada às 18h30 deste domingo, no estádio Bruno José Daniel, em Santo André, no interior de São Paulo. Em 7º lugar na tabela, com 34 pontos, o Galo pode ganhar até três posições em caso de vitória sobre o Santo André e terminar a 23ª rodada como integrante do G4.Neste sábado, as atividades serão pela manhã, às 9h.
Trio carioca apitará Santo André x Atlético 03/09/2009 | 14:54
Da Assessoria de Imprensa O árbitro Péricles Bassols Pegado Cortez (Asp.Fifa/RJ) apitará a partida entre Atlético e Santo André, a ser disputada às 18h30 deste domingo, no estádio Bruno José Daniel, em Santo André (SP). O jogo será válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Hilton Moutinho Rodrigues (Fifa/RJ) e Ricardo M. F. de Almeida (RJ) serão os auxiliares.
Time júnior goleia o Villa Nova pelo Estadual 02/09/2009 | 16:59
Da Assessoria de Imprensa Em partida disputada na tarde desta quarta-feira, o time júnior do Atlético goleou o Vila Nova por 6 a 0, pela terceira rodada do Campeonato Mineiro. O jogo foi realizado no campo do adversário, em Itabira. Os gols atleticanos foram marcados por Soutto, Chiquinho, Diego, Augusto, Marion e Breno.Com o resultado, a equipe alvinegra chegou aos sete pontos no Grupo F da competição. Até o momento, o time atleticano venceu o Athletic (3 x 1) e Vila Nova (6 x 0), e empatou com o Divinópolis (1 x 1).Na partida desta quarta-feira, o técnico Rogério Micale escalou o time com Camilo; Douglas (Bernardo), Márcio, Diego e Rômulo (Marion); Diney, Rafael Jataí, Soutto (Wanderson) e Wendel; Chiquinho (Francis) e Augusto (Breno).O próximo adversário atleticano será o Uberlândia, às 15h deste sábado, pela quarta rodada da competição.
A sequência que derrubou o Galo do G-4 (03/09)
Roth aposta nos reforços para reorganizar o time durante o segundo turnoRodrigo Fonseca - Portal Uai
Nos últimos nove jogos, Alvinegro somou apenas 6 pontos, segundo pior aproveitamento entre os clubes do Campeonato Brasileiro
Há 40 dias, o Atlético começava a 13ª rodada na liderança do Brasileirão, três pontos acima do segundo colocado. Passadas nove rodadas, é o sétimo. O time detém o segundo pior desempenho de uma equipe nas últimas nove partidas da competição. Venceu apenas uma vez, com três empates e cinco derrotas. Um aproveitamento de apenas 22,22%, melhor apenas que os 18,51% do Sport, clube que luta contra o rebaixamento. Bem diferente dos outros concorrentes pelas primeiras posições, que têm rendimento superior a 59%.
Explicações para a despencada nos números (de 71,79% até a 13ª rodada para 22,22% nas nove últimas) não faltam: desgaste da maratona de partidas, desfalques, falta de opções no elenco, erros coletivos e individuais.
O certo é que a desconfiança que rondou o clube antes do Campeonato Brasileiro começar - e que se afastou com as oito rodadas na liderança e 14 na zona de classificação da Libertadores - está de volta.
Terá o Atlético força para reagir a tempo de brigar por pelo menos uma vaga na Copa Libertadores? O técnico Celso Roth acha que sim. Ele aposta nos reforços contratados pelo clube nos últimos dias. Chegaram o goleiro uruguaio Carini, o zagueiro paraguaio Benítez, o lateral-direito Coelho e o volante Correa. Roth aguarda também o retorno dos volantes Márcio Araújo e Serginho, que seguem em tratamento de lesão.
“Nós temos o segundo turno todo. Eu disse depois do jogo contra o Sport que nós teríamos mais uma semana de turbulência até a volta de jogadores”, disse Celso Roth.
“Agora, claro, que nós temos que parar com essas situações e com esses jogos com resultado negativo. Isso não é bom, porque cria toda uma situação que os jogadores também começam a pensar por esse lado. E não é assim. Nós temos que, no próximo jogo, mesmo que não estejamos com a equipe toda, buscar o resultado positivo”, disse o treinador. No domingo, o Galo vai ao interior de São Paulo enfrentar o Santo André.
Aproveitamento dos times nas nove últimas rodadas
Posição
Times
Pontos
J
V
E
D
A
1
SÃO PAULO-SP
22
9
7
1
1
81,48
2
GOIÁS-GO
18
9
6
0
3
66,66
3
AVAÍ-SC
18
9
5
3
1
66,66
4
INTER-RS
16
9
5
1
3
59,25
5
PALMEIRAS-SP
16
9
4
4
1
59,25
6
ATLÉTICO-PR
15
9
5
0
4
55,55
7
SANTOS-SP
15
9
4
3
2
55,55
8
CRUZEIRO-MG
15
9
4
3
2
55,55
9
GRÊMIO-RS
14
9
4
2
3
51,85
10
NÁUTICO-PE
14
9
4
2
3
51,85
11
FLAMENGO-RJ
13
9
4
1
4
48,14
12
BARUERI-SP
11
9
3
2
4
40,74
13
CORITIBA-PR
10
9
3
1
5
37,03
14
BOTAFOGO-RJ
10
9
2
4
3
37,03
15
CORINTHIANS-SP
10
9
2
4
3
37,03
16
VITÓRIA-BA
8
9
2
2
5
29,62
17
SANTO ANDRÉ-SP
7
9
2
1
6
25,92
18
FLUMINENSE-RJ
6
9
1
3
5
22,22
19
ATLÉTICO-MG
6
9
1
3
5
22,22
20
SPORT-PE
5
9
1
2
6
18,51
Explicações para a despencada nos números (de 71,79% até a 13ª rodada para 22,22% nas nove últimas) não faltam: desgaste da maratona de partidas, desfalques, falta de opções no elenco, erros coletivos e individuais.
O certo é que a desconfiança que rondou o clube antes do Campeonato Brasileiro começar - e que se afastou com as oito rodadas na liderança e 14 na zona de classificação da Libertadores - está de volta.
Terá o Atlético força para reagir a tempo de brigar por pelo menos uma vaga na Copa Libertadores? O técnico Celso Roth acha que sim. Ele aposta nos reforços contratados pelo clube nos últimos dias. Chegaram o goleiro uruguaio Carini, o zagueiro paraguaio Benítez, o lateral-direito Coelho e o volante Correa. Roth aguarda também o retorno dos volantes Márcio Araújo e Serginho, que seguem em tratamento de lesão.
“Nós temos o segundo turno todo. Eu disse depois do jogo contra o Sport que nós teríamos mais uma semana de turbulência até a volta de jogadores”, disse Celso Roth.
“Agora, claro, que nós temos que parar com essas situações e com esses jogos com resultado negativo. Isso não é bom, porque cria toda uma situação que os jogadores também começam a pensar por esse lado. E não é assim. Nós temos que, no próximo jogo, mesmo que não estejamos com a equipe toda, buscar o resultado positivo”, disse o treinador. No domingo, o Galo vai ao interior de São Paulo enfrentar o Santo André.
Aproveitamento dos times nas nove últimas rodadas
Posição
Times
Pontos
J
V
E
D
A
1
SÃO PAULO-SP
22
9
7
1
1
81,48
2
GOIÁS-GO
18
9
6
0
3
66,66
3
AVAÍ-SC
18
9
5
3
1
66,66
4
INTER-RS
16
9
5
1
3
59,25
5
PALMEIRAS-SP
16
9
4
4
1
59,25
6
ATLÉTICO-PR
15
9
5
0
4
55,55
7
SANTOS-SP
15
9
4
3
2
55,55
8
CRUZEIRO-MG
15
9
4
3
2
55,55
9
GRÊMIO-RS
14
9
4
2
3
51,85
10
NÁUTICO-PE
14
9
4
2
3
51,85
11
FLAMENGO-RJ
13
9
4
1
4
48,14
12
BARUERI-SP
11
9
3
2
4
40,74
13
CORITIBA-PR
10
9
3
1
5
37,03
14
BOTAFOGO-RJ
10
9
2
4
3
37,03
15
CORINTHIANS-SP
10
9
2
4
3
37,03
16
VITÓRIA-BA
8
9
2
2
5
29,62
17
SANTO ANDRÉ-SP
7
9
2
1
6
25,92
18
FLUMINENSE-RJ
6
9
1
3
5
22,22
19
ATLÉTICO-MG
6
9
1
3
5
22,22
20
SPORT-PE
5
9
1
2
6
18,51
Zagueiro para por três semanas; goleiro segue em tratamento (03/09)
Welton Felipe é mais um desfalque alvinegroDaniela Mineiro - Portal Uai
O Atlético não ganha uma partida pelo Campeonato Brasileiro há seis rodadas. O técnico Celso Roth, quando questionado a respeito da queda da equipe, destacou que um dos principais problemas é o grande número de jogadores que estão em tratamento no departamento médico. O zagueiro Welton Felipe é mais um deles. Segundo o médico do Atlético, Rodrigo Lasmar, o jogador sofreu um estiramento muscular na coxa direita e deve ficar parado por mais três ou quatro semanas. O zagueiro machucou no jogo contra o Sport, no dia 30 de agosto. Já o goleiro Aranha, que está afastado desde o começo de agosto, quando, durante o treino, sofreu um estiramento muscular na coxa esquerda, passou por um exame de ressonância magnética e segue em tratamento. "A lesão não está totalmente cicatrizada. O Aranha ainda está em tratamento e vai continuar aguardando. Ele vai fazer um exame, provavelmente no final da semana que vem e, dependendo do resultado, vai poder voltar a treinar. Mas, no momento, ele está totalmente afastado", disse Lasmar.
Márcio Araújo passará por exames na próxima semana (03/09)
Márcio Araújo vai passar por novo exameDaniela Mineiro - Portal Uai
Afastado desde o final de julho, quando sofreu um estiramento muscular na coxa esquerda durante o jogo contra o Flamengo, o volante Márcio Araújo vai passar por exames na semana que vem. O médico Rodrigo Lasmar aguarda o resultado para definir o retorno do atleta aos gramados. A ausência de Márcio Araújo, juntamente com Serginho, vem sendo muito lamentada pelo técnico Celso Roth, que apontou a perda de velocidade no meio-campo da equipe após a saída desses jogadores. Serginho ainda não tem previsão de volta. Ele sofreu um estiramento no ligamento cruzado anterior do joelho direito no jogo contra o Palmeiras, em 12 de agosto, e vai precisar passar por uma reavaliação para definir como seguirá o tratamento. “O Serginho ainda não tem previsão. Ele vai ser reavaliado daqui a três semanas e, com o resultado, vamos saber se ele vai precisar ser operado”, disse Lasmar. Outro volante entregue ao departamento médico é Jonílson, que sofreu um edema na coxa esquerda na semana passada. Lasmar acredita que semana que vem ele volte a treinar.
Para lembrar Mazurkiewicz (03/09)
Paulo Galvão - Estado de Minas
O goleiro Carini chegou a Belo Horizonte, terça-feira, se reuniu com a diretoria do Galo, fez exames médicos, assinou contrato por três anos e ontem começou a trabalhar. A intenção do jogador, de 29 anos, é estar em forma o mais rapidamente possível para começar a escrever sua história com a camisa do Galo, como fez um de seus ídolos, o também goleiro uruguaio Mazurkiewicz, que defendeu o clube em 89 jogos, tendo sofrido 67 gols, entre 1972 e 1974. Carini começou a carreira no Danúbio e logo se destacou, assumindo a posição de titular aos 18 anos. Foi dono da camisa 1 da Seleção Uruguaia na Copa América’1999, sendo um dos responsáveis pela boa campanha – a Celeste foi derrotada na final pelo Brasil. Despertou o interesse de clubes europeus e a Juventus o levou. Porém, não teve chances, ficando quase sempre na reserva de Van der Sar ou Buffon. Depois de passagem pelo Standard Liège, da Bélgica, voltou à Itália, para defender a Internazionale, mas logo foi emprestado ao Cagliari. Voltou a Milão, mas foi liberado para o Real Murcia, que na última temporada disputou a Segunda Divisão espanhola. Assim, a chegada ao Atlético é encarada com grande entusiasmo. “É uma grande oportunidade para minha carreira. Venho para jogar, quero ficar aqui muitos anos. Por isso, vou me dedicar em treinos e jogos”, declarou Carini, que acredita estar pronto para estrear em 10 dias. A concentração no Galo é total. Tanto que ele garante não pensar em usar o clube como trampolim para voltar à Europa ou mesmo à Seleção Uruguaia.
O goleiro Carini chegou a Belo Horizonte, terça-feira, se reuniu com a diretoria do Galo, fez exames médicos, assinou contrato por três anos e ontem começou a trabalhar. A intenção do jogador, de 29 anos, é estar em forma o mais rapidamente possível para começar a escrever sua história com a camisa do Galo, como fez um de seus ídolos, o também goleiro uruguaio Mazurkiewicz, que defendeu o clube em 89 jogos, tendo sofrido 67 gols, entre 1972 e 1974. Carini começou a carreira no Danúbio e logo se destacou, assumindo a posição de titular aos 18 anos. Foi dono da camisa 1 da Seleção Uruguaia na Copa América’1999, sendo um dos responsáveis pela boa campanha – a Celeste foi derrotada na final pelo Brasil. Despertou o interesse de clubes europeus e a Juventus o levou. Porém, não teve chances, ficando quase sempre na reserva de Van der Sar ou Buffon. Depois de passagem pelo Standard Liège, da Bélgica, voltou à Itália, para defender a Internazionale, mas logo foi emprestado ao Cagliari. Voltou a Milão, mas foi liberado para o Real Murcia, que na última temporada disputou a Segunda Divisão espanhola. Assim, a chegada ao Atlético é encarada com grande entusiasmo. “É uma grande oportunidade para minha carreira. Venho para jogar, quero ficar aqui muitos anos. Por isso, vou me dedicar em treinos e jogos”, declarou Carini, que acredita estar pronto para estrear em 10 dias. A concentração no Galo é total. Tanto que ele garante não pensar em usar o clube como trampolim para voltar à Europa ou mesmo à Seleção Uruguaia.
Segue o tormento (03/09)
Estado de Minas
A má fase do Atlético continua, independentemente do esquema usado, da estreia de recém-contratados, da troca de atacantes. Ontem à noite, depois de dar a impressão, no primeiro tempo, de que iria interromper a sequência de seis jogos sem vitória, acabou goleado por 3 a 0 pelo Internacional, no Beira-Rio, em partida adiada da 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, caiu duas posições na classificação, perdendo lugar para o Corinthians, que, em jogo adiantado da 23ª rodada, derrotou o Santos, e para o Avaí (no saldo de gols). Os gaúchos comemoraram o título simbólico de campeões do primeiro turno, com os mesmos 37 pontos do Palmeiras na primeira metade da competição, mas com 11 vitórias, contra 10. No total, o Colorado está um ponto atrás do Verdão. Agora, o técnico Celso Roth terá mais uma vez de remontar o alvinegro, que domingo pega o Santo André, no ABC Paulista. Mais que isso, precisará unir os atletas, que deixaram o jogo se acusando mutuamente pelos maus resultados. Enquanto o atacante Diego Tardelli acusou o sistema defensivo de ser vulnerável, o zagueiro Werley rebateu lembrando que os homens de frente não aproveitaram as chances criadas. Ambos estão com a razão, ao menos no que se refere ao jogo de ontem. O Atlético, no primeiro tempo, foi bem diferente daquele time apático que ficou no 1 a 1 com o Sport. Jogando com vontade e organização, foi bem melhor que o adversário e poderia ter aberto o marcador logo aos 2min, com Rentería, que recebeu de Tardelli e errou ao tentar encobrir Lauro. Aos 12min, o colombiano voltou a ameaçar. Dessa vez, invadiu pela esquerda, passando por Bolívar e Sorondo, e chutou da entrada da área, rente à trave. Dez minutos mais tarde o Galo teve outra chance clara. Fabiano Eller deu “passe” para Diego Tardelli, que cortou Sorondo na entrada da área, mas demorou a chutar. Quando o fez, a bola bateu em Bolívar e saiu pela linha de fundo. TALENTO ARGENTINO Tentando dar mais criatividade ao Internacional, o técnico Tite pôs o armador D’Alessandro no lugar do volante Danilo Silva no intervalo. E foi o argentino quem iniciou a jogada que resultou no primeiro gol do jogo. Ele serviu Kléber, que cruzou da esquerda para Edu escorar de cabeça, sem chance para Bruno. Dois minutos depois, o próprio D’Alessandro ampliou. Bruno conseguiu defender uma bomba detonada pelo armador, mas o rebote ficou com os gaúchos, que aproveitaram: depois de tentativa de conclusão errada de Kléber, o “Cabezón” mandou petardo da marca do pênalti. Quando o Galo tentava se recobrar da pancada, tomou o terceiro gol. Em nova jogada iniciada por D’Alessandro, a bola chegou em Kléber, que cruzou para Edu se antecipar e, novamente de cabeça, marcar. O Galo conseguiu chutar a gol apenas aos 24min. Correa pegou sobra na entrada da área e tentou bater colocado, mas mandou para fora. Tentando dar alguma organização ao Galo, Celso Roth mudou o esquema para o 3-5-2, com as entradas do volante Paulinho, do atacante Pedro Oldoni e do zagueiro Thiago Cardoso. Mas não surtiu efeito.
