Leão promoveu a volta de Marcos ao timeChico Vilela - Portal Uai
Mesclando a juventude de Leandro Almeida e com a experiência de Marcos, o Atlético espera melhorar ainda mais o rendimento de sua defesa, que sofreu apenas três gols nos oito últimos jogos. Para Marcos, sua volta à equipe pode ter influência positiva no colega Leandro Almeida, com quem formou dupla na temporada passada. O jogador reconhece que utilizará sua experiência para passar mais tranquilidade ao setor defensivo, mas garante que procura se aprimorar a cada dia. “Consigo dar uma pequena contribuição ao Leandro, talvez por ser um pouco mais velho. Talvez, por ser mais experiente, consiga passar uma tranquilidade maior. De qualquer forma, eu aprendo todo dia. No futebol você não pode ter vaidade, porque sempre aprende um pouco todo dia. O mais importante é saber que os seus colegas confiam em você, que a mensagem que você passa é positiva. O caráter de uma pessoa não pode mudar”, ponderou. Além da experiência que Marcos traz à equipe, o técnico Emerson Leão avaliou que a volta do zagueiro também permitiu a inversão do posicionamento de Leandro Almeida, fazendo com que o jogador pudesse render melhor durante as partidas. “Eu inverti o Leandro. Foi onde ele se adaptou. E vou dizer que anteriormente não estava gostando do Leandro, a tal ponto que chamei o Leandro e conversei com ele. Foi na hora certa que fizemos a transição”, analisou. Capitão do Atlético desde a conquista da Série B, em 2007, Marcos começou a atual temporada preterido pelo técnico Emerson Leão. O zagueiro amargou o banco de reservas desde o início do Campeonato Mineiro. Só recuperou a posição de titular diante do Ituiutaba, na última rodada da fase de classificação do Estadual. Foi o suficiente para Marcos readquirir o prestígio com o técnico Emerson Leão. De quebra, voltou a receber a braçadeira de capitão. Segundo o zagueiro, sua maior virtude nos tempos de ‘reserva’ foi manter a cabeça tranquila e continuar trabalhando forte na espera de uma nova oportunidade. “Sempre estive me preparando para quando tivesse a oportunidade, poder corresponder. Dentro da minha análise, consegui atender as expectativas do treinador e do grupo. Entrei bem, relembrando um pouco minha passagem em 2007, principalmente nesta partida contra o Uberaba. Já havia falado em outras entrevistas que quando não me sentisse mais necessário, eu mesmo pediria para sair. Nesse tempo em que estive de fora, me dediquei muito nos treinamentos. Por isso consegui jogar bem, mesmo estando há um longo período sem jogar”, afirmou.
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