Adilson Batista, por sua vez, implantou o rodízio para minimizar desgaste dos atletas
Leão diz que não teve condição de poupar titulares nos 20 jogos da atual temporadaDo UOL Esporte Em Belo Horizonte
Enquanto o Cruzeiro modificou seguidamente o seu time, ao longo desta temporada, com escalações diferentes na maioria das 23 partidas, por causa da disputa do Mineiro e da Libertadores, o Atlético-MG, que também participa de duas competições - o Estadual e a Copa do Brasil -, pouco alterou a equipe titular durante os 20 jogos já disputados.
"Nós não podemos nos dar ao luxo de não escalar o time titular", justificou o técnico atleticano Leão. Já Adilson Batista, aproveitando o fato de ter um elenco com um número grande de opções para a maioria das posições, implantou o rodízio, que, em alguns momentos, desagradou alguns atletas, mas, segundo o treinador, reduziu o desgaste.Além do aspecto físico, de acordo com Adilson Batista, a vantagem do revezamento de jogadores é a possibilidade de manter todo o grupo em atividade, dando a eles ritmo de jogo e deixando-os sentindo-se úteis. Numa demonstração de que o revezamento celeste foi mesmo para valer, os três jogadores do Cruzeiro que mais atuam, também tiveram seus momentos de serem poupados. O goleiro Fábio, por exemplo, atuou 19 vezes, ficando quatro de fora, quando o reserva Andrey o substituiu. Marquinhos Paraná jogou 18 vezes, deixando de ser titular em cinco e Ramires não começou em seis partidas. Na goleada sobre o Guarani, de Divinópolis, por 5 a 0, pela fase de classificação do Mineiro, Adilson Batista não escalou nenhum dos três titulares. Na goleada sobre o Ituiutaba, por 4 a 1, pela mesma fase, Fábio foi escalado, mas Ramires e Marquinhos Paraná entraram durante o jogo. Na goleada sobre o Democrata-GV, por 7 a 0, dos três só Ramires foi titular, mas cedeu a vaga depois para Paraná, enquanto Fábio ficou fora.Pelo lado atleticano, sem tantas opções, já que alguns jogadores contratados, como o atacante Alessandro, os meias Fabiano e Hugo e o lateral-direito Élder Granja não foram inscritos no Estadual, Leão não poupou jogadores. O atacante Diego Tardelli, artilheiro do Mineiro, com 16 gols, por exemplo, só não atuou contra o Ituiutaba, na última rodada da fase de classificação, por estar suspenso. Ele atuou nos outros 19 jogos. Éder Luís, por sua vez, cumprirá suspensão contra o Cruzeiro, neste domingo, e ficará fora, dessa forma, de seu primeiro jogo na atual temporada.Para complicar a situação de Leão, o Atlético vem sendo submetido a uma verdadeira maratona de jogos. Somente neste mês de abril serão sete partidas. Na última quinta-feira, o Atlético venceu o Guaratinguetá, por 2 a 0, e classificou-se às oitavas-de-final da Copa do Brasil. Começa a decidir o título estadual contra o Cruzeiro, neste domingo, e na quarta-feira, vai a Salvador pegar o Vitória, pela competição nacional"Não dá para fazer nada. Descansar, conversar e a manutenção normal de um treinamento, você não vai acrescentar mais físico", comentou Leão. Ele reclama do fato de disputar uma final de Campeonato Mineiro jogando a "toda hora" no meio da semana. "Nós brasileiros não temos essa exuberância de ter no banco quem quiser, em quantidade e qualidade. Quem teria que ter o bom senso é a Federação, é a Confederação. Quando a seleção brasileira vai jogar daqui a 15 dias, para o campeonato. Decisão, você tem de ter a semana livre. Você não tem tempo de recuperação", observou o treinador atleticano.
Enquanto o Cruzeiro modificou seguidamente o seu time, ao longo desta temporada, com escalações diferentes na maioria das 23 partidas, por causa da disputa do Mineiro e da Libertadores, o Atlético-MG, que também participa de duas competições - o Estadual e a Copa do Brasil -, pouco alterou a equipe titular durante os 20 jogos já disputados.
"Nós não podemos nos dar ao luxo de não escalar o time titular", justificou o técnico atleticano Leão. Já Adilson Batista, aproveitando o fato de ter um elenco com um número grande de opções para a maioria das posições, implantou o rodízio, que, em alguns momentos, desagradou alguns atletas, mas, segundo o treinador, reduziu o desgaste.Além do aspecto físico, de acordo com Adilson Batista, a vantagem do revezamento de jogadores é a possibilidade de manter todo o grupo em atividade, dando a eles ritmo de jogo e deixando-os sentindo-se úteis. Numa demonstração de que o revezamento celeste foi mesmo para valer, os três jogadores do Cruzeiro que mais atuam, também tiveram seus momentos de serem poupados. O goleiro Fábio, por exemplo, atuou 19 vezes, ficando quatro de fora, quando o reserva Andrey o substituiu. Marquinhos Paraná jogou 18 vezes, deixando de ser titular em cinco e Ramires não começou em seis partidas. Na goleada sobre o Guarani, de Divinópolis, por 5 a 0, pela fase de classificação do Mineiro, Adilson Batista não escalou nenhum dos três titulares. Na goleada sobre o Ituiutaba, por 4 a 1, pela mesma fase, Fábio foi escalado, mas Ramires e Marquinhos Paraná entraram durante o jogo. Na goleada sobre o Democrata-GV, por 7 a 0, dos três só Ramires foi titular, mas cedeu a vaga depois para Paraná, enquanto Fábio ficou fora.Pelo lado atleticano, sem tantas opções, já que alguns jogadores contratados, como o atacante Alessandro, os meias Fabiano e Hugo e o lateral-direito Élder Granja não foram inscritos no Estadual, Leão não poupou jogadores. O atacante Diego Tardelli, artilheiro do Mineiro, com 16 gols, por exemplo, só não atuou contra o Ituiutaba, na última rodada da fase de classificação, por estar suspenso. Ele atuou nos outros 19 jogos. Éder Luís, por sua vez, cumprirá suspensão contra o Cruzeiro, neste domingo, e ficará fora, dessa forma, de seu primeiro jogo na atual temporada.Para complicar a situação de Leão, o Atlético vem sendo submetido a uma verdadeira maratona de jogos. Somente neste mês de abril serão sete partidas. Na última quinta-feira, o Atlético venceu o Guaratinguetá, por 2 a 0, e classificou-se às oitavas-de-final da Copa do Brasil. Começa a decidir o título estadual contra o Cruzeiro, neste domingo, e na quarta-feira, vai a Salvador pegar o Vitória, pela competição nacional"Não dá para fazer nada. Descansar, conversar e a manutenção normal de um treinamento, você não vai acrescentar mais físico", comentou Leão. Ele reclama do fato de disputar uma final de Campeonato Mineiro jogando a "toda hora" no meio da semana. "Nós brasileiros não temos essa exuberância de ter no banco quem quiser, em quantidade e qualidade. Quem teria que ter o bom senso é a Federação, é a Confederação. Quando a seleção brasileira vai jogar daqui a 15 dias, para o campeonato. Decisão, você tem de ter a semana livre. Você não tem tempo de recuperação", observou o treinador atleticano.
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