A má fase do Atlético continua, independentemente do esquema usado, da estreia de recém-contratados, da troca de atacantes. Ontem à noite, depois de dar a impressão, no primeiro tempo, de que iria interromper a sequência de seis jogos sem vitória, acabou goleado por 3 a 0 pelo Internacional, no Beira-Rio, em partida adiada da 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, caiu duas posições na classificação, perdendo lugar para o Corinthians, que, em jogo adiantado da 23ª rodada, derrotou o Santos, e para o Avaí (no saldo de gols). Os gaúchos comemoraram o título simbólico de campeões do primeiro turno, com os mesmos 37 pontos do Palmeiras na primeira metade da competição, mas com 11 vitórias, contra 10. No total, o Colorado está um ponto atrás do Verdão. Agora, o técnico Celso Roth terá mais uma vez de remontar o alvinegro, que domingo pega o Santo André, no ABC Paulista. Mais que isso, precisará unir os atletas, que deixaram o jogo se acusando mutuamente pelos maus resultados. Enquanto o atacante Diego Tardelli acusou o sistema defensivo de ser vulnerável, o zagueiro Werley rebateu lembrando que os homens de frente não aproveitaram as chances criadas. Ambos estão com a razão, ao menos no que se refere ao jogo de ontem. O Atlético, no primeiro tempo, foi bem diferente daquele time apático que ficou no 1 a 1 com o Sport. Jogando com vontade e organização, foi bem melhor que o adversário e poderia ter aberto o marcador logo aos 2min, com Rentería, que recebeu de Tardelli e errou ao tentar encobrir Lauro. Aos 12min, o colombiano voltou a ameaçar. Dessa vez, invadiu pela esquerda, passando por Bolívar e Sorondo, e chutou da entrada da área, rente à trave. Dez minutos mais tarde o Galo teve outra chance clara. Fabiano Eller deu “passe” para Diego Tardelli, que cortou Sorondo na entrada da área, mas demorou a chutar. Quando o fez, a bola bateu em Bolívar e saiu pela linha de fundo. TALENTO ARGENTINO Tentando dar mais criatividade ao Internacional, o técnico Tite pôs o armador D’Alessandro no lugar do volante Danilo Silva no intervalo. E foi o argentino quem iniciou a jogada que resultou no primeiro gol do jogo. Ele serviu Kléber, que cruzou da esquerda para Edu escorar de cabeça, sem chance para Bruno. Dois minutos depois, o próprio D’Alessandro ampliou. Bruno conseguiu defender uma bomba detonada pelo armador, mas o rebote ficou com os gaúchos, que aproveitaram: depois de tentativa de conclusão errada de Kléber, o “Cabezón” mandou petardo da marca do pênalti. Quando o Galo tentava se recobrar da pancada, tomou o terceiro gol. Em nova jogada iniciada por D’Alessandro, a bola chegou em Kléber, que cruzou para Edu se antecipar e, novamente de cabeça, marcar. O Galo conseguiu chutar a gol apenas aos 24min. Correa pegou sobra na entrada da área e tentou bater colocado, mas mandou para fora. Tentando dar alguma organização ao Galo, Celso Roth mudou o esquema para o 3-5-2, com as entradas do volante Paulinho, do atacante Pedro Oldoni e do zagueiro Thiago Cardoso. Mas não surtiu efeito.
Para Roth, time pagou caro pelos gols perdidos (03/09)
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Ao analisar a derrota por 3 a 0 para o Internacional, no Beira-Rio, o técnico do Atlético, Celso Roth, apontou as chances perdidas pelo time no primeiro tempo como fundamentais para o resultado negativo. “O fundamental foi nós não termos feito o gol no primeiro tempo. Dominamos o jogo e tivemos oportunidades. Aí o Internacional, aqui dentro, é isso que a gente sabe muito bem. Vem para cima. Com as modificações com jogadores de qualidade que tem, levamos um gol. E saímos para tentar o empate. E acabou acontecendo de novo (o gol)”, disse Roth. O Galo desperdiçou pelo menos duas oportunidades reais de gol na etapa inicial, uma com Rentería e outra com Diego Tardelli. No segundo tempo, o Internacional abriu o placar logo aos cinco minutos e desestruturou a equipe alvinegra. Para mudar o quadro da partida no segundo tempo, o Inter contou com o argentino D'Alessandro, que entrou no time e teve participação decisiva: “Desequilibrou porque fez o gol. Ele é um jogador que tem qualidade. O D’Alessandro entrou e, com toda a habilidade que tem, começou a movimentar. Levamos um gol. Não fomos surpreendidos, porque nós sabíamos que ele ia entrar. Então, o que faltou foi um pouquinho de percepção, manter o que nós tínhamos combinado. Mas acontece e em um time que está com tantos desfalques quanto o nosso e, principalmente, em um setor vital, que é o meio-campo”, disse Roth, mais uma vez lamentando as ausências dos volantes Márcio Araújo, Serginho e Jonílson, todos lesionados. O Atlético não vence há sete jogos, sendo seis pelo Campeonato Brasileiro. O time, que já foi líder, caiu para a sétima posição, com 34 pontos. Está a sete do primeiro colocado, o Palmeiras. Questionado se o sonho do título começa a ficar distante, Celso Roth disse: “Começa. Nós temos que reagir logo”. No domingo, o Galo vai ao interior paulista encarar o Santo André.
Ao analisar a derrota por 3 a 0 para o Internacional, no Beira-Rio, o técnico do Atlético, Celso Roth, apontou as chances perdidas pelo time no primeiro tempo como fundamentais para o resultado negativo. “O fundamental foi nós não termos feito o gol no primeiro tempo. Dominamos o jogo e tivemos oportunidades. Aí o Internacional, aqui dentro, é isso que a gente sabe muito bem. Vem para cima. Com as modificações com jogadores de qualidade que tem, levamos um gol. E saímos para tentar o empate. E acabou acontecendo de novo (o gol)”, disse Roth. O Galo desperdiçou pelo menos duas oportunidades reais de gol na etapa inicial, uma com Rentería e outra com Diego Tardelli. No segundo tempo, o Internacional abriu o placar logo aos cinco minutos e desestruturou a equipe alvinegra. Para mudar o quadro da partida no segundo tempo, o Inter contou com o argentino D'Alessandro, que entrou no time e teve participação decisiva: “Desequilibrou porque fez o gol. Ele é um jogador que tem qualidade. O D’Alessandro entrou e, com toda a habilidade que tem, começou a movimentar. Levamos um gol. Não fomos surpreendidos, porque nós sabíamos que ele ia entrar. Então, o que faltou foi um pouquinho de percepção, manter o que nós tínhamos combinado. Mas acontece e em um time que está com tantos desfalques quanto o nosso e, principalmente, em um setor vital, que é o meio-campo”, disse Roth, mais uma vez lamentando as ausências dos volantes Márcio Araújo, Serginho e Jonílson, todos lesionados. O Atlético não vence há sete jogos, sendo seis pelo Campeonato Brasileiro. O time, que já foi líder, caiu para a sétima posição, com 34 pontos. Está a sete do primeiro colocado, o Palmeiras. Questionado se o sonho do título começa a ficar distante, Celso Roth disse: “Começa. Nós temos que reagir logo”. No domingo, o Galo vai ao interior paulista encarar o Santo André.
Kalil volta ao Twitter e retifica: 'Não desanimo' (02/09)

Minutos depois de escrever em seu Twitter ‘Isso desanima...’, o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, voltou ao microblog e mudou o discurso: “E não desanimo NADA! NADA! AMANHÃ, EU CHEGO UMA HORA MAIS CEDO NA SEDE!”, escreveu Kalil. O dirigente também mostrou-se descontente com questionamentos da imprensa ao técnico Celso Roth: “Jornalista que pergunta ao Celso Roth se o Atlético acostumou-se a perder não tem memória. Ou é mal intencionado!”, escreveu no Twitter. Tudo isso aconteceu após a derrota do Atlético para o Internacional por 3 a 0, pelo Campeonato Brasileiro. O Galo não aproveitou oportunidades claras no primeiro tempo, perdidas por Rentería e Diego Tardelli. Na etapa final, não resistiu aos ataques do Colorado e sofreu três gols. No final do jogo, o atacante Diego Tardelli reclamou publicamente da defesa. O zagueiro Werley retrucou, lembrando os gols perdidos no ataque. Já são sete partidas sem vitória, sendo seis pelo Brasileirão. O time que chegou a liderar a competição, ocupa hoje a sétima posição.
Após derrota, Tardelli culpa a defesa e leva o troco (02/09)
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Os resultados não aparecem - já são sete jogos sem vencer -, a cabeça esquenta e declarações polêmicas surgem. Foi assim após a derrota do Atlético por 3 a 0 para o Internacional. Ao deixar o gramado, o atacante Diego Tardelli culpou a defesa: “O time jogou mal de novo. A defesa nossa estava perdida. É só chegar a bola lá que a gente toma gol. A gente se esforça ao máximo aqui na frente e, quando chega lá atrás, só toma perigo de gol. Está difícil assim”. O troco não demorou. O zagueiro Werley rebateu lembrando que, antes de a defesa sofrer os gols, os atacantes perderam chances claras de marcar. “É, tem que ver também, a gente tem oportunidade na frente e ele não faz. Eu acho que quando perde, perde todo mundo. E, quando ganha, ganha todo mundo. Nosso time jogou mal”, disse o zagueiro. O técnico Celso Roth procurou amenizar o atrito entre os jogadores: “Realmente, pelo primeiro tempo que a gente fez, a gente ficou sentindo muito. O jogador sai de cabeça quente, porque lutou, perdeu a oportunidade. A gente tem que considerar isso também depois de um jogo desses”.
Os resultados não aparecem - já são sete jogos sem vencer -, a cabeça esquenta e declarações polêmicas surgem. Foi assim após a derrota do Atlético por 3 a 0 para o Internacional. Ao deixar o gramado, o atacante Diego Tardelli culpou a defesa: “O time jogou mal de novo. A defesa nossa estava perdida. É só chegar a bola lá que a gente toma gol. A gente se esforça ao máximo aqui na frente e, quando chega lá atrás, só toma perigo de gol. Está difícil assim”. O troco não demorou. O zagueiro Werley rebateu lembrando que, antes de a defesa sofrer os gols, os atacantes perderam chances claras de marcar. “É, tem que ver também, a gente tem oportunidade na frente e ele não faz. Eu acho que quando perde, perde todo mundo. E, quando ganha, ganha todo mundo. Nosso time jogou mal”, disse o zagueiro. O técnico Celso Roth procurou amenizar o atrito entre os jogadores: “Realmente, pelo primeiro tempo que a gente fez, a gente ficou sentindo muito. O jogador sai de cabeça quente, porque lutou, perdeu a oportunidade. A gente tem que considerar isso também depois de um jogo desses”.
Jogadores tentam justificar derrota para o Internacional (02/09)
Daniela Mineiro - Portal Uai
Com a derrota por 3 a 0 para o Internacional, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, o Atlético, além de cair duas posições na tabela, passando do quinto para o sétimo lugar, completou um mês sem conseguir os três pontos. A última vitória do time alvinegro foi contra o Coritiba, por 3 a 2, no Mineirão. Jogando fora de Belo Horizonte, o último triunfo foi diante do Santos, em 21 de junho. O Galo começou jogando bem, desperdiçou excelentes chances de gol e acabou entregando o jogo no segundo tempo. Com 17 minutos, o placar já marcava 3 a 0 para os colorados. Os jogadores, mais uma vez, lamentaram a atuação da equipe. O goleiro Bruno tentou justificar a derrota. “Está todo mundo na luta, mas não está acontecendo resultado. A gente está vindo de lesões, o pessoal do júnior está subindo, um pessoal inexperiente. Não é desculpa, mas a gente tem que trabalhar e rever esses conceitos. Tem que rever tudo isso também”. O volante Renan reconheceu o mau momento que a equipe passa e acredita que chegou a hora de reverter a situação. “A cobrança por parte da comissão, da diretoria e da própria torcida é grande. E a gente tem que reverter isso com trabalho. Temos que tentar mudar essa situação a partir do próximo jogo, contra o Santo André”.
Com a derrota por 3 a 0 para o Internacional, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, o Atlético, além de cair duas posições na tabela, passando do quinto para o sétimo lugar, completou um mês sem conseguir os três pontos. A última vitória do time alvinegro foi contra o Coritiba, por 3 a 2, no Mineirão. Jogando fora de Belo Horizonte, o último triunfo foi diante do Santos, em 21 de junho. O Galo começou jogando bem, desperdiçou excelentes chances de gol e acabou entregando o jogo no segundo tempo. Com 17 minutos, o placar já marcava 3 a 0 para os colorados. Os jogadores, mais uma vez, lamentaram a atuação da equipe. O goleiro Bruno tentou justificar a derrota. “Está todo mundo na luta, mas não está acontecendo resultado. A gente está vindo de lesões, o pessoal do júnior está subindo, um pessoal inexperiente. Não é desculpa, mas a gente tem que trabalhar e rever esses conceitos. Tem que rever tudo isso também”. O volante Renan reconheceu o mau momento que a equipe passa e acredita que chegou a hora de reverter a situação. “A cobrança por parte da comissão, da diretoria e da própria torcida é grande. E a gente tem que reverter isso com trabalho. Temos que tentar mudar essa situação a partir do próximo jogo, contra o Santo André”.
'Isso desanima...', diz Alexandre Kalil em seu Twitter (02/09)

Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Após a derrota do time por 3 a 0 para o Internacional, o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, acionou seu Twitter. Escreveu apenas: ‘Isso desanima...’, sem especificar o assunto. Contra o Inter, o Galo não aproveitou oportunidades claras no primeiro tempo, perdidas por Rentería e Diego Tardelli. Na etapa final, não resistiu aos ataques do Colorado e sofreu três gols. No final do jogo, o atacante Diego Tardelli reclamou publicamente da defesa. O zagueiro Werley retrucou, lembrando os gols perdidos no ataque.
Mazurkiewicz será a inspiração de Carini (02/09)

O Atlético apresentou oficialmente, na tarde desta quarta-feira, o seu mais novo reforço para o restante do Campeonato Brasileiro e da Copa Sul-Americana: Fabián Carini. O goleiro uruguaio chegou a Belo Horizonte nessa terça e assinou um contrato de três anos com o clube alvinegro.
Após vestir a camisa preta e branca, Carini disse que está muito feliz por atuar no futebol brasileiro e no Atlético. "É uma responsabilidade grande chegar num clube que esta brigando no alto da tabela mas eu chego feliz, empolgado, quero dar alegrias para esta torcida. Sei que o clube tem uma torcida grande, uma torcida fanática, e estou pronto para dar alegrias ao torcedor", reiterou.
Com diversas passagens pela seleção do Uruguai, o camisa 1 revelou também que seu foco agora está no Galo. “Estou pensando só no Atlético, não quero saber da Europa e nem da seleção uruguaia. Não estou sendo convocado, então não me preocupo com a seleção agora".
Mazurkiewicz
Ciente da história que o goleiro Mazurkiewicz , seu compatriota, fez com a camisa 1 do Galo, entre 1972 e 1974, Carini disse que espera trilhar o mesmo caminho. "Espero poder ficar muito tempo e fazer minha historia aqui, como Mazurkiewiez fez. Sei que ele foi ídolo aqui e espero conseguir o mesmo", avisou.
Mazurkiewicz atuou no Atlético de 1972 a 1974. Defendeu a camisa alvinegra em 89 jogos e sofreu 67 gols. Disputou as Copas do Mundo de 1966, 1970 e 1974. O ex-goleiro treinou Carini na categoria Sub-15 e na seleção principal, na Copa do Mundo de 2002.
Após vestir a camisa preta e branca, Carini disse que está muito feliz por atuar no futebol brasileiro e no Atlético. "É uma responsabilidade grande chegar num clube que esta brigando no alto da tabela mas eu chego feliz, empolgado, quero dar alegrias para esta torcida. Sei que o clube tem uma torcida grande, uma torcida fanática, e estou pronto para dar alegrias ao torcedor", reiterou.
Com diversas passagens pela seleção do Uruguai, o camisa 1 revelou também que seu foco agora está no Galo. “Estou pensando só no Atlético, não quero saber da Europa e nem da seleção uruguaia. Não estou sendo convocado, então não me preocupo com a seleção agora".
