domingo, 19 de julho de 2009

Atleticanos minimizam desfalques do Vitória (18/07)

Desfalques não iludem Márcio Araújo
Vicente Ribeiro - Portal Uai

Jogadores e o técnico Celso Roth não se animam com problemas de suspensão do adversário, que perdeu trio de zagueiros para este domingo

Os problemas no setor defensivo do Vitória não são suficientes para o Atlético prever um jogo menos complicado neste domingo, no Barradão, em Salvador, pelo Campeonato Brasileiro. Os desfalques do adversário, que perdeu três zagueiros que vinham atuando como titulares, não iludem os jogadores do Galo e o técnico Celso Roth, que continuam cautelosos e apostam em mais um confronto difícil fora de casa.
O técnico Paulo César Carpegiani não poderá escalar o trio defensivo titular, os zagueiros Anderson Martins, Victor Ramos e Wallace. Os dois primeiros receberam o terceiro cartão amarelo no empate diante do Náutico, em Recife, enquanto o último cumprirá suspensão pela expulsão na mesma partida. Com isso, o comandante deverá ser obrigado a fazer improvisações no setor.
Entretanto, os atleticanos encaram os problemas do Vitória com certa resignação. A campanha do adversário como mandante, com 100% de aproveitamento, serve para minimizar os desfalques. O Vitória deve ter um grupo bom, qualificado. É um time que cresceu muito, vem mostrando equilíbrio e isso faz com que a gente pense que o adversário tenha soluções para esse tipo de problema. Será mais uma tarefa árdua”, prevê Celso Roth.
Entre os jogadores, a opinião é a mesma. O volante Márcio Araújo alerta para um fator que sempre ocorre com os desfalques: os substitutos vão querer mostrar serviço. “Todos os jogos serão assim, os que entrarem mostrarão até mais vontade que os que vêm atuando. Eles têm vencido os jogos em casa e terão muita motivação para dar sequência. Precisamos estar muito focados nessa partida”, recomendou.
O atacante Alessandro, que deverá ser o companheiro de Éder Luís no ataque, também não se anima com as ausências do adversário. “Os desfalques, teoricamente, poderiam facilitar, pois os jogadores não têm o mesmo ritmo e entrosamento que os titulares. Mas todo mundo sabe que o jogador que entra procura dar o máximo para fazer um bom trabalho. Não podemos achar que teremos facilidade, senão seremos surpreendidos”, enfatizou.

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