
Dupla de artilheiros do Galo volta a campo contra o Fluminense (22/07)
Contra o Vitória, no domingo passado, o Atlético não contou com a dupla ofensiva formada por Éder Luís e Diego Tardelli pela primeira vez neste Campeonato Brasileiro – Tardelli cumpria suspensão automática. Resultado: o Alvinegro passou em branco no placar, algo que só havia acontecido uma vez na competição, diante do Santo André, ainda pela quarta rodada. Para alívio do torcedor, os dois atacantes voltam a atuar juntos nesta quinta, quando o Galo pega o Fluminense, no Mineirão.
Éder e Tardelli são os principais responsáveis pelo bom desempenho ofensivo do Atlético. O clube tem o segundo ataque mais positivo do Brasileirão, com 25 tentos anotados – apenas três a menos que o Barueri. Juntos, os dois jogadores já marcaram 13 vezes (sete de Tardelli e seis de Éder), e lutam pela artilharia da competição. Esse posto é ocupado hoje por Roger, do Vitória, Felipe, do Goiás, e Val Baiano, do Barueri, todos com oito gols.
De volta ao time, o artilheiro do Galo está muito próximo de bater seu recorde pessoal de gols em uma edição do Brasileirão. Em 2003, Diego Tardelli marcou nove vezes quando ainda defendia o São Paulo. “Até este meio do ano, estou vivendo o meu melhor momento. Quero completar o ano inteiro. No São Paulo, não tive tantas oportunidades de jogar. Eu fiquei fora apenas uma partida, que foi contra o Vitória. Tenho que procurar não levar nenhum cartão e passar as barreiras de 9 e 8 gols que tive em temporadas passadas. É um momento bom que tem que ser aproveitado”, explicou o camisa 9.
O atacante não esconde o desejo de buscar a artilharia da competição, mas deixa claro que a prioridade é manter o Galo na ponta da tabela. “Estou pensando em vencer primeiro. A artilharia eu deixo vir naturalmente. Meu foco é permanecer na liderança. Sabemos o quanto é bom todos estarem falando no Atlético. A artilharia virá com a ajuda dos companheiros. Primeiro penso em vencer”, enfatizou.
Para Tardelli, o sucesso do Atlético no Brasileirão pode ser explicado pelo equilíbrio entre os setores ofensivos e defensivos da equipe. “Já estamos criando uma identificação de que o ataque é muito positivo e a defesa também. O Welton Felipe está em uma fase muito boa e dá segurança para nós. No início do ano, não estávamos entrosados e a desconfiança era grande. Hoje já temos uma segurança muito grande ali atrás”.
Éder e Tardelli são os principais responsáveis pelo bom desempenho ofensivo do Atlético. O clube tem o segundo ataque mais positivo do Brasileirão, com 25 tentos anotados – apenas três a menos que o Barueri. Juntos, os dois jogadores já marcaram 13 vezes (sete de Tardelli e seis de Éder), e lutam pela artilharia da competição. Esse posto é ocupado hoje por Roger, do Vitória, Felipe, do Goiás, e Val Baiano, do Barueri, todos com oito gols.
De volta ao time, o artilheiro do Galo está muito próximo de bater seu recorde pessoal de gols em uma edição do Brasileirão. Em 2003, Diego Tardelli marcou nove vezes quando ainda defendia o São Paulo. “Até este meio do ano, estou vivendo o meu melhor momento. Quero completar o ano inteiro. No São Paulo, não tive tantas oportunidades de jogar. Eu fiquei fora apenas uma partida, que foi contra o Vitória. Tenho que procurar não levar nenhum cartão e passar as barreiras de 9 e 8 gols que tive em temporadas passadas. É um momento bom que tem que ser aproveitado”, explicou o camisa 9.
O atacante não esconde o desejo de buscar a artilharia da competição, mas deixa claro que a prioridade é manter o Galo na ponta da tabela. “Estou pensando em vencer primeiro. A artilharia eu deixo vir naturalmente. Meu foco é permanecer na liderança. Sabemos o quanto é bom todos estarem falando no Atlético. A artilharia virá com a ajuda dos companheiros. Primeiro penso em vencer”, enfatizou.
Para Tardelli, o sucesso do Atlético no Brasileirão pode ser explicado pelo equilíbrio entre os setores ofensivos e defensivos da equipe. “Já estamos criando uma identificação de que o ataque é muito positivo e a defesa também. O Welton Felipe está em uma fase muito boa e dá segurança para nós. No início do ano, não estávamos entrosados e a desconfiança era grande. Hoje já temos uma segurança muito grande ali atrás”.
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