Mazurkiewicz
Ciente da história que o goleiro Mazurkiewicz , seu compatriota, fez com a camisa 1 do Galo, entre 1972 e 1974, Carini disse que espera trilhar o mesmo caminho. "Espero poder ficar muito tempo e fazer minha historia aqui, como Mazurkiewiez fez. Sei que ele foi ídolo aqui e espero conseguir o mesmo", avisou.
Mazurkiewicz atuou no Atlético de 1972 a 1974. Defendeu a camisa alvinegra em 89 jogos e sofreu 67 gols. Disputou as Copas do Mundo de 1966, 1970 e 1974. O ex-goleiro treinou Carini na categoria Sub-15 e na seleção principal, na Copa do Mundo de 2002.
Héctor Fabián CARINI Hernández
Naturalidade: Montevidéu (URU)
Nascimento: 26/12/1979
Altura: 1,90m
Peso: 84kg
Clubes1997/00 - Danúbio (Uruguai) 2000/02 - Juventus (Itália)2002/04 - Standard Liège (Bélgica) 2004/05 - Inter de Milão (Itália) 2005/06 - Cagliari (Itália) 2006/07 - Inter de Milão (Itália) 2007/09 - Real Murcia (Espanha) 2009 - Atlético
TítulosCampeonato Italiano - Juventus - 2001/02 Supercopa da Itália - Juventus - 2002 Campeonato Italiano - Inter de Milão - 2006/07 Copa da Itália - Inter de Milão - 2004/05 Supercopa da Itália - Inter de Milão - 2005/06
De Porto Alegre para São Paulo: Galo treinará em Atibaia (02/09)
Portal Uai
Após a partida desta quarta-feira à noite, no Beira-Rio, contra o Internacional, a delegação atleticana não retornará para Belo Horizonte. Como no domingo a equipe de Celso Roth enfrenta o Santo André, no estádio Bruno José Daniel, no ABC Paulista, o Galo seguirá direto para Atibaia, onde já tem treinos marcados para as tardes de quinta e sexta e para a manhã do sábado.
Os alvinegros só retornam a Belo Horizonte na manhã de segunda-feira, quando começarão a preparação para o duelo contra o Atlético-PR, no Mineirão, no dia próximo dia 13.
Confira a programação do Galo até segunda-feira:QUARTA-FEIRA (2/9) 21h - Internacional x Atlético - Beira-Rio - 17ª rodada do Campeonato Brasileiro QUINTA-FEIRA (3/9) 9h20 - Saída de Porto Alegre 11h05 - Desembarque em Campinas 15h30 - Treino em Atibaia
SEXTA-FEIRA (4/9) 15h30 - Treino em Atibaia SÁBADO (5/9) 9h - Treino em Atibaia DOMINGO (6/9) 18h30 - Santo André x Atlético - Bruno José Daniel - 23ª rodada do Campeonato Brasileiro SEGUNDA-FEIRA (7/9) 10h - Retorno para Belo Horizonte 11h10 - Desembarque em Belo Horizonte
Após a partida desta quarta-feira à noite, no Beira-Rio, contra o Internacional, a delegação atleticana não retornará para Belo Horizonte. Como no domingo a equipe de Celso Roth enfrenta o Santo André, no estádio Bruno José Daniel, no ABC Paulista, o Galo seguirá direto para Atibaia, onde já tem treinos marcados para as tardes de quinta e sexta e para a manhã do sábado.
Os alvinegros só retornam a Belo Horizonte na manhã de segunda-feira, quando começarão a preparação para o duelo contra o Atlético-PR, no Mineirão, no dia próximo dia 13.
Confira a programação do Galo até segunda-feira:QUARTA-FEIRA (2/9) 21h - Internacional x Atlético - Beira-Rio - 17ª rodada do Campeonato Brasileiro QUINTA-FEIRA (3/9) 9h20 - Saída de Porto Alegre 11h05 - Desembarque em Campinas 15h30 - Treino em Atibaia
SEXTA-FEIRA (4/9) 15h30 - Treino em Atibaia SÁBADO (5/9) 9h - Treino em Atibaia DOMINGO (6/9) 18h30 - Santo André x Atlético - Bruno José Daniel - 23ª rodada do Campeonato Brasileiro SEGUNDA-FEIRA (7/9) 10h - Retorno para Belo Horizonte 11h10 - Desembarque em Belo Horizonte
Superação e estreia (02/09)
Paulo Galvão - Estado de Minas
Depois de alguns tropeços recentes do Galo no Campeonato Brasileiro, os atleticanos lembravam que a equipe continuava nas primeiras posições na classificação e que tinha um jogo a menos que a maioria dos adversários. Hoje, o alvinegro fará esta partida, que havia sido adiada da 17ª rodada, contra o Internacional, às 21h, no Beira-Rio. No caso de vitória, o time alvinegro volta ao grupo dos quatro primeiros, que se classificam para a Copa Libertadores de 2010, superando o São Paulo. Por outro lado, se for derrotado, perde a quinta posição para o Avaí. O Galo não vence há seis partidas, sendo cinco pelo Nacional. A última vez foi há exatamente um mês, em 2 de agosto, quando fez 3 a 2 sobre o Coritiba, no Mineirão. Desde então, empatou quatro jogos em casa, sendo um pela Copa Sul-Americana, e perdeu dois como visitante. Para que as coisas voltem ao bom caminho, o técnico Celso Roth aposta na superação de seus comandados e também em novidades. A principal delas é a estreia do volante Correa, suprindo uma carência aberta depois que os volante Jonílson, Serginho e Márcio Araújo se contundiram. Welton Felipe e Evandro também estão fora, por lesão e suspensão, respectivamente. Segundo o treinador, um dos benefícios do estreante e também de outros recém-contratados pelo Galo, como o lateral Coelho e os zagueiros Benítez e Jorge Luiz, é dar mais experiência à equipe. Correa vai ser responsável pela saída de bola no esquema 3-5-2 adotado por Roth e terá como companheiros de meio-campo os alas Carlos Alberto e Thiago Feltri, o também volante Renan e o armador Renan Oliveira. Outra novidade pode aparecer no ataque. Depois de estrear contra o Avaí e ser titular também contra o Goiás, quando o Galo usou uma equipe reserva, Rentería pode ganhar a posição de Éder Luís e formar dupla com Diego Tardelli. Se isso ocorrer, a partida de hoje será ainda mais especial para o colombiano, que ficou conhecido no Brasil defendendo justamente o Internacional. Ele sabe que a torcida será toda do adversário, mas acha que receberá carinho daqueles que já o incentivaram. “Acho que serei bem recebido, pois ajudei a conquistar títulos, dei alegria aos torcedores. Mas as coisas boas que vivi lá ficaram para trás. Agora estou vivendo outra realidade, que é o Atlético, e vou procurar ajudar meu time. Será um jogo difícil, mas estamos confiantes”, afirmou ele, que passou dois anos no clube gaúcho. “Não tem segredo jogar no Beira-Rio, tem de ir com a mentalidade de vencer. Eles estão na nossa frente e precisamos encostar.” Apesar de ter chegado há pouco mais de um mês ao clube, ele sabe que o Atlético precisa reagir se quiser lutar por algo maior no Brasileiro. Por isso, não vê outra saída que não seja vencer o jogo de hoje. Carini chega e acerta contrato por três anos Enquanto o time se preparava em Porto Alegre para pegar o Inter, o goleiro uruguaio Carini, de 29 anos, esteve na tarde de ontem na sede de Lourdes, onde acertou, em rápida reunião, contrato de três anos com o Galo. Ele seguiu para uma clínica, onde iniciou os exames clínicos e médicos, devendo assinar o acordo e ser apresentado oficialmente hoje à tarde. “Estou muito contente de estar aqui. Agora é fazer todas as avaliações para, então, falar como jogador do Atlético”, disse Carini. Ele iniciou a carreira no Danúbio de seu país natal, passou por Itália e Bélgica e na temporada passada defendeu o Real Murcia. Foi o clube espanhol quem impediu que o jogador viesse antes para o alvinegro, não aceitando liberá-lo em maio. Livre, ele comemora o acerto. “Há uns três meses já havia manifestado meu desejo de jogar no Brasil, um país importante, um grande centro de futebol. A intenção era vir antes, mas o Real Murcia não deixou”, disse. Se Carini chega, outro goleiro sai. Ontem, o Galo anunciou a rescisão com Édson, que estava no clube desde 2002, quando chegou para defender a equipe juvenil e tinha vínculo até fevereiro de 2011. Ele disputou 54 jogos pela equipe profissional e sofreu 79 gols.
Depois de alguns tropeços recentes do Galo no Campeonato Brasileiro, os atleticanos lembravam que a equipe continuava nas primeiras posições na classificação e que tinha um jogo a menos que a maioria dos adversários. Hoje, o alvinegro fará esta partida, que havia sido adiada da 17ª rodada, contra o Internacional, às 21h, no Beira-Rio. No caso de vitória, o time alvinegro volta ao grupo dos quatro primeiros, que se classificam para a Copa Libertadores de 2010, superando o São Paulo. Por outro lado, se for derrotado, perde a quinta posição para o Avaí. O Galo não vence há seis partidas, sendo cinco pelo Nacional. A última vez foi há exatamente um mês, em 2 de agosto, quando fez 3 a 2 sobre o Coritiba, no Mineirão. Desde então, empatou quatro jogos em casa, sendo um pela Copa Sul-Americana, e perdeu dois como visitante. Para que as coisas voltem ao bom caminho, o técnico Celso Roth aposta na superação de seus comandados e também em novidades. A principal delas é a estreia do volante Correa, suprindo uma carência aberta depois que os volante Jonílson, Serginho e Márcio Araújo se contundiram. Welton Felipe e Evandro também estão fora, por lesão e suspensão, respectivamente. Segundo o treinador, um dos benefícios do estreante e também de outros recém-contratados pelo Galo, como o lateral Coelho e os zagueiros Benítez e Jorge Luiz, é dar mais experiência à equipe. Correa vai ser responsável pela saída de bola no esquema 3-5-2 adotado por Roth e terá como companheiros de meio-campo os alas Carlos Alberto e Thiago Feltri, o também volante Renan e o armador Renan Oliveira. Outra novidade pode aparecer no ataque. Depois de estrear contra o Avaí e ser titular também contra o Goiás, quando o Galo usou uma equipe reserva, Rentería pode ganhar a posição de Éder Luís e formar dupla com Diego Tardelli. Se isso ocorrer, a partida de hoje será ainda mais especial para o colombiano, que ficou conhecido no Brasil defendendo justamente o Internacional. Ele sabe que a torcida será toda do adversário, mas acha que receberá carinho daqueles que já o incentivaram. “Acho que serei bem recebido, pois ajudei a conquistar títulos, dei alegria aos torcedores. Mas as coisas boas que vivi lá ficaram para trás. Agora estou vivendo outra realidade, que é o Atlético, e vou procurar ajudar meu time. Será um jogo difícil, mas estamos confiantes”, afirmou ele, que passou dois anos no clube gaúcho. “Não tem segredo jogar no Beira-Rio, tem de ir com a mentalidade de vencer. Eles estão na nossa frente e precisamos encostar.” Apesar de ter chegado há pouco mais de um mês ao clube, ele sabe que o Atlético precisa reagir se quiser lutar por algo maior no Brasileiro. Por isso, não vê outra saída que não seja vencer o jogo de hoje. Carini chega e acerta contrato por três anos Enquanto o time se preparava em Porto Alegre para pegar o Inter, o goleiro uruguaio Carini, de 29 anos, esteve na tarde de ontem na sede de Lourdes, onde acertou, em rápida reunião, contrato de três anos com o Galo. Ele seguiu para uma clínica, onde iniciou os exames clínicos e médicos, devendo assinar o acordo e ser apresentado oficialmente hoje à tarde. “Estou muito contente de estar aqui. Agora é fazer todas as avaliações para, então, falar como jogador do Atlético”, disse Carini. Ele iniciou a carreira no Danúbio de seu país natal, passou por Itália e Bélgica e na temporada passada defendeu o Real Murcia. Foi o clube espanhol quem impediu que o jogador viesse antes para o alvinegro, não aceitando liberá-lo em maio. Livre, ele comemora o acerto. “Há uns três meses já havia manifestado meu desejo de jogar no Brasil, um país importante, um grande centro de futebol. A intenção era vir antes, mas o Real Murcia não deixou”, disse. Se Carini chega, outro goleiro sai. Ontem, o Galo anunciou a rescisão com Édson, que estava no clube desde 2002, quando chegou para defender a equipe juvenil e tinha vínculo até fevereiro de 2011. Ele disputou 54 jogos pela equipe profissional e sofreu 79 gols.
A ilustre visita do Vitória de Setúbal (02/09)
Eugênio Moreira - Estado de Minas
O que hoje é corriqueiro, há 80 anos, foi uma grande novidade para o torcedor de Belo Horizonte: uma equipe estrangeira em exibição na cidade. “Bello Horizonte, pela primeira vez, vae assistir a um jogo internacional de foot-ball: o Victoria FC, de Setúbal, virá enfrentar o Club Athletico Mineiro, a convite dessa valorosa sociedade”, anunciou, com destaque, o Estado de Minas de 29 de agosto de 1929. Segundo o jornal, a notícia da vinda da equipe portuguesa “empolgou o nosso mundo esportivo e, quiçá, a toda a capital, ansiosa por presenciar um encontro internacional”. Houve venda antecipada de ingressos e mesmo as crianças tiveram de pagar preço normal: 15 mil réis na cadeira numerada, 10 mil na arquibancada, 6 mil na geral e 5 mil para senhoras. A diretoria atleticana divulgou nota explicando que, por causa do grande investimento para trazer o clube português a Belo Horizonte, solicitava de seus sócios que pagassem 5 mil réis de ingresso, além da mensalidade de agosto. Somente os escoteiros tiveram entrada gratuita. O Atlético anunciou também que, se a Liga Mineira não adiasse seu jogo contra o Palmeiras, pelo Campeonato Mineiro, entregaria os pontos. Em reunião na quinta-feira, a entidade decidiu adiar todos os jogos marcados para domingo para ceder a data exclusivamente ao amistoso internacional. No entanto, os dirigentes comunicaram que estranhavam o fato de o Atlético ter negociado a vinda do time português sem avisar a entidade. “Na reprodução de fato idêntico, a Liga tomará outra atitude, para ressalvar sua autoridade”, terminava o comunicado. A delegação do Vitória, de Setúbal, chegou à capital mineira na sexta-feira à noite, foi recebida por dirigentes do Atlético, da Liga e de outros clubes, como Palestra, América, Sete de Setembro, Guarany, do Calafate, e Fluminense, e ficou hospedada no Hotel Avenida. Muitos jogadores haviam disputado a Olimpíada de Amsterdã, no ano anterior, e os destaques eram o goleiro Roquette, o zagueiro Carlos Alves e o lateral-direito Tamanqueiro. O Vitória havia feito amistosos em São Paulo e no Rio, com resultados ruins. Empatou por 2 a 2 com a Portuguesa Santista e por 1 a 1 com a Seleção da Associação Paulista de Esportes Atléticos (Apea). No Rio, perdeu por 2 a 1 para o América e também para a Seleção Carioca. Carlos Alves explicou que a equipe estranhara a iluminação nos campos cariocas, já que nunca havia jogado à noite. Sobre Belo Horizonte, o zagueiro português era só elogios: “É uma linda cidade. Suas ruas e avenidas, muito extensas, largas e bem arborizadas, fazem dela uma das mais belas cidades que conheço”. A empolgação aumentou no dia da partida, 1º de setembro: “Mais algumas horas e o mundo esportivo da capital estará vibrando de entusiasmo ante a formidável peleja internacional que se anuncia para hoje no Estádio Antônio Carlos”, anunciava o EM. O jogo foi tratado como um acontecimento histórico: “Na pugna que se travará logo, portugueses e brasileiros, mais uma vez, entrelaçados, farão uma demonstração pública do valor esportivo de uma raça forte e valorosa. Pouco importa a contagem que o final do jogo assinalará. A luta é de cordialidade”. O presidente do Atlético, Leandro Castilho Moura Costa, também destacava a ousadia do empreendimento: “Vencedor ou vencido, o Atlético estará vitorioso. E eu digo com desvanecimento: a grande vitória nós já a conquistamos – a de haver trazido à capital um clube estrangeiro. E, mais importante, coube ao Atlético proporcionar aos ‘sportmen’ de Belo Horizonte a primeira partida internacional de futebol”. O JOGO O Atlético não teve dificuldade para derrotar os portugueses: 3 a 1, de virada. Martins marcou para o Vitória. Said empatou de pênalti, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, Mário de Castro, de cabeça, e num chute forte, de fora da área, viraram o placar. Na avaliação do EM, o time de Setúbal “é um conjunto pesado. A linha dianteira não corresponde ao resto do conjunto”. O goleiro Roquette foi o destaque, impedindo uma derrota por placar mais dilatado, e os zagueiros Carlos Alves e F. Silva também foram bem. Apesar de toda a pompa que antecedeu a partida, houve dois pequenos incidentes. Os portugueses voltaram do intervalo com uma bola de numeração maior que a usada no Brasil, a 5, e queriam disputar o segundo tempo com ela. O Atlético alegou que eles jogaram com a bola brasileira em São Paulo e no Rio e que aqui não seria diferente. Os patrícios acabaram aceitando. Na etapa final, o jogo ficou interrompido por quase 10 minutos, depois que Mário de Castro e o goleiro Roquette se chocaram numa disputa de bola. Os zagueiros portugueses entenderam que houve maldade do atacante atleticano e partiram para cima de Mário e Jairo. A torcida invadiu o campo, e os policiais tiveram de intervir para acalmar os ânimos.
