
Rodrigo Fonseca - Portal Uai
O meia-atacante Carlos Júnior não é mais jogador do Atlético. O atleta procurou o clube e pediu a rescisão de seu contrato que iria até o próximo dia 15 de maio. Indicado por um amigo do técnico Emerson Leão, Carlos Júnior, 20 anos, com passagens pelo Paulista de Jundiaí e pelo União São João de Araras, chegou ao Galo em janeiro para um período de testes. Aprovado, assinou o compromisso em fevereiro. A estréia deixou boa impressão. Entrou no segundo tempo do jogo contra o Itabaiana, em Sergipe, pela Copa do Brasil, e marcou dois gols na goleada por 5 a 0. Porém, arranhou essa imagem logo na partida seguinte, contra o Rio Branco, pelo Campeonato Mineiro, dia 21 de fevereiro. No final do primeiro tempo, logo após receber o cartão amarelo, ele deixou a bola sair na lateral e, irritado com a falha, deu um chutão. Recebeu o segundo amarelo e foi expulso. O técnico Emerson Leão definiu o lance como ‘jogada de várzea’: “Ele achou que estava jogando acho que na várzea. Nem na várzea pode fazer isso. Ele ficou revoltado com o próprio erro e esqueceu de que era um profissional, hoje. Foi merecida a sua expulsão”, disse à época. Desde então, Carlos Júnior não teve mais chances na equipe.
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