domingo, 26 de abril de 2009

Tardelli e W. Paulista resumem preocupação de evitar provocações 26/04/2009 - 11h15

Do UOL Esporte Em Belo Horizonte
Os jogadores de Cruzeiro e Atlético-MG se esforçaram nos dias que antecederam ao primeiro clássico decisivo do Estadual, neste domingo, às 16h, no Mineirão, para motivar o torcedor a comparecer ao estádio, mas, ao mesmo tempo tentam evitar qualquer tipo de atrito. Em diversas entrevistas, atletas cruzeirenses e atleticanos tentaram mostrar que a disputa tem de ficar restrita ao campo.
SEGURANÇA PARA O CLÁSSICO
Um esquema especial para garantir a segurança para o clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, no primeiro jogo da decisão do Campeonato Mineiro, neste domingo, às 16h, no Mineirão, vai mobilizar 470 policiais militares para vigiar a área externa do estádio, com o auxílio de helicópteros e da cavalaria.
O artilheiro do Mineiro, o atleticano Diego Tardelli, por exemplo, se preocupou em explicar uma declaração anterior, quando disse que estava com o Cruzeiro "engasgado" por causa das duas vitórias celestes nos clássicos que disputou este ano: 4 a 2, no Torneio de Verão, no Uruguai, e 2 a 1 pela fase de classificação do Estadual."Dei uma declaração que o Cruzeiro estava engasgado, mas não por motivo de raiva, é um motivo que o atleticano vive esse momento de vencer o Cruzeiro", afirmou o atacante alvinegro, que faz questão de ressaltar a amizade que tem com Kléber, vice-artilheiro, com 11 gols. Os dois atuaram juntos no São Paulo. "Dentro de campo deixo um pouquinho a amizade, mas fora de campo somos grandes amigos.Wellington Paulista, por sua vez, revelou que não pretende fazer nenhum tipo de comemoração especial de gol, por se tratar de um clássico e que pode valer o título, para evitar que soe como provocação ao adversário. "Não vou provocar ninguém, até porque não é do meu feitio", enfatizou.

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