O que hoje é corriqueiro, há 80 anos, foi uma grande novidade para o torcedor de Belo Horizonte: uma equipe estrangeira em exibição na cidade. “Bello Horizonte, pela primeira vez, vae assistir a um jogo internacional de foot-ball: o Victoria FC, de Setúbal, virá enfrentar o Club Athletico Mineiro, a convite dessa valorosa sociedade”, anunciou, com destaque, o Estado de Minas de 29 de agosto de 1929. Segundo o jornal, a notícia da vinda da equipe portuguesa “empolgou o nosso mundo esportivo e, quiçá, a toda a capital, ansiosa por presenciar um encontro internacional”. Houve venda antecipada de ingressos e mesmo as crianças tiveram de pagar preço normal: 15 mil réis na cadeira numerada, 10 mil na arquibancada, 6 mil na geral e 5 mil para senhoras. A diretoria atleticana divulgou nota explicando que, por causa do grande investimento para trazer o clube português a Belo Horizonte, solicitava de seus sócios que pagassem 5 mil réis de ingresso, além da mensalidade de agosto. Somente os escoteiros tiveram entrada gratuita. O Atlético anunciou também que, se a Liga Mineira não adiasse seu jogo contra o Palmeiras, pelo Campeonato Mineiro, entregaria os pontos. Em reunião na quinta-feira, a entidade decidiu adiar todos os jogos marcados para domingo para ceder a data exclusivamente ao amistoso internacional. No entanto, os dirigentes comunicaram que estranhavam o fato de o Atlético ter negociado a vinda do time português sem avisar a entidade. “Na reprodução de fato idêntico, a Liga tomará outra atitude, para ressalvar sua autoridade”, terminava o comunicado. A delegação do Vitória, de Setúbal, chegou à capital mineira na sexta-feira à noite, foi recebida por dirigentes do Atlético, da Liga e de outros clubes, como Palestra, América, Sete de Setembro, Guarany, do Calafate, e Fluminense, e ficou hospedada no Hotel Avenida. Muitos jogadores haviam disputado a Olimpíada de Amsterdã, no ano anterior, e os destaques eram o goleiro Roquette, o zagueiro Carlos Alves e o lateral-direito Tamanqueiro. O Vitória havia feito amistosos em São Paulo e no Rio, com resultados ruins. Empatou por 2 a 2 com a Portuguesa Santista e por 1 a 1 com a Seleção da Associação Paulista de Esportes Atléticos (Apea). No Rio, perdeu por 2 a 1 para o América e também para a Seleção Carioca. Carlos Alves explicou que a equipe estranhara a iluminação nos campos cariocas, já que nunca havia jogado à noite. Sobre Belo Horizonte, o zagueiro português era só elogios: “É uma linda cidade. Suas ruas e avenidas, muito extensas, largas e bem arborizadas, fazem dela uma das mais belas cidades que conheço”. A empolgação aumentou no dia da partida, 1º de setembro: “Mais algumas horas e o mundo esportivo da capital estará vibrando de entusiasmo ante a formidável peleja internacional que se anuncia para hoje no Estádio Antônio Carlos”, anunciava o EM. O jogo foi tratado como um acontecimento histórico: “Na pugna que se travará logo, portugueses e brasileiros, mais uma vez, entrelaçados, farão uma demonstração pública do valor esportivo de uma raça forte e valorosa. Pouco importa a contagem que o final do jogo assinalará. A luta é de cordialidade”. O presidente do Atlético, Leandro Castilho Moura Costa, também destacava a ousadia do empreendimento: “Vencedor ou vencido, o Atlético estará vitorioso. E eu digo com desvanecimento: a grande vitória nós já a conquistamos – a de haver trazido à capital um clube estrangeiro. E, mais importante, coube ao Atlético proporcionar aos ‘sportmen’ de Belo Horizonte a primeira partida internacional de futebol”. O JOGO O Atlético não teve dificuldade para derrotar os portugueses: 3 a 1, de virada. Martins marcou para o Vitória. Said empatou de pênalti, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, Mário de Castro, de cabeça, e num chute forte, de fora da área, viraram o placar. Na avaliação do EM, o time de Setúbal “é um conjunto pesado. A linha dianteira não corresponde ao resto do conjunto”. O goleiro Roquette foi o destaque, impedindo uma derrota por placar mais dilatado, e os zagueiros Carlos Alves e F. Silva também foram bem. Apesar de toda a pompa que antecedeu a partida, houve dois pequenos incidentes. Os portugueses voltaram do intervalo com uma bola de numeração maior que a usada no Brasil, a 5, e queriam disputar o segundo tempo com ela. O Atlético alegou que eles jogaram com a bola brasileira em São Paulo e no Rio e que aqui não seria diferente. Os patrícios acabaram aceitando. Na etapa final, o jogo ficou interrompido por quase 10 minutos, depois que Mário de Castro e o goleiro Roquette se chocaram numa disputa de bola. Os zagueiros portugueses entenderam que houve maldade do atacante atleticano e partiram para cima de Mário e Jairo. A torcida invadiu o campo, e os policiais tiveram de intervir para acalmar os ânimos.
Atlético com novidades para lutar pela reação (01/09)
Rentería pode ganhar chance no timeRodrigo Fonseca - Portal Uai
Sem vencer há cinco jogos no Brasileiro, time deve ter a estreia de Correa e a volta de Renan Oliveira. Rentería também nos planos
Em jogo adiado da 17ª rodada do Campeonato Brasileiro, Atlético e Internacional, adversários diretos pelas primeiras colocações, se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h, no Beira-Rio, em Porto Alegre.
O Galo não vence há cinco jogos no Brasileirão, queda de rendimento que o fez cair da primeira para a quinta posição, com 34 pontos. Já o Inter vem de um grande resultado em casa: goleou por 4 a 0 o Goiás, que também briga no alto da tabela. O Colorado é o terceiro colocado, com 37 pontos. O líder é o Palmeiras, que soma 41.
Para tentar quebrar o jejum de vitória, mais uma vez o Atlético terá de superar os desfalques na equipe, que segue sem contar com o goleiro Aranha, o lateral-direito Marcos Rocha e os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho. O zagueiro Welton Felipe, com suspeita de lesão muscular, é mais uma ausência. Além deles, o meia Evandro cumpre suspensão.
“Estamos há seis ou sete jogos mudando o time, com ausências por lesões ou cartões. É um momento muito complicado. Estamos passando essa turbulência. A partir da semana que vem, vamos ter uma semana para trabalhar e recuperar jogadores importantes. A gente não se queixa, porque esse é um problema do Atlético, do Internacional, de todas as equipes”, disse o técnico Celso Roth.
A boa notícia é a liberação do volante Correa para defender o clube. Contratado na semana passada, o jogador, ex-Palmeiras, foi regularizado e treinou entre os titulares no trabalho tático orientado por Roth no CT do Pedra Branca, em Porto Alegre.
O time pode ter mais duas novidades. O meia Renan Oliveira deve ganhar nova chance. No ataque, Rentería treinou nesta terça-feira ao lado de Diego Tardelli. Éder Luís pode ir para a reserva. O esquema com três zagueiros deve ser mantido por Celso Roth.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL
X
ATLÉTICO
Escalações
Lauro; Bolívar, Índio e Fabiano Eller; Danilo Silva, Magrão, Guiñazu, Giuliano e Kléber; Marquinhos e Edu
Bruno; Werley, Alex Bruno e Thiago Cardoso; Carlos Alberto, Renan, Correa, Renan Oliveira e Thiago Feltri; Diego Tardelli e Éder Luís (Rentería)
Técnicos
Tite
Celso Roth
Gols
-
-
Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)Data e hora: Quarta-feira, às 21hÁrbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)Auxiliares: Marco Antônio Martins (SC) e Carlos Jorge da Rocha (AL)Motivo: 17ª rodada do Campeonato Brasileiro
O Galo não vence há cinco jogos no Brasileirão, queda de rendimento que o fez cair da primeira para a quinta posição, com 34 pontos. Já o Inter vem de um grande resultado em casa: goleou por 4 a 0 o Goiás, que também briga no alto da tabela. O Colorado é o terceiro colocado, com 37 pontos. O líder é o Palmeiras, que soma 41.
Para tentar quebrar o jejum de vitória, mais uma vez o Atlético terá de superar os desfalques na equipe, que segue sem contar com o goleiro Aranha, o lateral-direito Marcos Rocha e os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho. O zagueiro Welton Felipe, com suspeita de lesão muscular, é mais uma ausência. Além deles, o meia Evandro cumpre suspensão.
“Estamos há seis ou sete jogos mudando o time, com ausências por lesões ou cartões. É um momento muito complicado. Estamos passando essa turbulência. A partir da semana que vem, vamos ter uma semana para trabalhar e recuperar jogadores importantes. A gente não se queixa, porque esse é um problema do Atlético, do Internacional, de todas as equipes”, disse o técnico Celso Roth.
A boa notícia é a liberação do volante Correa para defender o clube. Contratado na semana passada, o jogador, ex-Palmeiras, foi regularizado e treinou entre os titulares no trabalho tático orientado por Roth no CT do Pedra Branca, em Porto Alegre.
O time pode ter mais duas novidades. O meia Renan Oliveira deve ganhar nova chance. No ataque, Rentería treinou nesta terça-feira ao lado de Diego Tardelli. Éder Luís pode ir para a reserva. O esquema com três zagueiros deve ser mantido por Celso Roth.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL
X
ATLÉTICO
Escalações
Lauro; Bolívar, Índio e Fabiano Eller; Danilo Silva, Magrão, Guiñazu, Giuliano e Kléber; Marquinhos e Edu
Bruno; Werley, Alex Bruno e Thiago Cardoso; Carlos Alberto, Renan, Correa, Renan Oliveira e Thiago Feltri; Diego Tardelli e Éder Luís (Rentería)
Técnicos
Tite
Celso Roth
Gols
-
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Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)Data e hora: Quarta-feira, às 21hÁrbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)Auxiliares: Marco Antônio Martins (SC) e Carlos Jorge da Rocha (AL)Motivo: 17ª rodada do Campeonato Brasileiro
Agora no Atlético, Rentería volta ao Beira-Rio (01/09)
Rentería quer a vitória na volta ao Beira-RioDaniela Mineiro - Portal Uai
O Atlético entra em campo nesta quarta-feira, contra o Internacional, no Beira-Rio, contando com uma ajuda especial. O atacante Rentería, que agora joga no Galo, defendeu o Colorado por dois anos, onde, inclusive, se sagrou campeão da Copa Libertadores da América de 2006. Rentería, além de conhecer muito bem o gramado, sabe como é jogar na casa do Inter. “Eu conheço mais que todos o Beira-Rio. O ambiente lá é bastante bom. Mas agora eu vou estar do outro lado, do Atlético. E acho que é importante eu poder jogar. Estou tranquilo”. Mesmo jogando contra a torcida que muito o aplaudiu, Rentería acredita que será bem recebido. “Acredito que a torcida vai me receber bem, porque eu fiz muito lá. Ajudei a equipe a conquistar títulos. Sou muito agradecido pela torcida que se comportou muito bem comigo”. Rentería sabe da importância do jogo e disse que o grupo está focado. “Se a gente vencer, podemos entrar de novo no G-4. A gente está tranquilo e trabalhando para chegar no Beira-Rio e sacar um bom resultado”. Se ganhar, o Galo iguala o número de pontos do Colarodo, que está na terceira posição, com 37 pontos.
Carini acerta três anos de contrato com o Galo (01/09)

Carini esteva na sede do Atlético para definir o contrato com o clube
Daniela Mineiro - Portal Uai
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Daniela Mineiro - Portal Uai
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Goleiro uruguaio e clube definiram as bases do compromisso em rápida reunião. Faltam apenas os exames médicos para ele assinar
Atlético e Fabián Carini, goleiro uruguaio, precisaram de apenas uma hora de reunião, na sede do clube, para acertarem um compromisso de três anos.
Carini, 29 anos, deixou a sede atleticana e foi para uma clínica em Belo Horizonte para realizar os exames médicos. Aprovado, assina o contrato.
“Primeiro, eu queria agradecer de estar aqui. Estou muito contente. Vou fazer as avaliações médicas e tomara que dê tudo certo. Na minha apresentação, podemos falar de tudo. Agora, tenho de fazer a avaliação médica”, disse Carini, após a reunião com Kalil.
O goleiro, que tem várias passagens pela seleção principal do Uruguai, estava no Real Murcia, da segunda divisão do Campeonato Espanhol. No início de agosto, rescindiu o contrato.
Quando ainda defendia o Real Murcia, primeiro semestre deste ano, foi procurado pelo Atlético. Porém, o time espanhol não o liberou.
“Minha intenção era vir para o Brasil. É um pais importante, um grande centro de futebol. A intenção era vir antes, mas o Real Murcia não deixou”, disse Carini, terceiro goleiro uruguaio a defender o Galo em seus 101 anos de história. Antes dele, Mazurkiewicz (entre 1972 e 74) e Leo Percovich (1994) vestiram a camisa alvinegra.
No Atlético, além de Fabián Carini, as outras opções para o gol são Aranha (em fase final de recuperação de lesão) e os ex-juniores Bruno (atual titular) e Renan Ribeiro, que foi convocado para defender a Seleção Sub-20 no Mundial da categoria.
Carini, 29 anos, deixou a sede atleticana e foi para uma clínica em Belo Horizonte para realizar os exames médicos. Aprovado, assina o contrato.
“Primeiro, eu queria agradecer de estar aqui. Estou muito contente. Vou fazer as avaliações médicas e tomara que dê tudo certo. Na minha apresentação, podemos falar de tudo. Agora, tenho de fazer a avaliação médica”, disse Carini, após a reunião com Kalil.
O goleiro, que tem várias passagens pela seleção principal do Uruguai, estava no Real Murcia, da segunda divisão do Campeonato Espanhol. No início de agosto, rescindiu o contrato.
Quando ainda defendia o Real Murcia, primeiro semestre deste ano, foi procurado pelo Atlético. Porém, o time espanhol não o liberou.
“Minha intenção era vir para o Brasil. É um pais importante, um grande centro de futebol. A intenção era vir antes, mas o Real Murcia não deixou”, disse Carini, terceiro goleiro uruguaio a defender o Galo em seus 101 anos de história. Antes dele, Mazurkiewicz (entre 1972 e 74) e Leo Percovich (1994) vestiram a camisa alvinegra.
No Atlético, além de Fabián Carini, as outras opções para o gol são Aranha (em fase final de recuperação de lesão) e os ex-juniores Bruno (atual titular) e Renan Ribeiro, que foi convocado para defender a Seleção Sub-20 no Mundial da categoria.
Héctor Fabián CARINI Hernández
Naturalidade: Montevidéu (URU)
Nascimento: 26/12/1979
Altura: 1,90m
Peso: 84kg
Clubes1997/00 - Danúbio (Uruguai)2000/02 - Juventus (Itália) 2002/04 - Standard Liège (Bélgica) 2004/05 - Inter de Milão (Itália) 2005/06 - Cagliari (Itália) 2006/07 - Inter de Milão (Itália) 2007/09 - Real Murcia (Espanha)
Títulos Campeonato Italiano - Juventus - 2001/02 Supercopa da Itália - Juventus - 2002 Campeonato Italiano - Inter de Milão - 2006/07 Copa da Itália - Inter de Milão - 2004/05 Supercopa da Itália - Inter de Milão - 2005/06
Via Twitter, Alexandre Kalil anuncia goleiro (01/09)
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Mais uma vez, o presidente do Atlético usou seu microblog para informar a nova contratação do clube: o uruguaio Fabián Carini
Após cerca de uma hora de reunião, na sede do clube, o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, confirmou, via Twitter, a contratação do goleiro uruguaio Fabián Carini, 29 anos. Os detalhes ainda não foram divulgados.
Mais informações em instantes
Mais uma vez, o presidente do Atlético usou seu microblog para informar a nova contratação do clube: o uruguaio Fabián Carini
Após cerca de uma hora de reunião, na sede do clube, o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, confirmou, via Twitter, a contratação do goleiro uruguaio Fabián Carini, 29 anos. Os detalhes ainda não foram divulgados.
