Renan, envolvido no 2º gol do Vitória, disse que Atlético não pode errar em bola aérea.Do UOL Esporte Em Belo Horizonte
Assim como na derrota para o Cruzeiro no último final de semana, o Atlético-MG sofreu gols em consequência de jogadas aéreas, na derrota para o Vitória, por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, no Barradão, na partida de ida das oitavas-de-final da Copa do Brasil. No primeiro tempo, foram dois gols após cobranças de escanteios e na etapa final um outro com bola rolando.
No jogo do último final de semana, pela primeira partida da final do Campeonato Mineiro, contra o rival Cruzeiro, quando o Atlético foi goleado por 5 a 0, o time alvinegro sofreu dois gols de cabeça, ambos marcados pelo zagueiro Leonardo Silva. Os dois saíram de cobranças de escanteios executadas pelo meia Wagner.Já na partida desta quarta-feira, contra o Vitória, a defesa da equipe mineira voltou a mostrar falhas nas jogadas aéreas e levou três gols de cabeça, dois deles depois de cobranças de escanteios. O primeiro foi marcado por Victor Ramos, já o segundo por Neto Baiano, que disputou a bola com o volante Renan, que não conseguiu fazer o corte.Neto Baiano chegou a dizer não ter certeza se tocou na bola ou se foi Renan que colocou contra suas próprias redes. "Mas se colocar o gol para mim está ótimo, quero muito este gol", comentou o jogador baiano, na saída para o intervalo.O zagueiro Marcos lamentou a falha cometida pelos jogadores do Atlético. "Tomamos gol de bola parada mais uma vez e isso desmonta qualquer esquema tático. Temos de marcar individualmente as jogadas de bola aérea, mas a gente não conseguiu", avaliou o capitão alvinegro.Já o volante Renan, que teve participação direta no segundo gol do Vitória, reclamou da falta de atenção da equipe. "Nós não podemos tomar dois gols de bola parada como foi no clássico. Isso não pode acontecer com um time que tem pretensões grandes como a nossa", observou.No primeiro gol do Vitória, logo aos 4 minutos do primeiro tempo, a defesa do Atlético permitiu que os zagueiros adversários Wallace e Victor Ramos fizessem uma tabelinha de cabeça, antes do segundo jogador do rubro-negro baiano colocar a bola nas redes de Juninho. Para passar às quartas-de-final da Copa do Brasil, o Atlético-MG terá de ganhar por diferença de quatro gols. Se ganhar por 3 a 0 a decisão da vaga irá para os pênaltis. No próximo domingo, pelo Campeonato Mineiro, o time atleticano terá de vencer por cinco gols de diferença.
Assim como na derrota para o Cruzeiro no último final de semana, o Atlético-MG sofreu gols em consequência de jogadas aéreas, na derrota para o Vitória, por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, no Barradão, na partida de ida das oitavas-de-final da Copa do Brasil. No primeiro tempo, foram dois gols após cobranças de escanteios e na etapa final um outro com bola rolando.
No jogo do último final de semana, pela primeira partida da final do Campeonato Mineiro, contra o rival Cruzeiro, quando o Atlético foi goleado por 5 a 0, o time alvinegro sofreu dois gols de cabeça, ambos marcados pelo zagueiro Leonardo Silva. Os dois saíram de cobranças de escanteios executadas pelo meia Wagner.Já na partida desta quarta-feira, contra o Vitória, a defesa da equipe mineira voltou a mostrar falhas nas jogadas aéreas e levou três gols de cabeça, dois deles depois de cobranças de escanteios. O primeiro foi marcado por Victor Ramos, já o segundo por Neto Baiano, que disputou a bola com o volante Renan, que não conseguiu fazer o corte.Neto Baiano chegou a dizer não ter certeza se tocou na bola ou se foi Renan que colocou contra suas próprias redes. "Mas se colocar o gol para mim está ótimo, quero muito este gol", comentou o jogador baiano, na saída para o intervalo.O zagueiro Marcos lamentou a falha cometida pelos jogadores do Atlético. "Tomamos gol de bola parada mais uma vez e isso desmonta qualquer esquema tático. Temos de marcar individualmente as jogadas de bola aérea, mas a gente não conseguiu", avaliou o capitão alvinegro.Já o volante Renan, que teve participação direta no segundo gol do Vitória, reclamou da falta de atenção da equipe. "Nós não podemos tomar dois gols de bola parada como foi no clássico. Isso não pode acontecer com um time que tem pretensões grandes como a nossa", observou.No primeiro gol do Vitória, logo aos 4 minutos do primeiro tempo, a defesa do Atlético permitiu que os zagueiros adversários Wallace e Victor Ramos fizessem uma tabelinha de cabeça, antes do segundo jogador do rubro-negro baiano colocar a bola nas redes de Juninho. Para passar às quartas-de-final da Copa do Brasil, o Atlético-MG terá de ganhar por diferença de quatro gols. Se ganhar por 3 a 0 a decisão da vaga irá para os pênaltis. No próximo domingo, pelo Campeonato Mineiro, o time atleticano terá de vencer por cinco gols de diferença.
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