quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Roth pede equilíbrio e torce por fim da oscilação (29/08)

Celso Roth torce pelo fim da instabilidade
Vicente Ribeiro - Portal Uai


Técnico quer ver eficiência na defesa e no ataque, contra o Sport, e considera que time pagou pela falta de maturidade do grupo nas partidas anteriores


O técnico Celso Roth deu a receita para o Atlético encerrar, contra o Sport, neste domingo, no Mineirão, o jejum de vitórias no Campeonato Brasileiro. Ele disse que a chance de obter êxito será maior com um time mais equilibrado na defesa e no ataque, além de acabar com a instabilidade ocorrida nos confrontos anteriores. Apesar do momento de desespero do adversário, que luta contra o rebaixamento e ainda não se firmou no campeonato, Celso Roth sabe que todo cuidado será pouco. Afinal, em uma competição como o Brasileiro, sempre há espaço para tropeços e surpresas desagradáveis em casa. Por isso, ele exige atenção máxima para evitar relaxamento. “O jogo será muito perigoso, o Sport tem uma qualidade muito boa, mesmo sem alguns jogadores. Precisamos ter muito equilíbrio, marcar bem o Sport e não proporcionar ao adversário os contra-ataques. E precisamos jogar, ter tranquilidade para saber forçar e aproveitar as oportunidades. Esperamos que o Atlético saiba fazer isso”, recomendou o comandante. Oscilação Além de ter um time bem posicionado e efetivo na defesa e no ataque, o treinador espera o fim da fase de instabilidade da equipe, principalmente no Mineirão. O momento ruim começou na derrota de 1 a 0 diante do Goiás, em 26 de julho, e teve continuidade contra Coritiba (mesmo com o triunfo por 3 a 2, quando o time errou muito), Palmeiras (1 a 1) e Avaí (2 a 2). O treinador considera que a instabilidade se deve à falta de experiência de alguns jogadores. “O Atlético paga pela imaturidade do grupo. Em algumas ocasiões o time faz partidas brilhantes, mas em outras comete erros infantis. Só passando por isso é que vamos conseguir corrigir, tentamos minimizar os erros, mas não tem outro jeito de evitar, é preciso passar por isso”, avaliou. O comandante, por outro lado, se mostra aliviado pelo fato de ainda haver tempo para a recuperação. E cita a campanha do Grêmio, em 2008, como exemplo. Na ocasião, ele era treinador do Tricolor gaúcho e disse que o time caiu muito já na reta final, perdendo o título para o São Paulo. “Alguns jogadores mais jovens cometem erros, têm oscilações e o Atlético vem passando por isso. Estou muito esperançoso, pois isso vem acontecendo na metade do campeonato, não no fim, como aconteceu com o Grêmio no ano passado”, comentou.

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