Mais informações em instantes
Mês de desgosto (01/09)
Paulo Galvão - Estado de Minas
Agosto foi realmente o mês do desgosto para os atleticanos. Nos 31 dias que se passaram, o Galo obteve seu pior desempenho desde que o Campeonato Brasileiro começou, em maio, quando o técnico Celso Roth assumiu a equipe. Assim, os torcedores esperam que a chegada de setembro traga melhor sorte ao time alvinegro, que amanhã terá árdua tarefa diante do Internacional, no Beira-Rio, em jogo adiado da 17a rodada do Nacional (apita o alagoano Francisco Carlos Nascimento). No oitavo mês do ano, o Galo venceu apenas uma partida, contra o Coritiba, no Mineirão, dia 2. Depois, foram quatro empates, todos em casa, e duas derrotas, com aproveitamento de apenas 33% dos pontos disputados, incluindo a estreia na Copa Sul-Americana. A queda de rendimento já havia se desenhado em julho, quando o aproveitamento foi de 52,38% dos pontos, bem abaixo dos incríveis 75% de junho e dos 66,6% de maio. A curva descendente começou a partir do momento em que a equipe passou a jogar duas vezes por semana, o que acarretou maior desgaste e contusões no grupo de jogadores. Para sorte do alvinegro, os resultados de outras partidas lhes foram favoráveis, ocupando atualmente a quinta posição no Brasileiro, mesmo estando há cinco jogos sem vencer na competição. Porém, é urgente que volte a triunfar, sob o risco de ver as equipes que estão a sua frente, inclusive o próprio Colorado, se distanciarem. Todos no clube parecem estar cientes disso. Por isso, o jogo de amanhã é visto como uma verdadeira decisão. “O Brasileiro é uma competição muito disputada e todo jogo é difícil. Vamos encarar o Inter de igual para igual, pensando somente em conquistar os três pontos”, afirmou o zagueiro Werley, um dos mais regulares da equipe. Celso Roth também deseja que o time conquiste um bom resultado em Porto Alegre, mas sabe que a tarefa não é fácil. Além de enfrentar uma equipe forte, que, domingo, goleou o Goiás por 4 a 0, o Galo terá de superar os próprios problemas. Nos últimos jogos, sofreu com muitos desfalques, que ajudam a explicar a queda no desempenho com resultados como o empate em casa com o vice-lanterna Sport, por 1 a 1. A cena se repetirá contra os gaúchos, pois, além de continuar sem poder contar com os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho, do goleiro Aranha e do lateral-direito Marcos Rocha, o treinador perdeu o zagueiro Welton Felipe, que sofreu contusão muscular domingo, e com o armador Evandro, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. “Esta semana ainda será de turbulência, com dois jogos difíceis fora de casa (depois do Inter, pega o Santo André, no ABC Paulista) e uma situação de ausências. Contratamos reforços, mas eles não fazem milagres, precisam se preparar, saber como o time joga”, argumentou Celso Roth, que ganhou boa opção com a publicação, ontem, do nome do volante Correa no Boletim Informativo Diário (Bid) da CBF, o que lhe dá condições legais para jogar no Beira-Rio. Para ele, os desfalques no meio-campo acabaram sendo primordiais para que o time não conseguisse jogar tão bem quanto em outras ocasiões e, principalmente, não conquistasse resultados positivos. “Perdemos jogadores rápidos no meio e isso pesa muito, pois não podemos jogar como antes, marcando a saída de bola e saindo com rapidez”, afirmou o treinador, para quem a entrada de jogadores como Correa pode até não devolver a velocidade ao setor, mas certamente dará mais experiência ao time. Além do volante, outro recém chegado que vive a expectativa de estrear é o zagueiro Jorge Luiz. O momento é propício, pois Welton Felipe poderá ficar bom tempo no departamento médico – o jogador será submetido a exame de imagem na manhã de hoje para saber qual a gravidade da contusão.
Agosto foi realmente o mês do desgosto para os atleticanos. Nos 31 dias que se passaram, o Galo obteve seu pior desempenho desde que o Campeonato Brasileiro começou, em maio, quando o técnico Celso Roth assumiu a equipe. Assim, os torcedores esperam que a chegada de setembro traga melhor sorte ao time alvinegro, que amanhã terá árdua tarefa diante do Internacional, no Beira-Rio, em jogo adiado da 17a rodada do Nacional (apita o alagoano Francisco Carlos Nascimento). No oitavo mês do ano, o Galo venceu apenas uma partida, contra o Coritiba, no Mineirão, dia 2. Depois, foram quatro empates, todos em casa, e duas derrotas, com aproveitamento de apenas 33% dos pontos disputados, incluindo a estreia na Copa Sul-Americana. A queda de rendimento já havia se desenhado em julho, quando o aproveitamento foi de 52,38% dos pontos, bem abaixo dos incríveis 75% de junho e dos 66,6% de maio. A curva descendente começou a partir do momento em que a equipe passou a jogar duas vezes por semana, o que acarretou maior desgaste e contusões no grupo de jogadores. Para sorte do alvinegro, os resultados de outras partidas lhes foram favoráveis, ocupando atualmente a quinta posição no Brasileiro, mesmo estando há cinco jogos sem vencer na competição. Porém, é urgente que volte a triunfar, sob o risco de ver as equipes que estão a sua frente, inclusive o próprio Colorado, se distanciarem. Todos no clube parecem estar cientes disso. Por isso, o jogo de amanhã é visto como uma verdadeira decisão. “O Brasileiro é uma competição muito disputada e todo jogo é difícil. Vamos encarar o Inter de igual para igual, pensando somente em conquistar os três pontos”, afirmou o zagueiro Werley, um dos mais regulares da equipe. Celso Roth também deseja que o time conquiste um bom resultado em Porto Alegre, mas sabe que a tarefa não é fácil. Além de enfrentar uma equipe forte, que, domingo, goleou o Goiás por 4 a 0, o Galo terá de superar os próprios problemas. Nos últimos jogos, sofreu com muitos desfalques, que ajudam a explicar a queda no desempenho com resultados como o empate em casa com o vice-lanterna Sport, por 1 a 1. A cena se repetirá contra os gaúchos, pois, além de continuar sem poder contar com os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho, do goleiro Aranha e do lateral-direito Marcos Rocha, o treinador perdeu o zagueiro Welton Felipe, que sofreu contusão muscular domingo, e com o armador Evandro, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. “Esta semana ainda será de turbulência, com dois jogos difíceis fora de casa (depois do Inter, pega o Santo André, no ABC Paulista) e uma situação de ausências. Contratamos reforços, mas eles não fazem milagres, precisam se preparar, saber como o time joga”, argumentou Celso Roth, que ganhou boa opção com a publicação, ontem, do nome do volante Correa no Boletim Informativo Diário (Bid) da CBF, o que lhe dá condições legais para jogar no Beira-Rio. Para ele, os desfalques no meio-campo acabaram sendo primordiais para que o time não conseguisse jogar tão bem quanto em outras ocasiões e, principalmente, não conquistasse resultados positivos. “Perdemos jogadores rápidos no meio e isso pesa muito, pois não podemos jogar como antes, marcando a saída de bola e saindo com rapidez”, afirmou o treinador, para quem a entrada de jogadores como Correa pode até não devolver a velocidade ao setor, mas certamente dará mais experiência ao time. Além do volante, outro recém chegado que vive a expectativa de estrear é o zagueiro Jorge Luiz. O momento é propício, pois Welton Felipe poderá ficar bom tempo no departamento médico – o jogador será submetido a exame de imagem na manhã de hoje para saber qual a gravidade da contusão.
Correa: sangue novo para o time buscar a reação (31/08)
Correa já está à disposição de Celso RothDaniela Mineiro - Portal Uai
No momento em que o Atlético precisa recuperar os pontos perdidos e voltar a brigar pela liderança do Campeonato Brasileiro, o meia Correa chega para dar sangue novo ao time. Sem vencer há seis partidas, o Galo, que já foi líder do Brasileirão, está agora na quinta colocação. Nesta quarta-feira, o time joga contra o Internacional, no Beira-Rio, em jogo adiado da 17ª rodada.
Relacionado para o jogo, Correa espera agora a decisão do técnico Celso Roth. “Eu já me considero parte do grupo, mas não sei nem se eu vou jogar. Eu estou à disposição, preparado e motivado. Se ele (Roth) precisar, sabe que pode contar. O importante é, se entrar, procurar ajudar o Atlético a ter um bom resultado e continuar na briga”.
Com o meio-campo bastante comprometido, uma vez que Jonílson, Márcio Araújo e Serginho estão machucados e Evandro cumpre suspensão pelo terceiro cartão amarelo, Roth pode escalar Correa como titular no jogo contra o Inter. Porém, o meia não sabe quanto tempo de jogo suportará. Ele estava no Dínamo de Kiev, da Ucrânia, e não participou dos últimos dois jogos com a equipe.
“É difícil falar o quanto eu vou aguentar, mas a condição é boa. Se eu tiver a oportunidade de jogar, vou fazer meu melhor. Se eu entrar para jogar, é para jogar os 90 minutos”.
Correa acredita que está na hora de o Atlético voltar a vencer. “É agora que o campeonato vai começar a afunilar e se decidir. Temos que concentrar nossas forças para fazer um bom jogo. Estamos brigando pelo primeiro lugar e temos que focar nossos pensamentos nisso”.
Relacionado para o jogo, Correa espera agora a decisão do técnico Celso Roth. “Eu já me considero parte do grupo, mas não sei nem se eu vou jogar. Eu estou à disposição, preparado e motivado. Se ele (Roth) precisar, sabe que pode contar. O importante é, se entrar, procurar ajudar o Atlético a ter um bom resultado e continuar na briga”.
Com o meio-campo bastante comprometido, uma vez que Jonílson, Márcio Araújo e Serginho estão machucados e Evandro cumpre suspensão pelo terceiro cartão amarelo, Roth pode escalar Correa como titular no jogo contra o Inter. Porém, o meia não sabe quanto tempo de jogo suportará. Ele estava no Dínamo de Kiev, da Ucrânia, e não participou dos últimos dois jogos com a equipe.
“É difícil falar o quanto eu vou aguentar, mas a condição é boa. Se eu tiver a oportunidade de jogar, vou fazer meu melhor. Se eu entrar para jogar, é para jogar os 90 minutos”.
Correa acredita que está na hora de o Atlético voltar a vencer. “É agora que o campeonato vai começar a afunilar e se decidir. Temos que concentrar nossas forças para fazer um bom jogo. Estamos brigando pelo primeiro lugar e temos que focar nossos pensamentos nisso”.
Renan Ribeiro convocado para o Mundial Sub-20 (31/08)
Portal Uai
O goleiro Renan Ribeiro, do Atlético, vai disputar o Mundial Sub-20 pela Seleção Brasileira. Ele foi convocado nesta segunda-feira pelo técnico Rogério Lourenço para a competição, que será disputada no Egito, de 24 de setembro a 16 de outubro. Renan Ribeiro, 19 anos, foi promovido ao profissional do Galo este ano.
Antes de embarcar para o Egito, o Brasil fará um período de preparação na Granja Comary, em Teresópolis, de 8 a 21 de setembro.
A Seleção está no Grupo F do Mundial. Na estreia, pega a Costa Rica no dia 27 de setembro. No dia 30 de setembro, o adversário será a República Tcheca. Já no dia 3 de outubro, o Brasil pega a Austrália.
As oitavas-de-final acontecem nos dias 5, 6 e 7 de outubro e as quartas-de-final, nos dias 9 e 10 de outubro. As semifinais serão no dia 13 de outubro, e a final e a decisão de terceiro e quarto lugares no dia 16 de outubro.
Com informações da CBF
O goleiro Renan Ribeiro, do Atlético, vai disputar o Mundial Sub-20 pela Seleção Brasileira. Ele foi convocado nesta segunda-feira pelo técnico Rogério Lourenço para a competição, que será disputada no Egito, de 24 de setembro a 16 de outubro. Renan Ribeiro, 19 anos, foi promovido ao profissional do Galo este ano.
Antes de embarcar para o Egito, o Brasil fará um período de preparação na Granja Comary, em Teresópolis, de 8 a 21 de setembro.
A Seleção está no Grupo F do Mundial. Na estreia, pega a Costa Rica no dia 27 de setembro. No dia 30 de setembro, o adversário será a República Tcheca. Já no dia 3 de outubro, o Brasil pega a Austrália.
As oitavas-de-final acontecem nos dias 5, 6 e 7 de outubro e as quartas-de-final, nos dias 9 e 10 de outubro. As semifinais serão no dia 13 de outubro, e a final e a decisão de terceiro e quarto lugares no dia 16 de outubro.
Com informações da CBF
Jonílson fora dos próximos dois jogos do Atlético (31/08)
Daniela Mineiro - Portal Uai
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
O volante Jonílson vai desfalcar o Atlético por mais duas partidas, segundo o médico Otaviano Oliveira. Com um edema na coxa esquerda, que o tirou da partida contra o Sport, o jogador não enfrenta o Internacional, nesta quarta-feira, e o Santo André, no domingo. Já o goleiro Aranha realizou um exame de imagem nesta segunda. “Vamos aguardar o resultado para liberarmos ou não o jogador”, disse o médico. Aranha sofreu estiramento na coxa esquerda durante o jogo contra o Coritiba, dia 2 de agosto. Desfalcou o Atlético nas derrotas para Corinthians e Grêmio e nos empates com Palmeiras, Avaí e Sport. Quem passará por exame nesta terça-feira é o zagueiro Welton Felipe. Ele deixou o jogo passado - empate por 1 a 1 com o Sport, no Mineirão - com suspeita de lesão muscular.
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
O volante Jonílson vai desfalcar o Atlético por mais duas partidas, segundo o médico Otaviano Oliveira. Com um edema na coxa esquerda, que o tirou da partida contra o Sport, o jogador não enfrenta o Internacional, nesta quarta-feira, e o Santo André, no domingo. Já o goleiro Aranha realizou um exame de imagem nesta segunda. “Vamos aguardar o resultado para liberarmos ou não o jogador”, disse o médico. Aranha sofreu estiramento na coxa esquerda durante o jogo contra o Coritiba, dia 2 de agosto. Desfalcou o Atlético nas derrotas para Corinthians e Grêmio e nos empates com Palmeiras, Avaí e Sport. Quem passará por exame nesta terça-feira é o zagueiro Welton Felipe. Ele deixou o jogo passado - empate por 1 a 1 com o Sport, no Mineirão - com suspeita de lesão muscular.
Jonílson fora dos próximos dois jogos do Atlético (31/08)
Daniela Mineiro - Portal Uai
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
O volante Jonílson vai desfalcar o Atlético por mais duas partidas, segundo o médico Otaviano Oliveira. Com um edema na coxa esquerda, que o tirou da partida contra o Sport, o jogador não enfrenta o Internacional, nesta quarta-feira, e o Santo André, no domingo. Já o goleiro Aranha realizou um exame de imagem nesta segunda. “Vamos aguardar o resultado para liberarmos ou não o jogador”, disse o médico. Aranha sofreu estiramento na coxa esquerda durante o jogo contra o Coritiba, dia 2 de agosto. Desfalcou o Atlético nas derrotas para Corinthians e Grêmio e nos empates com Palmeiras, Avaí e Sport. Quem passará por exame nesta terça-feira é o zagueiro Welton Felipe. Ele deixou o jogo passado - empate por 1 a 1 com o Sport, no Mineirão - com suspeita de lesão muscular.
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
O volante Jonílson vai desfalcar o Atlético por mais duas partidas, segundo o médico Otaviano Oliveira. Com um edema na coxa esquerda, que o tirou da partida contra o Sport, o jogador não enfrenta o Internacional, nesta quarta-feira, e o Santo André, no domingo. Já o goleiro Aranha realizou um exame de imagem nesta segunda. “Vamos aguardar o resultado para liberarmos ou não o jogador”, disse o médico. Aranha sofreu estiramento na coxa esquerda durante o jogo contra o Coritiba, dia 2 de agosto. Desfalcou o Atlético nas derrotas para Corinthians e Grêmio e nos empates com Palmeiras, Avaí e Sport. Quem passará por exame nesta terça-feira é o zagueiro Welton Felipe. Ele deixou o jogo passado - empate por 1 a 1 com o Sport, no Mineirão - com suspeita de lesão muscular.
Correa é regularizado e viaja para Porto Alegre (31/08)
Volante Correa foi apresentado pelo clube na quinta-feira passadaCheio de desfalques nas últimas rodadas, o Atlético vai ganhar um reforço na próxima rodada do Campeonato Brasileiro. O volante Correa foi regularizado nesta segunda-feira pela diretoria do clube e foi relacionado pelo técnico Celso Roth para o jogo desta quarta-feira contra o Internacional, em Porto Alegre. Correa, 28 anos, defendeu o Palmeiras de 2003 a 2006 e estava no Dínamo de Kiev, da Ucrânia. Ele assinou contrato com o Atlético até o final de junho do ano que vem. Para enfrentar o Internacional, o Galo continua sem contar com o goleiro Aranha, o lateral-direito Marcos Rocha e os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho, todos lesionados. O zagueiro Welton Felipe também não seguiu para Porto Alegre. Ele deixou o jogo passado - empate por 1 a 1 com o Sport, no Mineirão - com suspeita de lesão muscular e fará um exame de imagem. Outro desfalque é o armador Evandro, que recebeu o terceiro cartão amarelo.
