Zagueiro Marcos receita atenção com todo o ataque celeste para não sofrer gols.Do UOL Esporte Em Belo Horizonte
Defesa menos vazada do Mineiro, com apenas oito gols sofridos em 11 jogos, o que significa média de 0,53 por partida, o Atlético-MG chega ao clássico contra o Cruzeiro, neste domingo, às 16h, no Mineirão, sem ter suas redes balançadas há quatro jogos seguidos pelo Campeonato.
O jogo contra o rival será um bom teste para o sistema defensivo atleticano, já que o ataque celeste é o mais efetivo do Mineiro, com 45 gols marcados (três por partida). O Atlético, por sua vez, marcou 34 gols, e a defesa do Cruzeiro foi vazada 12 vezes.A última vez que o Atlético-MG sofreu gols pelo Campeonato Mineiro foi no último jogo da fase de classificação, quando bateu o Ituiutaba, por 2 a 1, de virada, no campo do adversário, no dia 25 de março.Desde então, o alvinegro mineiro não foi vazado nas vitórias sobre Uberaba, por 1 a 0 e 6 a 0, pelas quartas-de-final, e nos triunfos sobre o Rio Branco de Andradas, por 2 a 0 e 1 a 0, pela fase semifinal. Desses quatro jogos, três foram disputados no Mineirão.Pela Copa do Brasil, no entanto, o Atlético sofreu gols. Nos dois jogos diante do Guaratinguetá, sofreu dois gols, no empate em 2 a 2 na partida de ida. No segundo jogo, houve triunfo por 2 a 0 no jogo da volta, no Mineirão, quando confirmou vaga às oitavas-de-final do torneio. No estádio da Pampulha, o alvinegro não sofre gols também há quatro jogos.O artilheiro do Cruzeiro no Estadual, Kléber, com 11 gols, cinco a menos que Diego Tardelli, principal goleador, com 16, é uma preocupação para a defesa atleticana,segundo o zagueiro Marcos, mas não é a única."O Kléber é um jogador conhecido. Nós tivemos a oportunidade de jogar contra ele no Atlético e Palmeiras. É um jogador realmente de qualidade, temos de estar atentos. Mas o Cruzeiro tem uma boa equipe, os números têm mostrado isso, um ataque que faz muitos gols. É um time que não depende de um só jogador", salientou.Para o capitão atleticano, é preciso estar atento a todo jogador que cause perigo. "Em nenhum momento podemos abrir mão de atacar. A vantagem que nós temos é mínima, é uma vantagem importante, principalmente, em se tratando de uma final. Mas temos de deixar essa vantagem para o segundo jogo, se nós precisarmos dela", destacou.
Defesa menos vazada do Mineiro, com apenas oito gols sofridos em 11 jogos, o que significa média de 0,53 por partida, o Atlético-MG chega ao clássico contra o Cruzeiro, neste domingo, às 16h, no Mineirão, sem ter suas redes balançadas há quatro jogos seguidos pelo Campeonato.
O jogo contra o rival será um bom teste para o sistema defensivo atleticano, já que o ataque celeste é o mais efetivo do Mineiro, com 45 gols marcados (três por partida). O Atlético, por sua vez, marcou 34 gols, e a defesa do Cruzeiro foi vazada 12 vezes.A última vez que o Atlético-MG sofreu gols pelo Campeonato Mineiro foi no último jogo da fase de classificação, quando bateu o Ituiutaba, por 2 a 1, de virada, no campo do adversário, no dia 25 de março.Desde então, o alvinegro mineiro não foi vazado nas vitórias sobre Uberaba, por 1 a 0 e 6 a 0, pelas quartas-de-final, e nos triunfos sobre o Rio Branco de Andradas, por 2 a 0 e 1 a 0, pela fase semifinal. Desses quatro jogos, três foram disputados no Mineirão.Pela Copa do Brasil, no entanto, o Atlético sofreu gols. Nos dois jogos diante do Guaratinguetá, sofreu dois gols, no empate em 2 a 2 na partida de ida. No segundo jogo, houve triunfo por 2 a 0 no jogo da volta, no Mineirão, quando confirmou vaga às oitavas-de-final do torneio. No estádio da Pampulha, o alvinegro não sofre gols também há quatro jogos.O artilheiro do Cruzeiro no Estadual, Kléber, com 11 gols, cinco a menos que Diego Tardelli, principal goleador, com 16, é uma preocupação para a defesa atleticana,segundo o zagueiro Marcos, mas não é a única."O Kléber é um jogador conhecido. Nós tivemos a oportunidade de jogar contra ele no Atlético e Palmeiras. É um jogador realmente de qualidade, temos de estar atentos. Mas o Cruzeiro tem uma boa equipe, os números têm mostrado isso, um ataque que faz muitos gols. É um time que não depende de um só jogador", salientou.Para o capitão atleticano, é preciso estar atento a todo jogador que cause perigo. "Em nenhum momento podemos abrir mão de atacar. A vantagem que nós temos é mínima, é uma vantagem importante, principalmente, em se tratando de uma final. Mas temos de deixar essa vantagem para o segundo jogo, se nós precisarmos dela", destacou.
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