Gazeta Press
Jonílson é o típico carregador de piano. O volante de 30 anos chegou ao Atlético sem muito alarde, vindo do Botafogo de Ribeirão Preto. Rapidamente, se tornou titular do Galo. Embora não apareça muito para a torcida, poucos podem contestar sua presença entre os onze. "É a dedicação. Em todos os clubes que passei, sempre fui um jogador com bastante dedicação dentro de campo e fora também", define Jonílson. "Isso faz com que as pessoas tenham confiança no meu trabalho", acredita o volante. Por ser um jogador de marcação, Jonílson acaba recebendo cartões com alguma regularidade. Por isto, está pendurado com dois amarelos. Mais um contra o Botafogo pode deixá-lo de fora do clássico contra o Cruzeiro. No entanto, não é este risco que vai fazer o volante mudar seu estilo. "Eu prefiro vencer o Botafogo. Aquele que está entrando na equipe, quando um jogador está suspenso, sempre procura manter o mesmo ritmo. Eu prefiro ajudar o Atlético a continuar na liderança, vencendo o Botafogo, do que segurar para não levar mais um amarelo e depois perder a liderança", argumenta.
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