Galo é apenas o 11º melhor mandante no Brasileirão (31/08)
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Um dos motivos para o Atlético ver a liderança do Campeonato Brasileiro se transformar em uma quinta posição é a fraca campanha que o time realiza como mandante. O Galo tem apenas o 11º melhor rendimento em casa no Brasileirão, com 60.61% de aproveitamento. Como visitante, o Alvinegro está entre os cinco melhores da competição, apesar de não vencer há cinco jogos no campo adversário. O rendimento é de 40,74% (excluindo o clássico com o Cruzeiro, vencido pelo Atlético). Em seus domínios, o Galo soma cinco vitórias em 11 partidas. Amargou cinco empates e sofreu uma derrota. Ficou na igualdade em três oportunidades contra clubes que lutam contra o rebaixamento: Santo André (0 a 0), Botafogo (1 a 1) e Sport (1 a 1). Nos outros dois empates, encarou adversários diretos pelas primeiras posições: Palmeiras (1 a 1) e Avaí (2 a 2). A derrota em casa também foi frente a um concorrente direto: 1 a 0 para o Goiás.
Um dos motivos para o Atlético ver a liderança do Campeonato Brasileiro se transformar em uma quinta posição é a fraca campanha que o time realiza como mandante. O Galo tem apenas o 11º melhor rendimento em casa no Brasileirão, com 60.61% de aproveitamento. Como visitante, o Alvinegro está entre os cinco melhores da competição, apesar de não vencer há cinco jogos no campo adversário. O rendimento é de 40,74% (excluindo o clássico com o Cruzeiro, vencido pelo Atlético). Em seus domínios, o Galo soma cinco vitórias em 11 partidas. Amargou cinco empates e sofreu uma derrota. Ficou na igualdade em três oportunidades contra clubes que lutam contra o rebaixamento: Santo André (0 a 0), Botafogo (1 a 1) e Sport (1 a 1). Nos outros dois empates, encarou adversários diretos pelas primeiras posições: Palmeiras (1 a 1) e Avaí (2 a 2). A derrota em casa também foi frente a um concorrente direto: 1 a 0 para o Goiás.
Meio-campo desacelerou sem Araújo e Serginho, diz Roth (31/08)
Márcio Araújo segue em tratamentoRodrigo Fonseca - Portal Uai
Dois volantes têm feito muita falta ao Atlético, na opinião do técnico Celso Roth, ao analisar a má fase da equipe no Campeonato Brasileiro. Desde as saídas de Márcio Araújo e Serginho, ambos lesionados, o time do Galo perdeu velocidade na ligação da defesa com o ataque. “Temos que ter cuidado com as avaliações que a gente faz. Perdemos jogadores rápidos. Vocês não podem se esquecer disso. Colocamos outros jogadores no meio-campo, setor vital para o time”, disse Roth. “Tínhamos velocidade porque juntávamos os jogadores do meio-campo com o Éder Luís e o Diego Tardelli. Hoje não temos mais. O Evandro tem a qualidade de tocar a bola”, disse o treinador. Márcio Araújo se machucou durante o jogo contra o Flamengo, dia 30 de julho. Sofreu estiramento muscular de grau dois na coxa esquerda. Duas semanas depois, Serginho também se contundiu, durante o jogo contra o Palmeiras. Ele teve estiramento no ligamento cruzado anterior do joelho direito, o mesmo operado no ano passado.
Semana ainda será de turbulência, prevê Roth (31/08)

Celso Roth: 'Muita calma para administrar a situação'
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
Há cinco jogos sem vencer no Brasileirão, Atlético encara agora dois jogos fora de casa: Internacional e Santo André
Em queda de rendimento, o Atlético terá de se superar para reagir no Campeonato Brasileiro nesta semana. A previsão, pessimista ou realista, do técnico Celso Roth é de que o time terá ainda dias turbulentos.
“Esta semana ainda será de turbulência, porque como vamos montar esse time para jogar lá contra o Internacional, um candidato direto. Depois, temos que jogar contra o Santo André fora de casa”, disse. O confronto com o Inter será nesta quarta-feira, no Beira-Rio, jogo adiado da 17ª rodada. Já a partida contra o Santo André é no próximo domingo, no interior paulista.
Para enfrentar o Internacional, o Galo deve continuar sem contar com o goleiro Aranha, o lateral-direito Marcos Rocha e os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho. Além disso, o zagueiro Welton Felipe deixou o jogo passado - empate por 1 a 1 com o Sport, no Mineirão - com suspeita de lesão muscular. Já o armador Evandro recebeu o terceiro cartão amarelo.
O Galo não vence há cinco partidas no Brasileirão. Da primeira posição caiu para a quinta, agora com 34 pontos. Está a sete do líder Palmeiras. O lado positivo é que a equipe tem um jogo a menos que os paulistas. O lado negativo é que o Alvinegro não tem demonstrado força de reação. O time tem sentido falta de alguns jogadores que estão lesionados.
A diretoria buscou reforços. Nos últimos dias, apresentou o lateral-direito Coelho, os zagueiros Jorge Luiz (ex-Vasco) e Pedro Benítez (paraguaio, que estava no Tigres do México) e o volante Correa.
“Esses jogadores que estão chegando não são milagrosos. Precisam se adaptar ao trabalho, precisam saber como o time joga. De que jeito faremos isso esta semana? Certamente teremos uma semana muito complicada. Vamos precisar de muita calma para administrar essa situação”, disse Celso Roth.
Contra o Internacional, o treinador não deve contar com os novos reforços: “Eles ainda não têm a condição legal ou ainda não estão fisicamente bem. Ainda bem que isso aconteceu agora, pois pode ser que tenhamos tempo de recuperar, porque estamos virando o turno”.
“Esta semana ainda será de turbulência, porque como vamos montar esse time para jogar lá contra o Internacional, um candidato direto. Depois, temos que jogar contra o Santo André fora de casa”, disse. O confronto com o Inter será nesta quarta-feira, no Beira-Rio, jogo adiado da 17ª rodada. Já a partida contra o Santo André é no próximo domingo, no interior paulista.
Para enfrentar o Internacional, o Galo deve continuar sem contar com o goleiro Aranha, o lateral-direito Marcos Rocha e os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho. Além disso, o zagueiro Welton Felipe deixou o jogo passado - empate por 1 a 1 com o Sport, no Mineirão - com suspeita de lesão muscular. Já o armador Evandro recebeu o terceiro cartão amarelo.
O Galo não vence há cinco partidas no Brasileirão. Da primeira posição caiu para a quinta, agora com 34 pontos. Está a sete do líder Palmeiras. O lado positivo é que a equipe tem um jogo a menos que os paulistas. O lado negativo é que o Alvinegro não tem demonstrado força de reação. O time tem sentido falta de alguns jogadores que estão lesionados.
A diretoria buscou reforços. Nos últimos dias, apresentou o lateral-direito Coelho, os zagueiros Jorge Luiz (ex-Vasco) e Pedro Benítez (paraguaio, que estava no Tigres do México) e o volante Correa.
“Esses jogadores que estão chegando não são milagrosos. Precisam se adaptar ao trabalho, precisam saber como o time joga. De que jeito faremos isso esta semana? Certamente teremos uma semana muito complicada. Vamos precisar de muita calma para administrar essa situação”, disse Celso Roth.
Contra o Internacional, o treinador não deve contar com os novos reforços: “Eles ainda não têm a condição legal ou ainda não estão fisicamente bem. Ainda bem que isso aconteceu agora, pois pode ser que tenhamos tempo de recuperar, porque estamos virando o turno”.
Decadência a olhos vistos (31/08)
Paulo Galvão - Estado de Minas
Depois de um início fulminante de Campeonato Brasileiro, quando apresentou futebol envolvente e abatia adversários tanto dentro quanto fora de casa, o Atlético entrou em decadência e completou a sexta partida seguida sem vencer, incluindo um jogo pela Copa Sul-Americana, ao ficar no 1 a 1 com o Sport, ontem à tarde, no Mineirão, pela 22a rodada. Mesmo que tenha subido para a quinta posição, o time empatou pela quarta vez seguida diante da torcida, decepcionando-a – antes já havia igualado marcador com Palmeiras, Avaí e Goiás. Na quarta-feira, quando completará um mês do último triunfo, o Galo vai a Porto Alegre enfrentar o Internacional, em jogo adiado da 17a rodada. A equipe não vence fora de casa desde 21 de junho, data em que fez 3 a 2 no Santos, resultado que a credenciou à liderança da competição. Para completar, o técnico Celso Roth volta a ter problemas para escalar a equipe. Se ontem não teve o goleiro Aranha, o lateral-direito Marcos Rocha e os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho, para quarta-feira deve ter também os desfalques do zagueiro Welton Felipe, com suspeita de lesão muscular, e o armador Evandro, que recebeu o terceiro cartão amarelo. Ontem, a equipe deixou o gramado do Mineirão debaixo de vaia. Mas, na verdade, tem de comemorar o empate, pois se safou de levar uma goleada do Sport, que desperdiçou ao menos três chances claras de gol. “Foi complicado, o jogo foi muito corrido. Queríamos a vitória, mas conseguimos o empate, que está de bom tamanho pelo que fizemos em campo”, afirmou o zagueiro Werley, que evitou gol do Sport já nos acréscimos do segundo tempo. Celso Roth tem a mesma opinião. “Se em outras oportunidades nós deixamos escapar três pontos, contra o Sport nós celebramos a conquista de um ponto. Poderíamos ter perdido o jogo e de uma forma muito ruim”, argumentou ele, chamado de burro pela torcida no fim da partida e que nem terá muito tempo para digerir mais um tropeço, pois hoje já tem de definir os relacionados que embarcam à noite para Porto Alegre. ERROS EM DEMASIA O Atlético até que começou melhor, com muito mais volume de jogo, mas sem conseguir ameaçar o gol do Sport. Os pernambucanos, por sua vez, tentavam explorar os contra-ataques, muitos deles certeiros, mas falhavam na hora de finalizar, como fez Arce, aos 16min, mandando rente à trave. Mesmo jogando com três zagueiros, o Galo se mostrou desarrumado na defesa, com Welton Felipe e Alex Bruno se revezando na sobra sem conseguir exercer a função. Os visitantes se aproveitaram e aos 28min foi a vez de Wilson finalizar com perigo. Vendo o Galo totalmente perdido, Celso Roth decidiu mexer ainda no primeiro tempo. Pôs o lateral-direito Felipe no lugar do armador Tchô, passando Carlos Alberto para o meio-campo. Tentando dar mais poder ofensivo à equipe, o treinador mandou o alvinegro de volta para o segundo tempo com o atacante Rentería no lugar de Alex Bruno. Mas, antes que se pudesse saber se a mudança fora acertada, o Sport abriu o placar. Depois de Andrade acertar a trave em cobrança de falta frontal, a 1min, Arce completou para a rede, com Bruno já batido. O Galo acordou depois disso e aos 5min Diego Tardelli, aproveitando cruzamento de Thiago Feltri, acertou o travessão. Mesmo jogando mal, os donos da casa chegaram ao empate aos 30min, depois de escanteio da esquerda cobrado por Evandro e completado por Renan Oliveira. Mas quando o Galo, empurrado pela torcida, pretendia buscar a virada, Welton Felipe sentiu contusão muscular, permanecendo em campo em precárias condições, pois já haviam sido feitas as substituições. Assim, as melhores chances de voltar a marcar foram dos rubro-negros, que não conseguiram aproveitá-las.
Depois de um início fulminante de Campeonato Brasileiro, quando apresentou futebol envolvente e abatia adversários tanto dentro quanto fora de casa, o Atlético entrou em decadência e completou a sexta partida seguida sem vencer, incluindo um jogo pela Copa Sul-Americana, ao ficar no 1 a 1 com o Sport, ontem à tarde, no Mineirão, pela 22a rodada. Mesmo que tenha subido para a quinta posição, o time empatou pela quarta vez seguida diante da torcida, decepcionando-a – antes já havia igualado marcador com Palmeiras, Avaí e Goiás. Na quarta-feira, quando completará um mês do último triunfo, o Galo vai a Porto Alegre enfrentar o Internacional, em jogo adiado da 17a rodada. A equipe não vence fora de casa desde 21 de junho, data em que fez 3 a 2 no Santos, resultado que a credenciou à liderança da competição. Para completar, o técnico Celso Roth volta a ter problemas para escalar a equipe. Se ontem não teve o goleiro Aranha, o lateral-direito Marcos Rocha e os volantes Jonílson, Márcio Araújo e Serginho, para quarta-feira deve ter também os desfalques do zagueiro Welton Felipe, com suspeita de lesão muscular, e o armador Evandro, que recebeu o terceiro cartão amarelo. Ontem, a equipe deixou o gramado do Mineirão debaixo de vaia. Mas, na verdade, tem de comemorar o empate, pois se safou de levar uma goleada do Sport, que desperdiçou ao menos três chances claras de gol. “Foi complicado, o jogo foi muito corrido. Queríamos a vitória, mas conseguimos o empate, que está de bom tamanho pelo que fizemos em campo”, afirmou o zagueiro Werley, que evitou gol do Sport já nos acréscimos do segundo tempo. Celso Roth tem a mesma opinião. “Se em outras oportunidades nós deixamos escapar três pontos, contra o Sport nós celebramos a conquista de um ponto. Poderíamos ter perdido o jogo e de uma forma muito ruim”, argumentou ele, chamado de burro pela torcida no fim da partida e que nem terá muito tempo para digerir mais um tropeço, pois hoje já tem de definir os relacionados que embarcam à noite para Porto Alegre. ERROS EM DEMASIA O Atlético até que começou melhor, com muito mais volume de jogo, mas sem conseguir ameaçar o gol do Sport. Os pernambucanos, por sua vez, tentavam explorar os contra-ataques, muitos deles certeiros, mas falhavam na hora de finalizar, como fez Arce, aos 16min, mandando rente à trave. Mesmo jogando com três zagueiros, o Galo se mostrou desarrumado na defesa, com Welton Felipe e Alex Bruno se revezando na sobra sem conseguir exercer a função. Os visitantes se aproveitaram e aos 28min foi a vez de Wilson finalizar com perigo. Vendo o Galo totalmente perdido, Celso Roth decidiu mexer ainda no primeiro tempo. Pôs o lateral-direito Felipe no lugar do armador Tchô, passando Carlos Alberto para o meio-campo. Tentando dar mais poder ofensivo à equipe, o treinador mandou o alvinegro de volta para o segundo tempo com o atacante Rentería no lugar de Alex Bruno. Mas, antes que se pudesse saber se a mudança fora acertada, o Sport abriu o placar. Depois de Andrade acertar a trave em cobrança de falta frontal, a 1min, Arce completou para a rede, com Bruno já batido. O Galo acordou depois disso e aos 5min Diego Tardelli, aproveitando cruzamento de Thiago Feltri, acertou o travessão. Mesmo jogando mal, os donos da casa chegaram ao empate aos 30min, depois de escanteio da esquerda cobrado por Evandro e completado por Renan Oliveira. Mas quando o Galo, empurrado pela torcida, pretendia buscar a virada, Welton Felipe sentiu contusão muscular, permanecendo em campo em precárias condições, pois já haviam sido feitas as substituições. Assim, as melhores chances de voltar a marcar foram dos rubro-negros, que não conseguiram aproveitá-las.
Atleticanos são presos por agredirem cruzeirense (30/08)
Tatiana Alves - TV Alterosa
A Polícia Militar prendeu nove atleticanos na noite deste domingo na MG-10, próximo ao bairro Serra Verde, em Belo Horizonte.
De acordo com a PM, torcedores do Atlético estavam em um coletivo voltando do Mineirão quando avistaram um rapaz com um boné do Cruzeiro no ponto de ônibus.
Eles desceram do coletivo e agrediram o homem com socos e chutes. Além da agressão, os atleticanos ainda roubaram documentos, relógio e o tênis da vítima e fugiram a pé. Mesmo ferido o homem conseguiu chamar socorro e foi levado para o Hospital Risoleta Neves.
A PM foi acionada e após patrulhamento conseguiu prender o grupo, entre eles vários adolescentes. A ocorrência vai ser encerrada no Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte.
A Polícia Militar prendeu nove atleticanos na noite deste domingo na MG-10, próximo ao bairro Serra Verde, em Belo Horizonte.
De acordo com a PM, torcedores do Atlético estavam em um coletivo voltando do Mineirão quando avistaram um rapaz com um boné do Cruzeiro no ponto de ônibus.
Eles desceram do coletivo e agrediram o homem com socos e chutes. Além da agressão, os atleticanos ainda roubaram documentos, relógio e o tênis da vítima e fugiram a pé. Mesmo ferido o homem conseguiu chamar socorro e foi levado para o Hospital Risoleta Neves.
A PM foi acionada e após patrulhamento conseguiu prender o grupo, entre eles vários adolescentes. A ocorrência vai ser encerrada no Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte.
