Rodrigo Fonseca - Portal Uai
O programa sócio-torcedor do Atlético não tem previsão de ser lançado. O assunto é tratado com cautela no clube. Um dos motivos é a indefinição do mando de campo alvinegra na próxima temporada. Tanto o Mineirão quanto o Independência estarão em reformas visando a Copa do Mundo de 2014.
Enquanto isso, o presidente Alexandre Kalil aposta nas bilheterias do Mineirão: “Tivemos uma renda bruta de quase R$ 600 mil (no jogo de domingo passado, contra o Náutico). Esse é o sócio-torcedor que eu quero. Não vamos fazer um sócio-torcedor se não sabemos nem aonde vamos jogar no ano que vem. Não posso brincar de fazer sócio-torcedor, vender 40 mil sócios e não ter ingresso para entregar. O nosso sócio-torcedor deste ano é esse da bilheteria. A torcida do Atlético está ajudando nessa nova reestruturação do Atlético”, disse.
Para que o ‘sócio-torcedor das bilheterias’ dê certo, Kalil sabe que o time precisa colaborar: “Claro que não vamos botar um time caindo aos pedaços e pedir para botar 40 mil pessoas no Mineirão que isso não vai acontecer. Temos que ter time, salário, organização, premiação, disciplina, hierarquia”.
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