sexta-feira, 10 de abril de 2009

Para jogadores, companheirismo é diferencial do Galo (10/04)

Os amigos Éder Luís e Márcio Araújo confiam na união do grupo para chegar a títulos
Gilmar Laignier - Portal Uai


O Atlético terá uma sequência de jogos decisivos daqui para a frente. Neste domingo, enfrenta o Rio Branco, no Mineirão, pelas semifinais do Campeonato Mineiro. Na próxima quarta-feira, pega o Guaratinguetá, fora de casa, pela Copa do Brasil. No outro sábado, encara novamente o Rio Branco, na partida de volta.
O Galo entrará em campo embalado com as nove vitórias consecutivas na temporada e a torcida, cada vez mais confiante, deve voltar a encher o Mineirão nos jogos contra o Rio Branco. Entre os jogadores, o discurso é um só sobre o segredo do bom momento alvinegro: companheirismo.
Para o atacante Éder Luis, há anos o Atlético não tinha um grupo tão unido quanto esse. “É um ajudando o outro, é um companheirismo mesmo. Isso está acontecendo muito dentro de campo, um correndo pelo outro e isso é muito importante. É um fator que há muito tempo não acontecia e está acontecendo este ano. Isso é fruto do trabalho pessoal de todo mundo e da união, de um querer ajudar o outro. Esse é o diferencial do Atlético”.
Amigo pessoal de Éder Luis, o volante Márcio Araújo concorda com o companheiro e diz que procura melhorar, a cada dia, o ambiente entre os jogadores. “Não só ele, mas todas as pessoas eu procuro tratar de uma maneira diferente para que a gente possa sair um pouco da relação profissional. Todos nós, quando nos conhecemos, criamos uma relação de amizade. Com ele é maior por termos mais tempo de convívio e por sermos companheiros de quarto”.
Completando o amigo, Éder confia no companheirismo atleticano como arma para disputar títulos este ano. O atacante lembra que, desde que começou a amizade com o volante, eles não encontram um grupo tão focado nos compromissos alvinegros. “Eu tenho a amizade do Márcio Araújo não é de hoje, é desde quando eu cheguei no Galo. É uma amizade muito boa que eu construí aqui. A gente está vendo um grupo diferente este ano, principalmente os jogadores que estão ficando no banco, que estão entrando no jogo e ajudando muito a nossa equipe. Então a gente vê que o grupo está fechado, um querendo ajudar o outro. É isso que ajuda um time a chegar e ser campeão”. (UAI)

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