Renan Oliveira desabafa após gol de empate (30/08)
Jovem armador fez o gol que evitou a derrotaVicente Ribeiro - Portal Uai
Jovem armador entrou no segundo tempo e evitou derrota para o Sport
Pelo menos um jogador do Atlético deixou o campo satisfeito depois do empate por 1 a 1 contra o Sport, neste domingo, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. O armador Renan Oliveira entrou no segundo tempo e fez o gol que evitou a derrota alvinegra para os pernambucanos. Após a partida, ele extravasou e disse que o lance mostrou que está disposto a se firmar como titular. Renan Oliveira foi lançado pelo técnico Celso Roth no segundo tempo, na vaga de Éder Luís. Aos 30min, depois de cobrança de escanteio de Evandro, Rentería desviou de cabeça e o jovem armador, oportunista, deixou a marca. Na comemoração, ele foi abraçado pelos companheiros e cumprimentou o treinador. Depois da partida, mesmo com o resultado ruim para o time, ele aproveitou para deixar o recado. “Foi um desabafo. A gente queria muito essa vitória, mas o gol serviu para mostrar que estamos ligados o tempo todo, caso o treinador precise. E também para mostrar que queremos sempre vencer”, afirmou. O prata da casa espera melhor performance contra o Internacional, quarta-feira que vem, em Porto Alegre, jogo atrasado ainda do primeiro turno que acabou sendo adiado. “Graças a Deus, pude contribuir para o empate. Não era o que a gente queria, procuramos a vitória, mas vamos dar continuidade e buscar os três pontos em Porto Alegre, para voltarmos a brigar pelo título”, assegurou. Sobre a ausência de vitórias do Atlético, que já dura cinco jogos no Brasileiro e outro pela Sul-Americana, o jovem armador pediu um voto de confiança da torcida. “O time está lutando e batalhando dentro de campo, mas infelizmente as vitórias não saem. Pedimos o apoio da torcida, pois vamos continuar em busca dos resultados para correspondermos”, prometeu.
Para Roth, Galo fez pior jogo desde sua chegada (30/08)
Roth diz que poderia ter sido derrota históricaGazeta Press
O desconforto do técnico Celso Roth com a atuação do Atlético no empate por 1 a 1 contra o Sport neste domingo ficou evidente ainda no primeiro tempo. O comandante sequer esperou o intervalo para promover sua primeira alteração, sacando Tchô para a entrada de Felipe. As mudanças e orientações não conseguiram melhorar o time, que fez sua pior partida desde a chegada do treinador ao clube.
"Poderíamos ter perdido o jogo de maneira histórica, acho que foi a pior atuação desde que estou aqui", admitiu Roth, que viu o Sport pressionar o rival e perder uma série de chances no final do jogo. O técnico ainda colocou Rentería no lugar de Alex Bruno e Renan Oliveira na vaga de Eder Luis.
"Precisamos ter calma, nem tudo foi ruim. Poderia ter sido pior, pois não tivemos um bom jogo. Fizemos as escolhas que não funcionaram, modificamos tentando consertar e melhorou um pouquinho", relevou o comandante. Sem poder ofensivo, o Atlético quase foi surpreendido em pleno Mineirão e buscou o empate com Renan Oliveira, em jogada de bola parada.
"Levamos um gol cedo (a 1 minuto do segundo tempo), não deu nem para se ajeitar, mas são coisas do futebol. Aí o time se desequilibrou. Corremos risco de perder por resultado bem considerável, porque o Sport mereceu isso. Colocamos o Renan Oliveira, o jogo já estava desequilibrado e ainda assim conseguimos fazer gol de empate", complementou Roth.
"Poderíamos ter perdido o jogo de maneira histórica, acho que foi a pior atuação desde que estou aqui", admitiu Roth, que viu o Sport pressionar o rival e perder uma série de chances no final do jogo. O técnico ainda colocou Rentería no lugar de Alex Bruno e Renan Oliveira na vaga de Eder Luis.
"Precisamos ter calma, nem tudo foi ruim. Poderia ter sido pior, pois não tivemos um bom jogo. Fizemos as escolhas que não funcionaram, modificamos tentando consertar e melhorou um pouquinho", relevou o comandante. Sem poder ofensivo, o Atlético quase foi surpreendido em pleno Mineirão e buscou o empate com Renan Oliveira, em jogada de bola parada.
"Levamos um gol cedo (a 1 minuto do segundo tempo), não deu nem para se ajeitar, mas são coisas do futebol. Aí o time se desequilibrou. Corremos risco de perder por resultado bem considerável, porque o Sport mereceu isso. Colocamos o Renan Oliveira, o jogo já estava desequilibrado e ainda assim conseguimos fazer gol de empate", complementou Roth.
Marcação forte do Sport parou o Galo no Mineirão (30/08)
Para Evandro, marcação forte é exemploVicente Ribeiro - Portal Uai
Atleticanos atribuem tropeço em casa ao combate excessivo do adversário
Depois do empate por 1 a 1 contra o Sport, neste domingo, no Mineirão, resultado que elevou para cinco jogos o jejum de triunfos do Atlético no Campeonato Brasileiro, os jogadores atribuíram o novo tropeço à marcação forte do adversário. Os alvinegros admitiram dificuldade para fugir do encalço dos defensores rubro-negros. O Sport apostou em um esquema rígido na marcação, mas sem deixar de buscar o ataque. Com isso, anulou o ataque alvinegro e por muito pouco não deixou o Mineirão com os três pontos. As chances desperdiçadas impediram o triunfo dos pernambucanos, principalmente no primeiro tempo. O armador Evandro disse que o Atlético precisa seguir o exemplo do Sport para se recuperar fora de casa. “É assim que os adversários vêm jogar fora de casa. quando a gente joga fora de casa, não marca. E aqui no Mineirão, os times ficam fechados atrás e complicam para a gente. Precisamos tirar isso como exemplo”, avaliou. O armador, que teve mais uma chance como titular contra os pernambucanos, se mostrou preocupado com a má fase da equipe, que não vence desde os 3 a 2 sobre o Coritiba, no Mineirão, em 2 de agosto. “Infelizmente está difícil. A gente não vem jogando bem e não consegue ganhar. Aí complica”, alertou. O armador Renan Oliveira, que entrou no segundo tempo e fez o gol de empate, também admitiu dificuldade para escapar da forte marcação do time pernambucano. “Todas as equipes vêm jogar aqui fechadinhas, buscando jogar no contra-ataque, e com o Sport não foi diferente. Eles nos surpreenderam com muita velocidade, e infelizmente não conseguimos a vitória”, comentou.
Renan pede apoio da torcida em momento difícil (30/08)
Gilmar Laignier - Portal Uai
O empate do Atlético por 1 a 1 diante do Sport, neste domingo, no Mineirão, marcou o quinto jogo consecutivo sem vitória alvinegra no Campeonato Brasileiro. A sequência ruim na competição tem deixado a torcida atleticana apreensiva. Neste domingo, houve vaias no Gigante da Pampulha, principalmente enquanto o Galo perdia por 1 a 0.
Diante dessa situação, o volante Renan fez um apelo à massa, no fim do jogo. “Na situação que nós estamos, a gente precisa do torcedor junto. Se com a torcida jogando junto já é difícil, imagina se ela fica contra, vaiando determinados jogadores que pegam na bola”.
Segundo Renan, as vaias atrapalham o rendimento da equipe, pois desestimulam os atletas dentro de campo. “Ninguém aqui é ‘super-homem’ de não sentir uma situação dessas. Então a gente precisa do apoio deles. Quando a gente teve o apoio deles, a gente foi muito forte aqui, contra grandes equipes, então precisamos da torcida”.
Apesar do apelo, Renan não fugiu da responsabilidade pelos maus resultados da equipe nas últimas rodadas. “É claro que a culpa é nossa. Mas não acabou o ‘encanto’, não pode ter isso. São os mesmos jogadores, nós não desaprendemos a jogar de um mês para o outro, de uma semana para a outra. A gente tem que melhorar, esfriar e levantar a cabeça. Temos que unir o grupo e retomar aquela nossa caminhada que era muito boa”. (UAI)
O empate do Atlético por 1 a 1 diante do Sport, neste domingo, no Mineirão, marcou o quinto jogo consecutivo sem vitória alvinegra no Campeonato Brasileiro. A sequência ruim na competição tem deixado a torcida atleticana apreensiva. Neste domingo, houve vaias no Gigante da Pampulha, principalmente enquanto o Galo perdia por 1 a 0.
Diante dessa situação, o volante Renan fez um apelo à massa, no fim do jogo. “Na situação que nós estamos, a gente precisa do torcedor junto. Se com a torcida jogando junto já é difícil, imagina se ela fica contra, vaiando determinados jogadores que pegam na bola”.
Segundo Renan, as vaias atrapalham o rendimento da equipe, pois desestimulam os atletas dentro de campo. “Ninguém aqui é ‘super-homem’ de não sentir uma situação dessas. Então a gente precisa do apoio deles. Quando a gente teve o apoio deles, a gente foi muito forte aqui, contra grandes equipes, então precisamos da torcida”.
Apesar do apelo, Renan não fugiu da responsabilidade pelos maus resultados da equipe nas últimas rodadas. “É claro que a culpa é nossa. Mas não acabou o ‘encanto’, não pode ter isso. São os mesmos jogadores, nós não desaprendemos a jogar de um mês para o outro, de uma semana para a outra. A gente tem que melhorar, esfriar e levantar a cabeça. Temos que unir o grupo e retomar aquela nossa caminhada que era muito boa”. (UAI)
Para Werley, empate ficou de bom tamanho para o Galo (30/08)
Gazeta Press
Na partida em que a primeira finalização a gol do Atlético-MG só foi acontecer aos 5 minutos do segundo tempo, o empate por 1 a 1 com o Sport ficou de bom tamanho. Segundo o zagueiro Werley, o time pode comemorar o resultado obtido com muita dificuldade no Mineirão.
"Foi complicado, o jogo foi muito corrido. Conseguimos sair com o empate, que está de bom tamanho para o que fizemos hoje", opinou o jogador, que viu o Sport pressionar muito o rival, apagado em campo: "o objetivo era a vitória, mas não conseguimos. Então, o empate ficou bom".
Para Renan Oliveira, autor do gol de empate, a postura do time pernambucano não surpreendeu: "Todas as equipes que vêm atuar aqui jogam no contra-ataque. O Sport não foi diferente, ficou fechado, o jogo inteiro, saiu no contra-ataque, conseguiu nos surpreender, mas não conseguiu a vitória".
Além da falta de criatividade e do baixo rendimento, o Atlético-MG terminou a partida com dois jogadores atuando no sacrifício. Welton Felipe sentiu lesão muscular ao tentar cruzamento no ataque e atuou os minutos finais mancando, enquanto o próprio Werley jogou com dores no tornozelo.
A fraca atuação não agradou à torcida que compareceu ao Mineirão. Após o apito final, parte do elenco deixou o gramado sob vaias, o que causou irritação em Renan Oliveira: "Se com o torcedor apoiando já está difícil, imagina que com eles vaiando determinados jogadores".
Na partida em que a primeira finalização a gol do Atlético-MG só foi acontecer aos 5 minutos do segundo tempo, o empate por 1 a 1 com o Sport ficou de bom tamanho. Segundo o zagueiro Werley, o time pode comemorar o resultado obtido com muita dificuldade no Mineirão.
"Foi complicado, o jogo foi muito corrido. Conseguimos sair com o empate, que está de bom tamanho para o que fizemos hoje", opinou o jogador, que viu o Sport pressionar muito o rival, apagado em campo: "o objetivo era a vitória, mas não conseguimos. Então, o empate ficou bom".
Para Renan Oliveira, autor do gol de empate, a postura do time pernambucano não surpreendeu: "Todas as equipes que vêm atuar aqui jogam no contra-ataque. O Sport não foi diferente, ficou fechado, o jogo inteiro, saiu no contra-ataque, conseguiu nos surpreender, mas não conseguiu a vitória".
Além da falta de criatividade e do baixo rendimento, o Atlético-MG terminou a partida com dois jogadores atuando no sacrifício. Welton Felipe sentiu lesão muscular ao tentar cruzamento no ataque e atuou os minutos finais mancando, enquanto o próprio Werley jogou com dores no tornozelo.
A fraca atuação não agradou à torcida que compareceu ao Mineirão. Após o apito final, parte do elenco deixou o gramado sob vaias, o que causou irritação em Renan Oliveira: "Se com o torcedor apoiando já está difícil, imagina que com eles vaiando determinados jogadores".
Galo decepciona e amplia jejum no Brasileiro (30/08)
Renan Oliveira fez o gol que evitou a derrota
Defesa do Galo passou por maus bocados para segurar o perigoso ataque do Sport
O Atlético voltou a tropeçar no Campeonato Brasileiro, aumentando a apreensão da torcida. O Galo sofreu para empatar com o Sport por 1 a 1, neste domingo, no Mineirão, e completou o quinto jogo consecutivo sem vitória na competição. Os pernambucanos saíram na frente com Arce, a 1min do segundo tempo, enquanto Renan Oliveira evitou a derrota em casa.
VEJA A GALERIA DE IMAGENS DA PARTIDA
O Atlético não correspondeu à expectativa dos mais de 19 mil pagantes que foram ao Mineirão acreditando no fim da série negativa. Mas o time voltou a repetir as más atuações anteriores e, por muito pouco, não deixou o campo derrotado diante do Sport. O Galo não ganha desde o triunfo por 3 a 2 sobre o Coritiba, no última dia 2, em casa.Depois, o Galo caiu de produção e não conseguiu mais triunfar. Além do Sport, o time alvinegro empatou com Palmeiras (1 a 1) e Avaí (2 a 2). E saiu de campo derrotado diante de Corinthians (2 a 0) e Grêmio (4 a 1). O jejum vai a seis partidas sem vitória, levando-se em consideração o confronto com o Goiás (1 a 1), pela Sul-Americana. A sequência sem vitória atrapalhou os planos do Atlético de retornar ao grupo dos quatro melhores, o chamado G-4. Com 34 pontos, o alvinegro terá que buscar a reação fora de casa, em jogo atrasado diante do Internacional, na próxima quarta-feira, em Porto Alegre. O Sport, por sua vez, continua em situação desesperadora, na vice-lanterna, com apenas 17 pontos. Os pernambucanos enfrentarão o Botafogo, sábado que vem, na Ilha do Retiro.
Assista ao compacto da partida
O jogo
O Atlético foi para cima, procurando surpreender logo de cara. Mas o que nenhum torcedor esperava voltou a ocorrer. Aos poucos, o time alvinegro foi mostrando o mesmo futebol apático dos últimos jogos. Com um sistema de marcação rígida no meio-campo, o Sport fechava a porta para o Galo e saía trocando passes nos contra-ataques.
Não demorou nem 10min e o técnico Celso Roth começou a reclamar da equipe. O alvo principal era o armador Tchô, que novamente, como nos jogos anteriores, tinha dificuldade para exercer a função dupla de marcar e sair para a criação. O Sport provocava os erros do Galo no ataque, e saía se movimentando rapidamente, confundindo a defesa alvinegra.
O time pernambucano desperdiçou oportunidades claras para sair na frente. A primeira foi com Arce, logo aos 16min, que recebeu na área e desviou do goleiro Bruno, mas a bola passou à direita. Wilson e Luciano Henrique perderam ótimas chances para abrir o placar. O mesmo ocorreu com Andrade, que chutou para defesa de Bruno e isolou a bola ao pegar o rebote.
A torcida atleticana também perdeu a paciência com o time e começou a vaiar os jogadores, aos 34min. Em seguida, Celso Roth fez a primeira alteração, trocando Tchô (que também deixou o campo sob protestos dos torcedores) para a entrada do jovem lateral-direito Felipe Cordeiro. Com isso, Carlos Alberto voltou ao meio-campo.
Mas a mudança não surtiu efeito. O Galo continuou errando muito, sem conseguir fugir do encalço dos marcados do Sport. E ainda passou por maus bocados na defesa, com os contragolpes. O primeiro tempo terminou sem que o Atlético desse ao menos um chute a gol. “O Sport está muito fechado, dificultou o trabalho, mas não chutamos a gol e precisamos melhorar”, alertou Diego Tardelli, na saída para o vestiário.
Sofrimento até o fim
No segundo tempo, Roth desfez o esquema 3-5-2 ao trocar o zagueiro Alex Bruno pelo atacante Rentería. Mas foi o Sport quem se deu bem, logo no primeiro minuto. Andrade cobrou falta na trave de Bruno, Arce pegou o rebote e mandou para as redes. A vantagem dos pernambucanos era justíssima, pela maior eficiência na partida. O Galo tentou acordar e Diego Tardelli acertou a trave.
Mas o Sport levava perigo nos contra-ataques, contando com a colaboração da confusa defesa alvinegra. Com Rentería o time até melhorou no setor ofensivo, só que a marcação não estava firme. Celso Roth mexeu novamente, sacando Éder Luís para a entrada de Renan Oliveira. E o jovem armador mostrou estrela empatando o jogo, aos 30min. Evandro bateu escanteio da esquerda, Rentería desviou de cabeça e Renan Oliveira emendou para o gol.
Entretanto, o drama estava longe de acabar para o Atlético. Welton Felipe sentiu dor na coxa direita, foi atendido fora do campo e voltou para atuar no sacrifício, já que o treinador não poderia mais mexer na equipe. O jogo ficou aberto, pois o Sport também buscava a vitória. Igor chegou a mandar a bola para as redes, mas o lance foi invalidado pela arbitragem. Os pernambucanos quase conseguiram os três pontos no fim, o que seria resultado justo pelo que foi a partida.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO
1 X 1
SPORT
Escalações
Bruno; Werley, Welton Felipe e Alex Bruno (Rentería); Carlos Alberto, Renan, Tchô (Felipe Cordeiro), Evandro e Thiago Feltri; Éder Luís (Renan Oliveira) e Diego Tardelli
Magrão; Moacir, Igor, Durval e Dutra; Andrade (Juliano), Hamílton, Sandro Goiano e Luciano Henrique (Juninho); Arce (Ciro) e Wilson
Técnicos
Celso Roth
Péricles Chamusca
Gols
Renan Oliveira, 30min, 2ºT-
Arce, 1min, 2ºT-
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Público: 19.783 pagantes
Renda: R$ 262.519 Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa/SP) Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Nílson de Souza Monção (SP) Motivo: 22ª rodada do Campeonato Brasileiro

Defesa do Galo passou por maus bocados para segurar o perigoso ataque do SportVicente Ribeiro - Portal Uai
Time novamente joga mal, principalmente no primeiro tempo, empata com Sport no Mineirão e completa o quinto jogo consecutivo sem vencer
O Atlético voltou a tropeçar no Campeonato Brasileiro, aumentando a apreensão da torcida. O Galo sofreu para empatar com o Sport por 1 a 1, neste domingo, no Mineirão, e completou o quinto jogo consecutivo sem vitória na competição. Os pernambucanos saíram na frente com Arce, a 1min do segundo tempo, enquanto Renan Oliveira evitou a derrota em casa.
VEJA A GALERIA DE IMAGENS DA PARTIDA
O Atlético não correspondeu à expectativa dos mais de 19 mil pagantes que foram ao Mineirão acreditando no fim da série negativa. Mas o time voltou a repetir as más atuações anteriores e, por muito pouco, não deixou o campo derrotado diante do Sport. O Galo não ganha desde o triunfo por 3 a 2 sobre o Coritiba, no última dia 2, em casa.Depois, o Galo caiu de produção e não conseguiu mais triunfar. Além do Sport, o time alvinegro empatou com Palmeiras (1 a 1) e Avaí (2 a 2). E saiu de campo derrotado diante de Corinthians (2 a 0) e Grêmio (4 a 1). O jejum vai a seis partidas sem vitória, levando-se em consideração o confronto com o Goiás (1 a 1), pela Sul-Americana. A sequência sem vitória atrapalhou os planos do Atlético de retornar ao grupo dos quatro melhores, o chamado G-4. Com 34 pontos, o alvinegro terá que buscar a reação fora de casa, em jogo atrasado diante do Internacional, na próxima quarta-feira, em Porto Alegre. O Sport, por sua vez, continua em situação desesperadora, na vice-lanterna, com apenas 17 pontos. Os pernambucanos enfrentarão o Botafogo, sábado que vem, na Ilha do Retiro.
Assista ao compacto da partida
O jogo
O Atlético foi para cima, procurando surpreender logo de cara. Mas o que nenhum torcedor esperava voltou a ocorrer. Aos poucos, o time alvinegro foi mostrando o mesmo futebol apático dos últimos jogos. Com um sistema de marcação rígida no meio-campo, o Sport fechava a porta para o Galo e saía trocando passes nos contra-ataques.
Não demorou nem 10min e o técnico Celso Roth começou a reclamar da equipe. O alvo principal era o armador Tchô, que novamente, como nos jogos anteriores, tinha dificuldade para exercer a função dupla de marcar e sair para a criação. O Sport provocava os erros do Galo no ataque, e saía se movimentando rapidamente, confundindo a defesa alvinegra.
O time pernambucano desperdiçou oportunidades claras para sair na frente. A primeira foi com Arce, logo aos 16min, que recebeu na área e desviou do goleiro Bruno, mas a bola passou à direita. Wilson e Luciano Henrique perderam ótimas chances para abrir o placar. O mesmo ocorreu com Andrade, que chutou para defesa de Bruno e isolou a bola ao pegar o rebote.
A torcida atleticana também perdeu a paciência com o time e começou a vaiar os jogadores, aos 34min. Em seguida, Celso Roth fez a primeira alteração, trocando Tchô (que também deixou o campo sob protestos dos torcedores) para a entrada do jovem lateral-direito Felipe Cordeiro. Com isso, Carlos Alberto voltou ao meio-campo.
Mas a mudança não surtiu efeito. O Galo continuou errando muito, sem conseguir fugir do encalço dos marcados do Sport. E ainda passou por maus bocados na defesa, com os contragolpes. O primeiro tempo terminou sem que o Atlético desse ao menos um chute a gol. “O Sport está muito fechado, dificultou o trabalho, mas não chutamos a gol e precisamos melhorar”, alertou Diego Tardelli, na saída para o vestiário.
Sofrimento até o fim
No segundo tempo, Roth desfez o esquema 3-5-2 ao trocar o zagueiro Alex Bruno pelo atacante Rentería. Mas foi o Sport quem se deu bem, logo no primeiro minuto. Andrade cobrou falta na trave de Bruno, Arce pegou o rebote e mandou para as redes. A vantagem dos pernambucanos era justíssima, pela maior eficiência na partida. O Galo tentou acordar e Diego Tardelli acertou a trave.
Mas o Sport levava perigo nos contra-ataques, contando com a colaboração da confusa defesa alvinegra. Com Rentería o time até melhorou no setor ofensivo, só que a marcação não estava firme. Celso Roth mexeu novamente, sacando Éder Luís para a entrada de Renan Oliveira. E o jovem armador mostrou estrela empatando o jogo, aos 30min. Evandro bateu escanteio da esquerda, Rentería desviou de cabeça e Renan Oliveira emendou para o gol.
Entretanto, o drama estava longe de acabar para o Atlético. Welton Felipe sentiu dor na coxa direita, foi atendido fora do campo e voltou para atuar no sacrifício, já que o treinador não poderia mais mexer na equipe. O jogo ficou aberto, pois o Sport também buscava a vitória. Igor chegou a mandar a bola para as redes, mas o lance foi invalidado pela arbitragem. Os pernambucanos quase conseguiram os três pontos no fim, o que seria resultado justo pelo que foi a partida.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO
1 X 1
SPORT
Escalações
Bruno; Werley, Welton Felipe e Alex Bruno (Rentería); Carlos Alberto, Renan, Tchô (Felipe Cordeiro), Evandro e Thiago Feltri; Éder Luís (Renan Oliveira) e Diego Tardelli
Magrão; Moacir, Igor, Durval e Dutra; Andrade (Juliano), Hamílton, Sandro Goiano e Luciano Henrique (Juninho); Arce (Ciro) e Wilson
Técnicos
Celso Roth
Péricles Chamusca
Gols
Renan Oliveira, 30min, 2ºT-
Arce, 1min, 2ºT-
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Público: 19.783 pagantes
Renda: R$ 262.519 Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa/SP) Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Nílson de Souza Monção (SP) Motivo: 22ª rodada do Campeonato Brasileiro
Roth pede equilíbrio e torce por fim da oscilação (29/08)
Celso Roth torce pelo fim da instabilidadeVicente Ribeiro - Portal Uai
Técnico quer ver eficiência na defesa e no ataque, contra o Sport, e considera que time pagou pela falta de maturidade do grupo nas partidas anteriores
O técnico Celso Roth deu a receita para o Atlético encerrar, contra o Sport, neste domingo, no Mineirão, o jejum de vitórias no Campeonato Brasileiro. Ele disse que a chance de obter êxito será maior com um time mais equilibrado na defesa e no ataque, além de acabar com a instabilidade ocorrida nos confrontos anteriores. Apesar do momento de desespero do adversário, que luta contra o rebaixamento e ainda não se firmou no campeonato, Celso Roth sabe que todo cuidado será pouco. Afinal, em uma competição como o Brasileiro, sempre há espaço para tropeços e surpresas desagradáveis em casa. Por isso, ele exige atenção máxima para evitar relaxamento. “O jogo será muito perigoso, o Sport tem uma qualidade muito boa, mesmo sem alguns jogadores. Precisamos ter muito equilíbrio, marcar bem o Sport e não proporcionar ao adversário os contra-ataques. E precisamos jogar, ter tranquilidade para saber forçar e aproveitar as oportunidades. Esperamos que o Atlético saiba fazer isso”, recomendou o comandante. Oscilação Além de ter um time bem posicionado e efetivo na defesa e no ataque, o treinador espera o fim da fase de instabilidade da equipe, principalmente no Mineirão. O momento ruim começou na derrota de 1 a 0 diante do Goiás, em 26 de julho, e teve continuidade contra Coritiba (mesmo com o triunfo por 3 a 2, quando o time errou muito), Palmeiras (1 a 1) e Avaí (2 a 2). O treinador considera que a instabilidade se deve à falta de experiência de alguns jogadores. “O Atlético paga pela imaturidade do grupo. Em algumas ocasiões o time faz partidas brilhantes, mas em outras comete erros infantis. Só passando por isso é que vamos conseguir corrigir, tentamos minimizar os erros, mas não tem outro jeito de evitar, é preciso passar por isso”, avaliou. O comandante, por outro lado, se mostra aliviado pelo fato de ainda haver tempo para a recuperação. E cita a campanha do Grêmio, em 2008, como exemplo. Na ocasião, ele era treinador do Tricolor gaúcho e disse que o time caiu muito já na reta final, perdendo o título para o São Paulo. “Alguns jogadores mais jovens cometem erros, têm oscilações e o Atlético vem passando por isso. Estou muito esperançoso, pois isso vem acontecendo na metade do campeonato, não no fim, como aconteceu com o Grêmio no ano passado”, comentou.
Evandro tem nova chance e busca afirmação (29/08)
Evandro espera aproveitar nova chanceVicente Ribeiro - Portal Uai
Armador espera boa participação contra o Sport, para assegurar a vaga
Depois de entrar no decorrer do jogo em que o Atlético perdeu para o Grêmio por 4 a 1, no Olímpico, na última rodada, o armador Evandro reaparecerá como titular no confronto ante o Sport, neste domingo, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. O jogador considera a partida como a chance para se firmar no meio-campo. Em Porto Alegre, Evandro entrou na vaga do lateral-direito Marcos Rocha e fez o gol de honra do Atlético em bela jogada individual. A boa atitude do jogador fez com que o técnico Celso Roth desse nova oportunidade a ele, contra o Sport. O pensamento, além de ajudar a equipe a quebrar o jejum de cinco jogos sem triunfo, é agarrar uma vaga em definitivo como titular. “Sinto que tenho a confiança do treinador, isso é bom, facilita para o jogador mostrar seu futebol. No meu caso, jogo mais solto e isso faz bem”, afirmou o armador, contratado ao Palmeiras e que ainda não convenceu parte da torcida que tem condição de assumir o papel na criação das jogadas. “Venho tentando desde o começo, mas tive um pouco de azar. Quando achei que teria sequência fui expulso, depois eu me machuquei. Tomara que não aconteça mais nada, pois eu quero me firmar e agora é a hora. O fundamental é mostrar ao treinador que eu posso ser o titular”, avaliou. Ele torce para que a torcida dê um voto de confiança ao time e volte a lotar o Mineirão para empurrar o Galo. “Todo mundo sempre comenta sobre a torcida do Atlético e espero que ela continue comparecendo em grande número, mesmo nesse momento não muito bom que a gente atravessa, para nos ajudar a superá-lo”, frisou. Sobre o jogo, Evandro espera que o Atlético faça prevalecer o mando de campo a favor, para superar a fase ruim com uma boa vitória em casa. “Temos de ganhar o mais rápido possível. Infelizmente, os maus resultados aconteceram em jogos que a gente poderia ter vencido. Agora, uma vitória sobre o Sport é importantíssimo, não importando o placar”, comentou.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Roth ajeita Galo no 3-5-2 para pegar o Sport Publicada em 28/8/2009 às 17:01
Técnico deve manter esquema para domingo
LANCEPRESS!
O técnico Celso Roth comandou na tarde desta sexta-feira um coletivo na Cidade do Galo e começou a definir a equipe que enfrentará o Sport, neste fim de semana. O treinador adotou o 3-5-2 para o compromisso do fim de semana, com Welton Felipe, Alex Bruno e Werley, recuperado de contusão, para o jogo.
Outra novidade foi a presença de Evandro no time titular. O meia ocupou a vaga de Renan Oliveira, que treinou com a equipe reserva. Os titulares começaram com Bruno, Welton Felipe, Alex Bruno e Werley; Felipe Cordeiro, Renan, Carlos Alberto, Evandro e Thiago Feltri; Rentería e Diego Tardelli. Na parte final da atividade, Paulinho entrou no lugar de Felipe Cordeiro, com Carlos Alberto sendo deslocado para a lateral direita.
Éder Luís e Jonílson não participaram do treino. O atacante ainda tem chance de participar do confronto deste fim de semana.
LANCEPRESS!
O técnico Celso Roth comandou na tarde desta sexta-feira um coletivo na Cidade do Galo e começou a definir a equipe que enfrentará o Sport, neste fim de semana. O treinador adotou o 3-5-2 para o compromisso do fim de semana, com Welton Felipe, Alex Bruno e Werley, recuperado de contusão, para o jogo.
Outra novidade foi a presença de Evandro no time titular. O meia ocupou a vaga de Renan Oliveira, que treinou com a equipe reserva. Os titulares começaram com Bruno, Welton Felipe, Alex Bruno e Werley; Felipe Cordeiro, Renan, Carlos Alberto, Evandro e Thiago Feltri; Rentería e Diego Tardelli. Na parte final da atividade, Paulinho entrou no lugar de Felipe Cordeiro, com Carlos Alberto sendo deslocado para a lateral direita.
Éder Luís e Jonílson não participaram do treino. O atacante ainda tem chance de participar do confronto deste fim de semana.
Atlético-MG mais forte para a reta final Publicada em 28/8/2009 às 12:40
O colombiano Rentería foi a principal contratação (Crédito: GIL LEONARDI)Reforços darão qualidade ao time alvinegro
LANCEPRESS!Depois da queda de rendimento nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro, diretoria e comissão técnica se movimentaram no sentido de agregar mais valor ao grupo de jogadores. Lesões tiraram peças fundamentais para o bom funcionamento do esquema montado pelo técnico Celso Roth e o clube foi às compras para fortalecer o time nesta reta final. O comandante alvinegro sempre vinha destacando que o Atlético possuía, mais do que carência de qualidade, numérica de atletas. Com o grupo reduzido, Roth foi obrigado a recorrer a vários garotos das categorias de base para completar treinamentos. Apesar de terem um futuro promissor, a grande maioria ainda não está pronta para encarar o ritmo do Brasileirão.Nas duas últimas semanas, o clube anunciou contratações espalhadas para cada setor. A lateral direita ganhou o antigo dono da posição, Coelho. Para o meio-de-campo, que só tinha Jonilson e Renan como volantes já que Carlos Alberto tem atuado na ala, chegou Corrêa. O ataque, setor privilegiado por contar com feras como Diego Tardelli e Éder Luís, ficou ainda mais poderoso com o colombiano Rentería. A zaga, sim, precisou de mais de um reforço. Com apenas Werley, Welton Felipe e Alex Bruno, o Alvinegro se viu obrigado a trazer dois defensores. Estão chegando Jorge Luiz, ex-Vasco, e Benítez, da seleção paraguaia.Na teoria, os recém-contratados chegam para jogar e solucionar a má fase da equipe dentro de campo. Nas últimas oito partidas (sete pelo Brasileiro e uma pela Sul-Americana), apenas uma vitória. Com isso, quem vem atuando ultimamente terá de se desdobrar enquanto os novos jogadores aprimoram a parte física. A previsão é de que em, no máximo, 15 dias entrará em campo um novo Atlético. Entre reforços e liberados pelo departamento médico, quando todos estiverem aptos a jogar, a promessa é de que o Galo volte com força total para disputar uma vaga na Libertadores do ano que vem e, com alguma dose de sorte, até mesmo o título do Brasileirão.- Temos de retomar com o nosso objetivo. Estão chegando jogadores de qualidade para preencher a nossa carência numérica. Precisamos retomar nosso caminho já no domingo, contra o Sport. Temos a obrigação de vencer essa partida. Os resultados dos adversários têm sido bons, mas não adianta nada se não fizermos nossa parte - disse o técnico Celso Roth.
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